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	<title>Comandos Linux &#8211; Linux Force Security</title>
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	<description>Aprenda Linux do básico ao avançado com instrutores especialistas. Cursos ao vivo de Linux, Segurança da Informação, Devops e preparação para a certificação LPI.</description>
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	<title>Comandos Linux &#8211; Linux Force Security</title>
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		<title>5 Dicas para Usar o Comando logout no Linux (E Sair Como um Profissional)</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 03:16:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<category><![CDATA[comando exit]]></category>
		<category><![CDATA[linux para iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[logout]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comando Logout você já teve aquela sensação de &#8220;sair correndo e deixar a porta aberta&#8221; ao usar um computador compartilhado ou um servidor? No Linux, fechar a janela do terminal sem avisar o sistema é exatamente isso. Muitos iniciantes simplesmente clicam no &#8220;X&#8221; vermelho, mas no mundo real dos servidores e da segurança da [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Comando Logout você já teve aquela sensação de &#8220;sair correndo e deixar a porta aberta&#8221; ao usar um computador compartilhado ou um servidor? No Linux, fechar a janela do terminal sem avisar o sistema é exatamente isso.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="575" src="https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/comando-logout-linux-guia-iniciantes-1024x575.jpg" alt="Comando de logout em terminal Linux" class="wp-image-4774" srcset="https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/comando-logout-linux-guia-iniciantes-1024x575.jpg 1024w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/comando-logout-linux-guia-iniciantes-300x169.jpg 300w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/comando-logout-linux-guia-iniciantes-768x431.jpg 768w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/comando-logout-linux-guia-iniciantes-1536x863.jpg 1536w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/comando-logout-linux-guia-iniciantes-2048x1151.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos iniciantes simplesmente clicam no &#8220;X&#8221; vermelho, mas no mundo real dos servidores e da segurança da informação, isso é um erro básico. O sistema operacional precisa saber que você terminou para encerrar processos, liberar memória e salvar seu histórico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aqui que entra o <strong>comando logout</strong>. Ele é o jeito &#8220;educado&#8221; e seguro de encerrar sua sessão. Neste guia, vamos descomplicar esse comando e te dar <strong>5 dicas essenciais</strong> para você gerenciar suas saídas de sistema como um verdadeiro administrador.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Que é o Comando logout?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <code>logout</code> é o comando utilizado para encerrar uma <strong>sessão de login shell</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Explicando de forma simples: quando você digita seu usuário e senha para entrar no sistema (seja numa tela preta ou via acesso remoto), você iniciou uma sessão de login. O <code>logout</code> é o comando que diz: &#8220;Ok, Linux, terminei por hoje. Pode fechar a conta e apagar a luz.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, vamos às 5 dicas que vão te salvar de erros comuns.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">Dica 1: Entenda a Diferença entre &#8216;logout&#8217; e &#8216;exit&#8217;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é a confusão número 1 dos estudantes.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Use <code>logout</code>:</strong> Quando você está em uma &#8220;login shell&#8221;. Exemplo: Você acessou um servidor remoto via SSH ou está no terminal puro (aquelas telas pretas <code>TTY</code> que acessamos com Ctrl+Alt+F3).</li>



<li><strong>Use <code>exit</code>:</strong> Quando você abriu apenas uma janelinha de terminal dentro do seu ambiente gráfico (GNOME, KDE, etc.). Essas janelas são &#8220;sub-sessões&#8221;, não sessões de login principais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que acontece se eu errar?</strong> Se você digitar <code>logout</code> numa janela comum, o terminal vai te dar um erro: <code>bash: logout: not a login shell: use 'exit'</code>. O sistema está te dizendo: &#8220;Ei, você não fez login aqui, você só abriu uma janela. Use exit!&#8221;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dica 2: O Atalho Ninja (Ctrl + D)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quer parecer um veterano do Linux? Esqueça de digitar comandos para sair. Simplesmente pressione <strong><code>Ctrl</code> + <code>D</code></strong> no seu teclado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso envia um sinal de &#8220;Fim de Arquivo&#8221; (EOF) para o terminal. O shell entende que a entrada de dados acabou e fecha a sessão automaticamente. Funciona tanto para substituir o <code>logout</code> quanto o <code>exit</code>. É rápido, prático e muito usado por profissionais.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">&#x1f680; Pausa para o Conhecimento</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Você já sabe entrar e sair, mas sabe o que fazer <em>dentro</em> do terminal para gerenciar servidores reais? O mercado de TI está desesperado por profissionais que dominam a linha de comando. <strong><a href="https://wa.me/551137965900?text=Ol%C3%A1%20tudo%20bem,%20vim%20pelo%20post%20e%20queria%20saber%20mas%20sobre%20os%20cursos%20de%20linux." target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Clique aqui </a>e fale conosco no WhatsApp para descobrir a trilha de <a href="https://linuxforce.com.br/cursos-linux/curso-engenheiro-redes-linux/" target="_blank" data-type="page" data-id="253" rel="noreferrer noopener nofollow">cursos Linux</a></strong> e comece sua carreira hoje.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">Dica 3: Cuidado com Processos em Segundo Plano</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Às vezes, você tenta sair e o terminal diz: <em>&#8220;There are stopped jobs&#8221;</em>. Isso significa que você tem programas rodando ou pausados em segundo plano. Se você forçar a saída, esses programas serão &#8220;mortos&#8221; (encerrados abruptamente) e você pode perder dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O jeito certo:</strong></p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li>Digite <code>jobs</code> para ver o que está rodando.</li>



<li>Traga o processo para frente com <code>fg</code> e encerre-o corretamente, ou use o comando <code>disown</code> se quiser que ele continue rodando mesmo depois que você sair.</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Dica 4: Limpando o Rastro (Segurança Básica)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando você faz logout, o Linux salva os comandos que você digitou no arquivo <code>.bash_history</code>. Se você digitou uma senha sem querer ou um comando sensível, isso ficará gravado lá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de dar o <code>logout</code>, uma boa prática de segurança para iniciantes é limpar o histórico da sessão atual se você estiver em um computador público:</p>



<pre class="wp-block-code"><code>history -c &amp;&amp; logout
</code></pre>



<p class="wp-block-paragraph">Isso limpa o histórico da memória e sai do sistema imediatamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dica 5: Saindo de Múltiplas Camadas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine que você acessou o Servidor A, e de lá acessou o Servidor B. Você está num &#8220;túnel&#8221; de conexões.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O primeiro <code>logout</code> (ou Ctrl+D) vai te tirar do Servidor B e te devolver para o Servidor A.</li>



<li>O segundo <code>logout</code> te tira do Servidor A e te devolve para o seu computador.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Mantenha a calma e saia camada por camada. Não feche a janela bruta, ou você pode deixar sessões &#8220;zumbis&#8221; presas nos servidores intermediários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O comando <code>logout</code> parece simples, mas usá-lo corretamente é um sinal de maturidade técnica. Ele garante a integridade dos seus dados e a segurança do servidor. Lembre-se: um bom administrador de sistemas sempre &#8220;fecha a porta&#8221; corretamente antes de ir embora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora que você já sabe sair com estilo, que tal aprender a comandar o sistema de verdade?</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">&#x1f4bc; O mercado de TI procura quem domina Linux</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Saber entrar e sair do sistema é apenas o primeiro passo. Profissionais qualificados em Linux e Segurança disputam os melhores salários do mercado. Saia do amadorismo e siga uma trilha de aprendizado estruturada e reconhecida.</p>



<div style="background-color: #f0f7ff; border-left: 5px solid #0073aa; padding: 20px; margin: 30px 0; border-radius: 4px;">
    <h3 style="margin-top: 0; color: #003366; font-size: 20px;">&#x1f680; Quer se tornar um Especialista?</h3>
    <p style="font-size: 16px; color: #444;">Não perca tempo tentando aprender tudo sozinho. Descubra o caminho mais rápido para a certificação.</p>
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</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>5 Dicas para Usar o Comando lzcat: Como Ler Arquivos Compactados no Linux Sem Descompactar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_linxfs]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 01:58:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
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		<category><![CDATA[compactação de arquivos]]></category>
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		<category><![CDATA[lzcat]]></category>
		<category><![CDATA[lzma]]></category>
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		<category><![CDATA[terminal]]></category>
		<category><![CDATA[xz]]></category>
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					<description><![CDATA[Aprenda a usar o comando lzcat no Linux. Um guia simples para iniciantes lerem arquivos compactados .lzma e .xz sem precisar descompactar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Vamos falar sobre o comando lzcat Você já se deparou com um arquivo compactado (com final <code>.lzma</code> ou <code>.xz</code>) e precisou ver o conteúdo dele rapidamente, mas não queria ter o trabalho de descompactar tudo, encher seu disco e depois ter que apagar?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine que você é um estudante ou administrador de sistemas analisando logs antigos. Você só quer ler uma linha de erro. Descompactar um arquivo de 5GB só para isso é uma perda de tempo e espaço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aqui que entra o <strong>comando lzcat</strong>. Ele é o &#8220;superpoder de visão de raio-X&#8221; para arquivos compactados no Linux. Neste guia, vamos desmistificar essa ferramenta, saindo da complexidade dos manuais técnicos para uma explicação prática, direta e focada no que você realmente vai usar no dia a dia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="557" src="https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/processed_comando-lzcat-guia-iniciantes-linux-1024x557.png" alt="Uso de comandos lzcat no Linux" class="wp-image-4756" srcset="https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/processed_comando-lzcat-guia-iniciantes-linux-1024x557.png 1024w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/processed_comando-lzcat-guia-iniciantes-linux-300x163.png 300w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/processed_comando-lzcat-guia-iniciantes-linux-768x418.png 768w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/processed_comando-lzcat-guia-iniciantes-linux.png 1270w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O Que é o Comando lzcat?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender o <code>lzcat</code>, primeiro lembre-se do comando clássico <code>cat</code>. O <code>cat</code> serve para exibir o conteúdo de um arquivo texto na sua tela (saída padrão).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <code>lzcat</code> faz exatamente a mesma coisa, mas para arquivos que estão compactados com o algoritmo <strong>LZMA</strong> (muito comum em distribuições Linux para pacotes e logs).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos simples:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>cat:</strong> Lê arquivos normais (<code>arquivo.txt</code>).</li>



<li><strong>lzcat:</strong> Lê arquivos compactados (<code>arquivo.lzma</code> ou <code>.xz</code>) e mostra o texto &#8220;descompactado&#8221; na tela, sem criar um novo arquivo no seu disco.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Tecnicamente, o <code>lzcat</code> é um atalho para o comando <code>xz --format=lzma --decompress --stdout</code>. Mas convenhamos: digitar <code>lzcat</code> é muito mais rápido e fácil de lembrar!</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">&#x1f680; Pausa para o Conhecimento</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quer dominar a linha de comando e deixar de ser apenas um usuário para se tornar um administrador de sistemas disputado pelo mercado? <strong>Conheça nossos cursos completos de <a href="https://linuxforce.com.br/cursos-linux/" data-type="link" data-id="https://linuxforce.com.br/cursos-linux/" rel="nofollow">Linux </a>e <a href="https://linuxforce.com.br/cursos-de-seguranca-da-informacao/" data-type="link" data-id="https://linuxforce.com.br/cursos-de-seguranca-da-informacao/" rel="nofollow">Segurança </a><a href="https://wa.me/551137965900?text=Ol%C3%A1%20tudo%20bem,%20vim%20pelo%20post%20e%20queria%20saber%20mas%20sobre%20os%20cursos%20de%20linux." rel="nofollow noopener">aqui</a></strong> e acelere sua carreira hoje mesmo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como Usar o lzcat na Prática (Exemplos Simples)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Esqueça as opções complexas de gerenciamento de memória por enquanto. Como iniciante, você usará o <code>lzcat</code> principalmente para três tarefas. Vamos ver cada uma delas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Visualização Rápida de Conteúdo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O uso mais básico. Você tem um arquivo chamado <code>logs-antigos.lzma</code> e quer ver o que tem dentro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comando:</strong> lzcat logs-antigos.lzma</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que acontece:</strong> O texto aparecerá rolando rapidamente na sua tela terminal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Controlando a Leitura (Paginação)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se o arquivo for grande, o texto vai passar rápido demais. O ideal é combinar (usar o &#8220;pipe&#8221; <code>|</code>) o <code>lzcat</code> com o comando <code>less</code> ou <code>more</code>. Assim, você lê página por página.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comando: </strong>lzcat logs-antigos.lzma | less</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Use as setas para subir e descer e a tecla <code>q</code> para sair.</em></p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Encontrando Algo Específico (Filtro)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Digamos que você só quer saber se existe a palavra &#8220;Erro&#8221; dentro desse arquivo compactado, sem ler o resto. Combine com o <code>grep</code>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comando:</strong> lzcat logs-antigos.lzma | grep &#8220;Erro&#8221;
</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Diferenças Essenciais: cat vs zcat vs lzcat</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos estudantes confundem essas ferramentas. Vamos esclarecer de vez com uma tabela rápida:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Comando</strong></td><td><strong>Tipo de Arquivo Alvo</strong></td><td><strong>Extensão Comum</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td><strong>cat</strong></td><td>Texto puro (não compactado)</td><td><code>.txt</code>, <code>.conf</code>, <code>.log</code></td></tr><tr><td><strong>zcat</strong></td><td>Compactado com gzip</td><td><code>.gz</code></td></tr><tr><td><strong>lzcat</strong></td><td>Compactado com LZMA/XZ</td><td><code>.lzma</code>, <code>.xz</code></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dica de Pro:</strong> Se você tentar usar o <code>cat</code> num arquivo compactado, verá apenas símbolos estranhos na tela. Se usar o <code>lzcat</code>, verá o texto legível.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por Que Usar lzcat em Vez de Descompactar?</h2>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>Velocidade:</strong> Você acessa a informação instantaneamente.</li>



<li><strong>Economia de Espaço:</strong> Não é criado um arquivo duplicado descompactado no seu HD.</li>



<li><strong>Segurança:</strong> Ótimo para verificar logs em servidores de produção onde você não pode encher o disco com arquivos temporários.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O comando <code>lzcat</code> é uma ferramenta essencial no cinto de utilidades de qualquer usuário Linux. Ele simplifica a vida ao permitir que você interaja com dados compactados de forma transparente, como se fossem arquivos de texto comuns.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se deixe intimidar por manuais técnicos longos que falam de &#8220;bits de preenchimento&#8221; ou &#8220;alocação de memória&#8221; logo de cara. Comece pelo básico: visualizar, paginar e filtrar.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">Quer se tornar um Especialista?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O<strong><a href="https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-lzcat/" data-type="link" data-id="https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-lzcat/" rel="nofollow">comando lzcat</a></strong> é apenas a ponta do iceberg. O universo Linux é vasto e oferece as melhores oportunidades de salário na área de TI.</p>



<div style="background-color: #222; color: #fff; padding: 30px; text-align: center; border-radius: 8px; margin-top: 40px; box-shadow: 0 4px 15px rgba(0,0,0,0.2);">
    <h3 style="color: #fff; font-size: 24px; margin-bottom: 15px;">&#x1f4bc; O mercado de TI procura quem domina Linux</h3>
    <p style="font-size: 17px; margin-bottom: 25px; line-height: 1.5;">Profissionais qualificados em Linux e Segurança disputam os melhores salários. Saia do amadorismo e siga uma trilha de aprendizado estruturada.</p>
    <a href="https://wa.me/551137965900?text=Ol%C3%A1%20tudo%20bem,%20vim%20pelo%20post%20e%20queria%20saber%20mas%20sobre%20os%20cursos%20de%20linux." style="background-color: #28a745; color: white; padding: 15px 30px; text-decoration: none; border-radius: 50px; font-size: 18px; font-weight: bold; display: inline-block; box-shadow: 0 4px 6px rgba(0,0,0,0.1);" rel="nofollow noopener">QUERO ME TORNAR UM ESPECIALISTA</a>
    <p style="font-size: 12px; margin-top: 15px; opacity: 0.7;">Certificados reconhecidos pelo mercado</p>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Comandos Linux &#8211; Comando lzcat</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-lzcat/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 23:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.linuxforce.com.br/?p=2180</guid>

					<description><![CDATA[Comando Linux xz, unxz, xzcat, lzma, unlzma, lzcat xz , unxz , xzcat , lzma , unlzma e lzcat compactam ou descompactam arquivos .xz e .lzma . Descrição Sintaxe Exemplos Comandos relacionados Descrição O xz é uma ferramenta de compactação de dados de uso geral com sintaxe de linha de comando semelhante ao gzip e bzip2 . O formato de arquivo nativo é o formato .xz , mas o formato .lzma herdado usado pelo LZMA Utils e os fluxos compactados brutos sem cabeçalhos de formato de contêiner também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span class="notranslate">Comando Linux xz, unxz, xzcat, lzma, unlzma, lzcat</span></h1>
<div class="updated"></div>
<p><img decoding="async" class="floatRight" src="https://www.computerhope.com/cdn/linux/xz.gif" alt="comando xz" width="300" height="300" /></p>
<p class="intro"><span class="notranslate"><b>xz</b> , <b>unxz</b> , <b>xzcat</b> , <b>lzma</b> , <b>unlzma</b> e <b>lzcat</b> compactam ou descompactam arquivos <b>.xz</b> e <b>.lzma</b> .</span></p>
<div class="pagenav contents">
<ul>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Descrição</span></a></li>
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<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Exemplos</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></a></li>
</ul>
</div>
<h2><span class="notranslate">Descrição</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>O xz</b> é uma ferramenta de compactação de dados de uso geral com sintaxe de linha de comando semelhante ao gzip e <b>bzip2</b> .</span> <span class="notranslate">O formato de arquivo nativo é o formato <b>.xz</b> , mas o formato <b>.lzma</b> herdado usado pelo LZMA Utils e os fluxos compactados brutos sem cabeçalhos de formato de contêiner também são suportados.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>xz</b> compacta ou descomprime cada arquivo de acordo com o modo de operação selecionado.</span> <span class="notranslate">Se nenhum arquivo for fornecido ou o arquivo for especificado como um traço (&#8221; <b>&#8211;</b> &#8220;), <b>xz</b> lê da entrada padrão e grava os dados processados ​​na saída padrão.</span> <span class="notranslate"><b>O xz</b> recusará (exibirá um erro e pulará o arquivo) para gravar dados compactados na saída padrão, se for um terminal .</span> <span class="notranslate">Da mesma forma, o <b>xz</b> se recusará a ler dados compactados da entrada padrão, se for um terminal.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">A menos que <b>&#8211;stdout</b> seja especificado, arquivos diferentes de &#8221; <b>&#8211;</b> &#8221; são gravados em um novo arquivo cujo nome é derivado do nome do arquivo de origem:</span></p>
<ul>
<li><span class="notranslate">Ao compactar, o sufixo do formato do arquivo de destino ( <b>.xz</b> ou <b>.lzma</b> ) é anexado ao nome do arquivo de origem para obter o nome do arquivo de destino.</span></li>
<li><span class="notranslate">Ao descompactar, o sufixo <b>.xz</b> ou <b>.lzma</b> é removido do nome do arquivo para obter o nome do arquivo de destino.</span> <span class="notranslate"><b>O xz</b> também reconhece os sufixos <b>.txz</b> e <b>.tlz</b> e os substitui pelo sufixo <b>.tar</b> .</span></li>
</ul>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se o arquivo de destino já existir, um erro será exibido e o arquivo será ignorado.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">A menos que grave na saída padrão, <b>xz</b> exibe um aviso e pula o arquivo se qualquer um dos seguintes itens se aplicar:</span></p>
<ul>
<li><span class="notranslate"><i>O arquivo</i> não é um arquivo regular.</span> <span class="notranslate">Links simbólicos não são seguidos e, portanto, não são considerados arquivos regulares.</span></li>
<li><span class="notranslate"><i>O arquivo</i> possui mais de um link físico .</span></li>
<li><span class="notranslate">O arquivo está definido como setuid , setgid ou sticky bit.</span></li>
<li><span class="notranslate">O modo de operação está definido para compactar e o arquivo já possui um sufixo do formato de arquivo de destino ( <b>.xz</b> ou <b>.txz</b> ao compactar no formato <b>.xz</b> e <b>.lzma</b> ou <b>.tlz</b> ao compactar no formato <b>.lzma</b> ).</span></li>
<li><span class="notranslate">O modo de operação está definido para descompactar e o arquivo não possui um sufixo de nenhum dos formatos de arquivo suportados ( <b>.xz</b> , <b>.txz</b> , <b>.lzma</b> ou <b>.tlz</b> ).</span></li>
</ul>
<p class="tab"><span class="notranslate">Após compactar ou descompactar o arquivo, <b>xz</b> copia o proprietário, o grupo, as permissões, o tempo de acesso e o tempo de modificação do arquivo de origem para o arquivo de destino.</span> <span class="notranslate">Se a cópia do grupo falhar, as permissões serão modificadas para que o arquivo de destino não se torne acessível aos usuários que não tiveram permissão para acessar o arquivo de origem.</span> <span class="notranslate"><b>O xz</b> ainda não suporta a cópia de outros metadados, como listas de controle de acesso ou atributos estendidos.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Depois que o arquivo de destino é fechado com sucesso, o arquivo de origem é removido, a menos que <b>&#8211;keep tenha</b> sido especificado.</span> <span class="notranslate">O arquivo de origem nunca será removido se a saída for gravada na saída padrão.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">O envio de sinais SIGINFO ou SIGUSR1 para o processo <b>xz</b> faz com que as informações de progresso sejam impressas com erro padrão.</span> <span class="notranslate">Isso tem uso limitado, já que quando o erro padrão é um terminal, o uso de <b>&#8211;verbose</b> exibe um indicador de progresso com atualização automática.</span></p>
<h2><span class="notranslate">Uso de memória</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">O uso da memória do <b>xz</b> varia de algumas centenas de kilobytes a vários gigabytes, dependendo das configurações de compactação.</span> <span class="notranslate">As configurações usadas ao compactar um arquivo determinam os requisitos de memória do descompactador.</span> <span class="notranslate">Normalmente, o descompactador precisa de 5% a 20% da quantidade de memória necessária para o compressor ao criar o arquivo.</span> <span class="notranslate">Por exemplo, descompactar um arquivo criado com <b>xz -9</b> atualmente requer 65 MiB de memória.</span> <span class="notranslate">Ainda assim, é possível ter arquivos <b>.xz</b> que requerem vários gigabytes de memória para descompactar.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Especialmente usuários de sistemas mais antigos podem achar irritante a possibilidade de uso de memória muito grande.</span> <span class="notranslate">Para evitar surpresas desconfortáveis, o <b>xz</b> possui um limitador de uso de memória embutido, que é desativado por padrão.</span> <span class="notranslate">Embora alguns sistemas operacionais forneçam maneiras de limitar o uso de processos na memória, confiar neles não foi considerado suficientemente flexível.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">O limitador de uso de memória pode ser ativado com a opção de linha de comando <b>&#8211;memlimit =</b> <i>limit</i> .</span> <span class="notranslate">Freqüentemente, é mais conveniente ativar o limitador por padrão, configurando a variável de ambiente XZ_DEFAULTS, por exemplo, <b>XZ_DEFAULTS = &#8211; memlimit = 150MiB</b> .</span> <span class="notranslate">É possível definir os limites separadamente para compactação e descompactação usando <b>&#8211;memlimit-compress =</b> <i>limit</i> e <b>&#8211;memlimit-decompress =</b> <i>limit</i> .</span> <span class="notranslate">O uso dessas duas opções fora de XZ_DEFAULTS raramente é útil porque uma única execução de <b>xz</b> não pode fazer compactação e descompactação e <b>&#8211;memlimit =</b> <i>limit</i> (ou <b>-M</b> limit) é mais curto para digitar na linha de comandos.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se o limite de uso de memória especificado for excedido ao descompactar, <b>xz</b> exibirá um erro e a descompactação do arquivo falhará.</span> <span class="notranslate">Se o limite for excedido ao compactar, <b>xz</b> tentará reduzir as configurações para que o limite não seja mais excedido (exceto ao usar <b>&#8211;format = bruto</b> ou <b>&#8211; sem ajuste</b> ).</span> <span class="notranslate">Dessa forma, a operação não falhará, a menos que o limite seja muito pequeno.</span> <span class="notranslate">O dimensionamento das configurações é feito em etapas que não correspondem às predefinições do nível de compactação, por exemplo, se o limite for apenas ligeiramente menor que o valor necessário para <b>xz -9</b> , as configurações serão reduzidas apenas um pouco, <b>xz -8</b> .</span></p>
<h2><span class="notranslate">Concatenando e preenchendo com arquivos .xz</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">É possível concatenar arquivos <b>.xz</b> como estão.</span> <span class="notranslate"><b>O xz</b> descompactará esses arquivos como se fossem um único arquivo <b>.xz</b> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">É possível inserir preenchimento entre as partes concatenadas ou após a última parte.</span> <span class="notranslate">O preenchimento deve consistir em bytes nulos e o tamanho do preenchimento deve ser um múltiplo de quatro bytes.</span> <span class="notranslate">Isso pode ser útil, por exemplo, se o arquivo <b>.xz</b> for armazenado em uma mídia que mede o tamanho dos arquivos em blocos de 512 bytes.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Concatenação e preenchimento não são permitidos com arquivos <b>.lzma</b> ou fluxos brutos.</span></p>
<h2 id="syntax"><span class="notranslate">Sintaxe</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> xz [ <i>opção</i> ] ... [ <i>arquivo</i> ] ...</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>unxz</b> é equivalente a <b>xz &#8211;</b> <b>descompress</b> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>xzcat</b> é equivalente a <b>xz &#8211;decompress &#8211;stdout</b> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>lzma</b> é equivalente a <b>xz &#8211;format = lzma</b> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>unlzma</b> é equivalente a <b>xz &#8211;format = lzma &#8211; descomprimir</b> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>lzcat</b> é equivalente a <b>xz &#8211;format = lzma &#8211; descompress &#8211;stdout</b> .</span></p>
<h2><span class="notranslate">Opções: modos de operação</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Essas opções informam ao <b>xz</b> qual modo usar.</span> <span class="notranslate">Se mais de um modo for especificado, o último entrará em vigor.</span></p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-z</b> , <b>&#8211;compress</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Comprimir.</span> <span class="notranslate">Esta opção é o modo de operação padrão quando nenhuma opção de modo de operação é especificada e nenhum outro modo de operação está implícito no nome do comando (por exemplo, <b>unxz</b> implica em <b>&#8211;</b> <b>descomprimir</b> ).</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-d</b> , <b>&#8211;dcompress</b> , <b>&#8211;uncompress</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Descomprimir.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-t</b> , <b>&#8211;test</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Teste a integridade dos arquivos compactados.</span> <span class="notranslate">Esta opção é equivalente a <b>&#8211;decompress &#8211;stdout,</b> exceto que os dados descompactados são descartados em vez de gravados na saída padrão.</span> <span class="notranslate">Nenhum arquivo é criado ou removido.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-l</b> , <b>&#8211;list</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Imprima informações sobre arquivos compactados.</span> <span class="notranslate">Nenhuma saída não compactada é produzida e nenhum arquivo é criado ou removido.</span> <span class="notranslate">No modo de lista, o programa não pode ler os dados compactados da entrada padrão ou de outras fontes não observáveis.</span></p>
<p><span class="notranslate">A listagem padrão mostra informações básicas sobre arquivos, um arquivo por linha.</span> <span class="notranslate">Para obter informações mais detalhadas, use também a opção <b>&#8211;verbose</b> .</span> <span class="notranslate">Para obter mais informações, use <b>&#8211;verbose</b> duas vezes, mas observe que isso pode ser lento, porque obter todas as informações extras requer muitas buscas.</span> <span class="notranslate">A largura da saída detalhada excede 80 caracteres , portanto, canalizar a saída para, por exemplo, &#8221; <b>less -S</b> &#8221; pode ser conveniente se o terminal não for largo o suficiente.</span></p>
<p><span class="notranslate">A saída exata pode variar entre as versões <b>xz</b> e diferentes localidades.</span> <span class="notranslate">Para saída legível por máquina, <b>&#8211;robot &#8211;list</b> deve ser usada.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Opções: modificadores de operação</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-k</b> , <b>&#8211;keep</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Não exclua os arquivos de entrada.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-f</b> , <b>&#8211;force</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Esta opção tem vários efeitos:</span></p>
<p><span class="notranslate">• Se o arquivo de destino já existir, exclua-o antes de compactar ou descompactar.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Compacte ou descompacte, mesmo que a entrada seja um link simbólico para um arquivo comum, tenha mais de um link físico ou o conjunto de bits setuid, setgid ou sticky bit.</span> <span class="notranslate">Os bits setuid, setgid e sticky não são copiados para o arquivo de destino.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Quando usado com <b>&#8211;decompress &#8211;stdout</b> e <b>xz</b> não pode reconhecer o tipo do arquivo de origem, copie o arquivo de origem como está na saída padrão.</span> <span class="notranslate">Isso permite que o <b>xzcat &#8211;force</b> seja usado como cat para arquivos que não foram compactados com o <b>xz</b> .</span> <span class="notranslate">Observe que, no futuro, o <b>xz</b> poderá suportar novos formatos de arquivo compactado, o que pode fazer com que o <b>xz</b> descompacte mais tipos de arquivos, em vez de copiá-los, como na saída padrão.</span> <span class="notranslate"><b>&#8211;format = formato</b> pode ser usado para restringir <b>xz</b> para descomprimir apenas um único formato de arquivo.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-c</b> , <b>&#8211;stdout</b> , <b>&#8211;to-stdout</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Escreva os dados compactados ou descompactados na saída padrão em vez de em um arquivo.</span> <span class="notranslate">Isso implica &#8211; <b>manutenção</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211; único fluxo</b></span></td>
<td><span class="notranslate"><b>Descompacte</b> apenas o primeiro fluxo <b>.xz</b> e ignore silenciosamente os possíveis dados de entrada restantes após o fluxo.</span> <span class="notranslate">Normalmente esse lixo final faz com que <b>xz</b> exiba um erro.</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>O xz</b> nunca descompacta mais de um fluxo de arquivos <b>.lzma</b> ou fluxos brutos, mas essa opção ainda faz com que o <b>xz</b> ignore os possíveis dados finais após o arquivo <b>.lzma</b> ou fluxo bruto.</span></p>
<p><span class="notranslate">Esta opção não tem efeito se o modo de operação não for <b>&#8211;</b> <b>descomprimir</b> ou <b>&#8211;</b> <b>test</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;no-sparse</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Desative a criação de arquivos esparsos.</span> <span class="notranslate">Por padrão, ao descompactar em um arquivo normal, o <b>xz</b> tenta tornar o arquivo escasso se os dados descompactados contiverem longas sequências de zeros binários .</span> <span class="notranslate">Também funciona ao gravar na saída padrão, desde que a saída padrão esteja conectada a um arquivo regular e certas condições adicionais sejam atendidas para torná-lo seguro.</span> <span class="notranslate">Criar arquivos esparsos pode economizar espaço em disco e acelerar a descompactação, reduzindo a quantidade de E / S do disco .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-S.</b></span> <span class="notranslate"><i>suf</i> , <b>&#8211;suffix =.</b></span> <span class="notranslate"><i>suf</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Ao comprimir, use <b>.</b></span> <span class="notranslate"><i>suf</i> como o sufixo do arquivo de destino em vez de <b>.xz</b> ou <b>.lzma</b> .</span> <span class="notranslate">Se não estiver gravando na saída padrão e o arquivo de origem já tiver o sufixo <b>.suf</b> , um aviso será exibido e o arquivo será ignorado.</span></p>
<p><span class="notranslate">Ao descompactar, reconheça os arquivos com o sufixo <b>.</b></span> <span class="notranslate"><i>suf</i> , além de arquivos com o <b>sufixo .xz</b> , <b>.txz</b> , <b>.lzma</b> ou <b>.tlz</b> .</span> <span class="notranslate">Se o arquivo de origem tiver o sufixo <b>.</b></span> <span class="notranslate"><i>suf</i> , o sufixo é removido para obter o nome do arquivo de destino.</span></p>
<p><span class="notranslate">Ao compactar ou descompactar fluxos brutos ( <b>&#8211;format = bruto</b> ), o sufixo sempre deve ser especificado, a menos que seja <b>gravado na</b> saída padrão, porque não há sufixo padrão para fluxos brutos.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;files</b> [ <b>=</b> <i>arquivo</i> ]</span></td>
<td><span class="notranslate">Leia os nomes dos arquivos para processar a partir do <i>arquivo</i> ;</span> <span class="notranslate">se o <i>arquivo</i> for omitido, os nomes dos arquivos serão lidos a partir da entrada padrão.</span> <span class="notranslate">Os nomes dos arquivos devem ser finalizados com o caractere de nova linha .</span> <span class="notranslate">Um traço (&#8221; <b>&#8211;</b> &#8220;) é usado como um nome de arquivo normal;</span> <span class="notranslate">isso não significa entrada padrão.</span> <span class="notranslate">Se os nomes dos arquivos também forem fornecidos como argumentos da linha de comando, eles serão processados ​​antes da leitura dos nomes dos <i>arquivos</i> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;files0</b> [ <b>=</b> <i>arquivo</i> ]</span></td>
<td><span class="notranslate">Esta opção é idêntica a <b>&#8211;files</b> [ <b>=</b> <i>file</i> ], exceto que cada nome de arquivo deve ser finalizado com o caractere nulo.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Opções: formato básico de arquivo e opções de compactação</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-F</b> <i>formato</i> , <b>&#8211;format =</b> <i>formato</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o <i>formato</i> do arquivo para compactar ou descompactar:</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>auto</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Este formato é o padrão.</span> <span class="notranslate">Ao compactar, <b>auto</b> é equivalente a <b>xz</b> .</span> <span class="notranslate">Ao descompactar, o formato do arquivo de entrada é detectado automaticamente.</span> <span class="notranslate">Observe que os fluxos brutos (criados com <b>&#8211;format = bruto</b> ) não podem ser detectados automaticamente.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>xz</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Compacte no formato de arquivo <b>.xz</b> ou aceite apenas arquivos <b>.xz</b> ao descompactar.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>lzma</b> , <b>sozinho</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Compacte no formato de arquivo <b>.lzma</b> herdado ou aceite apenas arquivos <b>.lzma</b> ao descompactar.</span> <span class="notranslate">Somente o nome alternativo é fornecido para compatibilidade com versões anteriores do LZMA Utils.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>cru</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Compacte ou descompacte um fluxo bruto (sem cabeçalhos).</span> <span class="notranslate">Este formato é destinado apenas a usuários avançados.</span> <span class="notranslate">Para decodificar fluxos brutos, você precisa usar <b>&#8211;format = raw</b> e especificar explicitamente a cadeia de filtros, que normalmente seria armazenada nos cabeçalhos do contêiner.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-C</b> <i>cheque</i> , <b>&#8211;check =</b> <i>cheque</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o tipo da verificação de integridade.</span> <span class="notranslate">A verificação é calculada a partir dos dados não compactados e armazenada no arquivo <b>.xz</b> .</span> <span class="notranslate">Esta opção tem efeito apenas ao compactar no formato <b>.xz</b> ;</span> <span class="notranslate">o formato <b>.lzma</b> não suporta verificações de integridade.</span> <span class="notranslate">A verificação de integridade (se houver) é verificada quando o arquivo <b>.xz</b> é descompactado.</span></p>
<p><span class="notranslate">Tipos de verificação suportados:</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>Nenhum</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Não calcule uma verificação de integridade.</span> <span class="notranslate">Essa verificação geralmente é uma má ideia.</span> <span class="notranslate">Isso pode ser útil quando a integridade dos dados é verificada por outros meios de qualquer maneira.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>crc32</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Calcule o CRC32 usando o polinômio de IEEE-802.3 (Ethernet).</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>crc64</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Calcule CRC64 usando o polinômio de ECMA-182.</span> <span class="notranslate">Essa verificação é o padrão, pois é um pouco melhor que o CRC32 na detecção de arquivos danificados e a diferença de velocidade é insignificante.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>sha256</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Calcule SHA-256.</span> <span class="notranslate">Essa verificação é um pouco mais lenta que CRC32 e CRC64.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="notranslate">A integridade dos cabeçalhos <b>.xz</b> é sempre verificada com o CRC32.</span> <span class="notranslate">Não é possível alterá-lo ou desativá-lo.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-0</b> &#8230; <b>-9</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Selecione um nível predefinido de compactação.</span> <span class="notranslate">O padrão é <b>-6</b> .</span> <span class="notranslate">Se vários níveis predefinidos forem especificados, o último entrará em vigor.</span> <span class="notranslate">Se uma cadeia de filtros personalizada já foi especificada, a configuração de um nível predefinido de compactação limpa a cadeia de filtros personalizada.</span></p>
<p><span class="notranslate">As diferenças entre as predefinições são mais significativas do que com <b>gzip</b> e <b>bzip2</b> .</span> <span class="notranslate">As configurações de compactação selecionadas determinam os requisitos de memória do descompactador, portanto, o uso de um nível predefinido muito alto pode dificultar a descompactação do arquivo em um sistema antigo com pouca RAM.</span> <span class="notranslate">Especificamente, não é uma boa ideia usar cegamente <b>-9</b> para tudo como costuma acontecer com <b>gzip</b> e <b>bzip2</b> .</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-0</b> &#8230; <b>-3</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Essas são predefinições um tanto rápidas.</span> <span class="notranslate"><b>-0</b> às vezes é mais rápido que <b>gzip -9</b> enquanto comprime muito melhor.</span> <span class="notranslate">Os mais altos geralmente têm velocidade comparável ao <b>bzip2</b> com taxa de compactação comparável ou melhor, embora os resultados dependam muito do tipo de dados que está sendo compactado.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-4</b> &#8230; <b>-6</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Compressão boa a muito boa, mantendo o uso da memória descompressor razoável, mesmo para sistemas antigos.</span> <span class="notranslate"><b>-6</b> é o padrão, o que geralmente é uma boa escolha, por exemplo, para a distribuição de arquivos que precisam ser descompactáveis, mesmo em sistemas com apenas 16 MiB de RAM.</span> <span class="notranslate">( <b>-5e</b> ou <b>-6e também</b> pode ser considerado. Consulte &#8211; <b>extremo</b> .)</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-7</b> &#8230; <b>-9</b></span></td>
<td><span class="notranslate">São como <b>-6,</b> mas com requisitos mais altos de memória para compressor e descompressor.</span> <span class="notranslate">Eles são úteis apenas ao compactar arquivos maiores que 8 MiB, 16 MiB e 32 MiB, respectivamente.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="notranslate">No mesmo hardware, a velocidade de descompressão é aproximadamente um número constante de bytes de dados compactados por segundo.</span> <span class="notranslate">Em outras palavras, quanto melhor a compactação, mais rápida será a descompactação.</span> <span class="notranslate">Isso também significa que a quantidade de saída não compactada produzida por segundo pode variar muito.</span></p>
<p><span class="notranslate">A tabela a seguir resume os recursos das predefinições:</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcy">
<th><span class="notranslate"><b>Predefinição</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>DictSize</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>CompCPU</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>CompMem</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>DecMem</b></span></th>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-0</b></span></td>
<td><span class="notranslate">256 KiB</span></td>
<td><span class="notranslate">0 0</span></td>
<td><span class="notranslate">3 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">1 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-1</b></span></td>
<td><span class="notranslate">1 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">1</span></td>
<td><span class="notranslate">9 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">2 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-2</b></span></td>
<td><span class="notranslate">2 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">2</span></td>
<td><span class="notranslate">17 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">3 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-3</b></span></td>
<td><span class="notranslate">4 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">3</span></td>
<td><span class="notranslate">32 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">5 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-4</b></span></td>
<td><span class="notranslate">4 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">4</span></td>
<td><span class="notranslate">48 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">5 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-5</b></span></td>
<td><span class="notranslate">8 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">5</span></td>
<td><span class="notranslate">94 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">9 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-6</b></span></td>
<td><span class="notranslate">8 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">6</span></td>
<td><span class="notranslate">94 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">9 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-7</b></span></td>
<td><span class="notranslate">16 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">6</span></td>
<td><span class="notranslate">186 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">17 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-8</b></span></td>
<td><span class="notranslate">32 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">6</span></td>
<td><span class="notranslate">370 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">33 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-9</b></span></td>
<td><span class="notranslate">64 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">6</span></td>
<td><span class="notranslate">674 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">65 MiB</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="notranslate">Descrições da coluna:</span></p>
<p><span class="notranslate">• <b>DictSize</b> é o tamanho do dicionário LZMA2.</span> <span class="notranslate">É perda de memória usar um dicionário maior que o tamanho do arquivo descompactado.</span> <span class="notranslate">É por isso que é bom evitar o uso das predefinições <b>-7</b> &#8230; <b>-9</b> quando não há uma necessidade real delas.</span> <span class="notranslate">Em <b>-6</b> e inferior, a quantidade de memória desperdiçada geralmente é baixa o suficiente para não importar.</span></p>
<p><span class="notranslate">• <b>CompCPU</b> é uma representação simplificada das configurações do LZMA2 que afetam a velocidade de compactação.</span> <span class="notranslate">O tamanho do dicionário também afeta a velocidade, portanto, enquanto a CompCPU é a mesma para os níveis <b>-6</b> &#8230; <b>-9</b> , os níveis mais altos ainda tendem a ser um pouco mais lentos.</span> <span class="notranslate">Para obter uma compactação ainda mais lenta e, portanto, possivelmente melhor, consulte <b>&#8211;extreme</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">• <b>CompMem</b> contém os requisitos de memória do compressor no modo de rosca única.</span> <span class="notranslate">Pode variar um pouco entre as versões <b>xz</b> .</span> <span class="notranslate">Os requisitos de memória de alguns dos futuros modos multithread podem ser dramaticamente mais altos que os do modo single-threaded.</span></p>
<p><span class="notranslate">• <b>DecMem</b> contém os requisitos de memória do descompactador.</span> <span class="notranslate">Ou seja, as configurações de compactação determinam os requisitos de memória do descompactador.</span> <span class="notranslate">O uso exato da memória do descompressor é um pouco maior que o tamanho do dicionário LZMA2, mas os valores na tabela foram arredondados para o próximo MiB completo.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-e</b> , <b>&#8211;extreme</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Use uma variante mais lenta do nível predefinido de compactação selecionado ( <b>-0</b> &#8230; <b>-9</b> ) para obter uma taxa de compactação um pouco melhor, mas com azar isso também pode piorar.</span> <span class="notranslate">O uso da memória do descompressor não é afetado, mas o uso da memória do compressor aumenta um pouco nos níveis predefinidos <b>-0</b> &#8230; <b>-3</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">Como existem duas predefinições com tamanhos de dicionário 4 MiB e 8 MiB, as predefinições <b>-3e</b> e <b>-5e</b> usam configurações um pouco mais rápidas (CompCPU inferior) que <b>-4e</b> e <b>-6e</b> , respectivamente.</span> <span class="notranslate">Dessa forma, não há duas predefinições idênticas.</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcy">
<th><span class="notranslate"><b>Predefinição</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>DictSize</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>CompCPU</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>CompMem</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>DecMem</b></span></th>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-0e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">256 KiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">4 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">1 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-1e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">1 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">13 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">2 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-2e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">2 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">25 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">3 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-3e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">4 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">7</span></td>
<td><span class="notranslate">48 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">5 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-4e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">4 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">48 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">5 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-5e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">8 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">7</span></td>
<td><span class="notranslate">94 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">9 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-6e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">8 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">94 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">9 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-7e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">16 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">186 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">17 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-8e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">32 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">370 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">33 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-9e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">64 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">674 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">65 MiB</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="notranslate">Por exemplo, há um total de quatro predefinições que usam o dicionário 8 MiB, cuja ordem do mais rápido ao mais lento é <b>-5</b> , <b>-6</b> , <b>-5e</b> e <b>-6e</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;fast</b> , <b>&#8211;best</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Esses são aliases um tanto enganosos para <b>-0</b> e <b>-9</b> , respectivamente.</span> <span class="notranslate">Eles são fornecidos apenas para compatibilidade com versões anteriores do LZMA Utils.</span> <span class="notranslate">Evite usar essas opções.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;block-size =</b> <i>size</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Ao compactar para o formato <b>.xz</b> , divida os dados de entrada em blocos de bytes de tamanho.</span> <span class="notranslate">Os blocos são compactados independentemente um do outro.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;memlimit-compress =</b> <i>limit</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Defina um limite de uso de memória para compactação.</span> <span class="notranslate">Se esta opção for especificada várias vezes, a última entrará em vigor.</span></p>
<p><span class="notranslate">Se as configurações de compactação excederem o limite, <b>xz</b> ajustará as configurações para baixo para que o limite não seja mais excedido e exibirá um aviso de que o ajuste automático foi feito.</span> <span class="notranslate">Esses ajustes não são feitos ao compactar com <b>&#8211;format = raw</b> ou se <b>&#8211;no-</b> <b>Adjust</b> for especificado.</span> <span class="notranslate">Nesses casos, um erro é exibido e <b>xz</b> sai com o status de saída <b>1</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">O limite pode ser especificado de várias maneiras:</span></p>
<p><span class="notranslate">• O limite pode ser um valor absoluto em bytes.</span> <span class="notranslate">Usar um sufixo inteiro como MiB pode ser útil.</span> <span class="notranslate">Exemplo: <b>&#8211;memlimit-compress = 80MiB</b></span></p>
<p><span class="notranslate">• O limite pode ser especificado como uma porcentagem da memória física total (RAM).</span> <span class="notranslate">Isso pode ser útil especialmente ao definir a variável de ambiente XZ_DEFAULTS em um script de inicialização do shell que é compartilhado entre computadores diferentes.</span> <span class="notranslate">Dessa forma, o limite é automaticamente maior em sistemas com mais memória.</span> <span class="notranslate">Exemplo: <b>&#8211;memlimit-compress = 70%</b></span></p>
<p><span class="notranslate">• O limite pode ser redefinido de volta ao seu valor padrão, definindo-o como <b>0</b> , que atualmente é equivalente a definir o limite para <b>max</b> (sem limite de uso de memória).</span> <span class="notranslate">Depois que o suporte a multithreading é implementado, pode haver uma diferença entre <b>0</b> e <b>max</b> para o caso multithread, portanto, é recomendável usar <b>0 em</b> vez de <b>max</b> até que os detalhes sejam decididos.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;memlimit-decompress =</b> <i>limit</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Defina um limite de uso de memória para descompactação.</span> <span class="notranslate">Isso também afeta o modo <b>&#8211;list</b> .</span> <span class="notranslate">Se a operação não for possível sem exceder o limite, <b>xz</b> exibirá um erro e a descompactação do arquivo falhará.</span> <span class="notranslate">Veja <b>&#8211;memlimit-compress =</b> <i>limit</i> para formas possíveis de especificar o limite.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-M</b> <i>limite</i> , <b>&#8211;memlimit =</b> <i>limite</i> , <b>&#8211;memory =</b> <i>limite</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Esta opção é equivalente a especificar <b>&#8211;memlimit-compress =</b> <i>limit</i> <b>&#8211;memlimit-decompress =</b> <i>limit</i> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211; sem ajuste</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Exiba um erro e saia se as configurações de compactação excederem o limite de uso de memória.</span> <span class="notranslate">O padrão é ajustar as configurações para baixo, para que o limite de uso da memória não seja excedido.</span> <span class="notranslate">O ajuste automático é sempre desativado ao criar fluxos brutos ( <b>&#8211;format = bruto</b> ).</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-T</b> <i>threads</i> , <b>&#8211;threads =</b> <i>threads</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o número de threads de trabalho a serem usados.</span> <span class="notranslate">O número real de threads pode ser menor que threads, se o uso de mais threads exceder o limite de uso de memória.</span></p>
<p><span class="notranslate">A compactação e descompactação multithread ainda não foram implementadas, portanto, esta opção não tem efeito no momento.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Correntes de filtro de compressor personalizadas</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Uma cadeia de filtros personalizada permite especificar as configurações de compactação em detalhes, em vez de depender das configurações associadas aos níveis predefinidos.</span> <span class="notranslate">Quando uma cadeia de filtros personalizada é especificada, as opções de nível de predefinição de compactação ( <b>-0</b> &#8230; <b>-9</b> e <b>&#8211;extreme</b> ) são ignoradas silenciosamente.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Uma cadeia de filtros é comparável à tubulação na linha de comando.</span> <span class="notranslate">Ao compactar, a entrada não compactada vai para o primeiro filtro, cuja saída vai para o próximo filtro (se houver).</span> <span class="notranslate">A saída do último filtro é gravada no arquivo compactado.</span> <span class="notranslate">O número máximo de filtros na cadeia é quatro, mas geralmente uma cadeia de filtros possui apenas um ou dois filtros.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Muitos filtros têm limitações sobre onde eles podem estar na cadeia de filtros: alguns filtros podem funcionar apenas como o último filtro da cadeia, outros apenas como um filtro não-último e alguns funcionam em qualquer posição na cadeia.</span> <span class="notranslate">Dependendo do filtro, essa limitação é inerente ao design do filtro ou existe para evitar problemas de segurança.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Uma cadeia de filtros personalizada é especificada usando uma ou mais opções de filtro na ordem em que são desejadas na cadeia de filtros.</span> <span class="notranslate">Ou seja, a ordem das opções de filtro é significativa!</span> <span class="notranslate">Ao decodificar fluxos brutos ( <b>&#8211;format = bruto</b> ), a cadeia do filtro é especificada na mesma ordem em que foi especificada ao compactar.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Os filtros aceitam opções específicas de filtro como uma lista separada por vírgula.</span> <span class="notranslate">Vírgulas extras nas opções são ignoradas.</span> <span class="notranslate">Cada opção tem um valor padrão, portanto, você precisa especificar apenas aqueles que deseja alterar.</span></p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;lzma1</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ], <b>&#8211;lzma2</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></td>
<td><span class="notranslate">Adicione o filtro LZMA1 ou LZMA2 à cadeia de filtros.</span> <span class="notranslate">Esses filtros podem ser usados ​​apenas como o último filtro na cadeia.</span></p>
<p><span class="notranslate">O LZMA1 é um filtro herdado, suportado quase exclusivamente devido ao formato de arquivo <b>.lzma</b> herdado, que suporta apenas o LZMA1.</span> <span class="notranslate">LZMA2 é uma versão atualizada do LZMA1 para corrigir alguns problemas práticos do LZMA1.</span> <span class="notranslate">O formato <b>.xz</b> usa LZMA2 e não oferece suporte a LZMA1.</span> <span class="notranslate">A velocidade de compressão e as proporções de LZMA1 e LZMA2 são praticamente as mesmas.</span></p>
<p><span class="notranslate">LZMA1 e LZMA2 compartilham o mesmo conjunto de opções:</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>predefinição =</b> <i>predefinição</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Redefina todas as opções LZMA1 ou LZMA2 para <i>predefinir</i> .</span> <span class="notranslate">A predefinição consiste em um número inteiro, que pode ser seguido por modificadores de predefinição de uma letra.</span> <span class="notranslate">O número inteiro pode ser de <b>0</b> a <b>9</b> , correspondendo às opções de linha de comando <b>-0</b> &#8230; <b>-9</b> .</span> <span class="notranslate">O único modificador suportado atualmente é <b>e</b> , que corresponde a <b>&#8211;extreme</b> .</span> <span class="notranslate">A predefinição padrão é <b>6</b> , da qual os valores padrão para o restante das opções LZMA1 ou LZMA2 são obtidos.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>dict =</b> <i>size</i></span></td>
<td><span class="notranslate">O tamanho do dicionário (buffer de histórico) indica quantos bytes dos dados não compactados processados ​​recentemente são mantidos na memória.</span> <span class="notranslate">O algoritmo tenta encontrar sequências de bytes repetidas (correspondências) nos dados não compactados e substituí-los por referências aos dados atualmente no dicionário.</span> <span class="notranslate">Quanto maior o dicionário, maior a chance de encontrar uma correspondência.</span> <span class="notranslate">Portanto, aumentar o tamanho do dicionário geralmente melhora a taxa de compactação, mas um dicionário maior que o arquivo não compactado é desperdício de memória.</span></p>
<p><span class="notranslate">O tamanho típico do dicionário é de 64 KiB a 64 MiB.</span> <span class="notranslate">O mínimo é 4 KiB.</span> <span class="notranslate">O máximo para compactação atualmente é de 1,5 GiB (1536 MiB).</span> <span class="notranslate">O descompactador já suporta dicionários de até um byte a menos de 4 GiB, que é o máximo para os formatos de fluxo LZMA1 e LZMA2.</span></p>
<p><span class="notranslate">O tamanho do dicionário e o localizador de correspondência (mf) juntos determinam o uso de memória do codificador LZMA1 ou LZMA2.</span> <span class="notranslate">O mesmo tamanho (ou maior) de dicionário é necessário para descompactar que foi usado durante a compactação, portanto, o uso de memória do decodificador é determinado pelo tamanho do dicionário usado durante a compactação.</span> <span class="notranslate">Os cabeçalhos .xz armazenam o tamanho do dicionário como 2 ^ n ou 2 ^ n + 2 ^ (n-1), portanto esses tamanhos são preferidos para compactação.</span> <span class="notranslate">Outros tamanhos serão arredondados quando armazenados nos cabeçalhos .xz.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>lc =</b> <i>lc</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o número de bits de contexto literais.</span> <span class="notranslate">O mínimo é <b>0</b> e o máximo é <b>4</b> ;</span> <span class="notranslate">o padrão é <b>3</b> .</span> <span class="notranslate">Além disso, a soma de <b>lc</b> e <b>lp</b> não deve exceder <b>4</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">Todos os bytes que não podem ser codificados como correspondências são codificados como literais.</span> <span class="notranslate">Ou seja, literais são bytes de 8 bits codificados um de cada vez.</span></p>
<p><span class="notranslate">A codificação literal assume que os bits <b>lc</b> mais altos do byte descompactado anterior se correlacionam com o próximo byte.</span> <span class="notranslate">Por exemplo, no texto típico em inglês, uma letra maiúscula é geralmente seguida por uma letra minúscula e uma letra minúscula é geralmente seguida por outra letra minúscula.</span> <span class="notranslate">No conjunto de caracteres US-ASCII, os três bits mais altos são 010 para letras maiúsculas e 011 para letras minúsculas.</span> <span class="notranslate">Quando <b>lc</b> é pelo menos 3, a codificação literal pode tirar proveito dessa propriedade nos dados não compactados.</span></p>
<p><span class="notranslate">O valor padrão ( <b>3</b> ) geralmente é bom.</span> <span class="notranslate">Se você deseja uma compressão máxima, teste <b>lc = 4</b> .</span> <span class="notranslate">Às vezes, ajuda um pouco e às vezes piora a compactação.</span> <span class="notranslate">Se piorar, teste, por exemplo, <b>lc = 2</b> também.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>lp =</b> <i>lp</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o número de bits de posição literais.</span> <span class="notranslate">O mínimo é <b>0</b> e o máximo é <b>4</b> ;</span> <span class="notranslate">o padrão é <b>0</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>Lp</b> afeta que tipo de alinhamento nos dados não compactados é assumido ao codificar literais.</span> <span class="notranslate">Veja a <b>pb</b> abaixo para obter mais informações sobre alinhamento.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>pb =</b> <i>pb</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o número de bits de posição.</span> <span class="notranslate">O mínimo é <b>0</b> e o máximo é <b>4</b> ;</span> <span class="notranslate">o padrão é <b>2</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>O Pb</b> afeta em geral o tipo de alinhamento nos dados não compactados.</span> <span class="notranslate">O padrão significa alinhamento de quatro bytes (2 ^ pb = 2 ^ 2 = 4), o que geralmente é uma boa opção quando não há melhor estimativa.</span></p>
<p><span class="notranslate">Quando o alinhamento é conhecido, definir <b>pb</b> adequadamente pode reduzir um pouco o tamanho do arquivo.</span> <span class="notranslate">Por exemplo, com arquivos de texto com alinhamento de um byte (US-ASCII, ISO-8859- *, UTF-8), a configuração <b>pb = 0</b> pode melhorar um pouco a compactação.</span> <span class="notranslate">Para texto UTF-16, <b>pb = 1</b> é uma boa escolha.</span> <span class="notranslate">Se o alinhamento for um número ímpar, como 3 bytes, <b>pb = 0</b> pode ser a melhor opção.</span></p>
<p><span class="notranslate">Embora o alinhamento assumido possa ser ajustado com <b>pb</b> e <b>lp</b> , o LZMA1 e o LZMA2 ainda favorecem levemente o alinhamento de 16 bytes.</span> <span class="notranslate">Vale a pena levar em consideração ao projetar formatos de arquivo que provavelmente são compactados com o LZMA1 ou LZMA2.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>mf =</b> <i>mf</i></span></td>
<td><span class="notranslate">O Match Finder tem um efeito importante na velocidade do codificador, no uso da memória e na taxa de compactação.</span> <span class="notranslate">Normalmente, os localizadores de correspondências Hash Chain são mais rápidos que os localizadores de correspondências da Árvore Binária.</span> <span class="notranslate">O padrão depende da predefinição: <b>0</b> usa <b>hc3</b> , <b>1</b> &#8211; <b>3</b> usa <b>hc4</b> e o restante usa <b>bt4</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">Os seguintes localizadores de correspondência são suportados.</span> <span class="notranslate">As fórmulas de uso de memória abaixo são aproximações aproximadas, mais próximas da realidade quando o <b>ditado</b> é uma potência de dois.</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>hc3</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Cadeia de hash com hash de 2 e 3 bytes</span><br />
<span class="notranslate">Valor mínimo para nice: 3</span><br />
<span class="notranslate">Uso de memória:</span><br />
<span class="notranslate">dict * 7,5 (se dict &lt;= 16 MiB);</span><br />
<span class="notranslate">dict * 5.5 + 64 MiB (se dict&gt; 16 MiB)</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>hc4</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Cadeia de hash com hash de 2, 3 e 4 bytes</span><br />
<span class="notranslate">Valor mínimo para nice: 4</span><br />
<span class="notranslate">Uso de memória:</span><br />
<span class="notranslate">dict * 7,5 (se dict &lt;= 32 MiB);</span><br />
<span class="notranslate">dict * 6.5 (se dict&gt; 32 MiB)</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>bt2</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Árvore binária com hash de 2 bytes</span><br />
<span class="notranslate">Valor mínimo para nice: 2</span><br />
<span class="notranslate">Uso de memória: dict * 9.5</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>bt3</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Árvore binária com hash de 2 e 3 bytes</span><br />
<span class="notranslate">Valor mínimo para nice: 3</span><br />
<span class="notranslate">Uso de memória:</span><br />
<span class="notranslate">dict * 11,5 (se dict &lt;= 16 MiB);</span><br />
<span class="notranslate">dict * 9.5 + 64 MiB (se dict&gt; 16 MiB)</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>bt4</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Árvore binária com hash de 2, 3 e 4 bytes</span><br />
<span class="notranslate">Valor mínimo para nice: 4</span><br />
<span class="notranslate">Uso de memória:</span><br />
<span class="notranslate">dict * 11,5 (se dict &lt;= 32 MiB);</span><br />
<span class="notranslate">dict * 10.5 (se dict&gt; 32 MiB)</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>mode =</b> <i>mode</i></span></td>
<td><span class="notranslate">O modo de compactação especifica o método para analisar os dados produzidos pelo localizador de correspondências.</span> <span class="notranslate">Os modos suportados são <b>rápidos</b> e <b>normais</b> .</span> <span class="notranslate">O padrão é rápido para as predefinições <b>0</b> &#8211; <b>3</b> e normal para as predefinições <b>4</b> &#8211; <b>9</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">Geralmente, o <b>fast</b> é usado com os localizadores de correspondências Hash Chain e o <b>normal</b> com os localizadores de correspondências da Árvore Binária, que também é o que as predefinições fazem.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>nice =</b> <i>nice</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o que é considerado um bom comprimento para uma partida.</span> <span class="notranslate">Uma vez encontrada uma correspondência de pelo menos bytes agradáveis, o algoritmo para de procurar correspondências possivelmente melhores.</span></p>
<p><span class="notranslate">Nice pode ter 2-273 bytes.</span> <span class="notranslate">Valores mais altos tendem a fornecer uma melhor taxa de compressão às custas da velocidade.</span> <span class="notranslate">O padrão depende da predefinição.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>profundidade =</b> <i>profundidade</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique a profundidade máxima de pesquisa no localizador de correspondências.</span> <span class="notranslate">O padrão é o valor especial de <b>0</b> , que faz o compressor determinar uma profundidade razoável de <b>mf</b> e <b>agradável</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">A profundidade razoável para cadeias de hash é de <b>4 a</b> <b>100</b> e <b>16 a</b> <b>1000</b> para árvores binárias.</span> <span class="notranslate">O uso de valores muito altos para profundidade pode tornar o codificador extremamente lento em alguns arquivos.</span> <span class="notranslate">Evite definir a profundidade acima de <b>1000, a</b> menos que esteja preparado para interromper a compactação, caso esteja demorando muito.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="notranslate">Ao decodificar fluxos brutos ( <b>&#8211;format = bruto</b> ), o LZMA2 precisa apenas do tamanho do dicionário.</span> <span class="notranslate">O LZMA1 também precisa de <b>lc</b> , <b>lp</b> e <b>pb</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;x86</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>&#8211;powerpc</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>&#8211;ia64</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>&#8211;arm</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>&#8211;armthumb</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>&#8211;sparc</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></td>
<td><span class="notranslate">Adicione um filtro de ramificação / chamada / salto (BCJ) à cadeia de filtros.</span> <span class="notranslate">Esses filtros podem ser usados ​​apenas como um filtro não-último na cadeia de filtros.</span></p>
<p><span class="notranslate">Um filtro BCJ converte endereços relativos no código da máquina em seus equivalentes absolutos.</span> <span class="notranslate">Isso não altera o tamanho dos dados, mas aumenta a redundância, o que pode ajudar o LZMA2 a produzir um arquivo .xz 0-15% menor.</span> <span class="notranslate">Os filtros BCJ são sempre reversíveis; portanto, o uso de um filtro BCJ para dados incorretos não causa perda de dados, embora possa piorar um pouco a taxa de compactação.</span></p>
<p><span class="notranslate">É bom aplicar um filtro BCJ em um executável inteiro;</span> <span class="notranslate">não há necessidade de aplicá-lo apenas na seção executável.</span> <span class="notranslate">A aplicação de um filtro BCJ em um archive que contém arquivos executáveis ​​e não executáveis ​​pode ou não dar bons resultados; portanto, geralmente não é bom aplicar cegamente um filtro BCJ ao compactar pacotes binários para distribuição.</span></p>
<p><span class="notranslate">Esses filtros BCJ são muito rápidos e usam uma quantidade insignificante de memória.</span> <span class="notranslate">Se um filtro BCJ melhorar a taxa de compactação de um arquivo, ele poderá melhorar a velocidade de descompactação ao mesmo tempo.</span> <span class="notranslate">Isso ocorre porque, no mesmo hardware, a velocidade de descompressão do LZMA2 é aproximadamente um número fixo de bytes de dados compactados por segundo.</span></p>
<p><span class="notranslate">Esses filtros BCJ têm problemas conhecidos relacionados à taxa de compactação:</span></p>
<p><span class="notranslate">• Alguns tipos de arquivos que contêm código executável (por exemplo, arquivos de objeto, bibliotecas estáticas e módulos de kernel do Linux) têm os endereços nas instruções preenchidos com valores de preenchimento.</span> <span class="notranslate">Esses filtros BCJ ainda farão a conversão de endereço, o que tornará a compactação pior com esses arquivos.</span></p>
<p><span class="notranslate">• A aplicação de um filtro BCJ em um arquivo contendo vários executáveis ​​semelhantes pode piorar a taxa de compactação do que não usar um filtro BCJ.</span> <span class="notranslate">Isso ocorre porque o filtro BCJ não detecta os limites dos arquivos executáveis ​​e não redefine o contador de conversão de endereços para cada executável.</span></p>
<p><span class="notranslate">Ambos os problemas acima serão corrigidos no futuro em um novo filtro.</span> <span class="notranslate">Os antigos filtros BCJ ainda serão úteis em sistemas embarcados, porque o decodificador do novo filtro será maior e usará mais memória.</span></p>
<p><span class="notranslate">Conjuntos de instruções diferentes têm alinhamento diferente:</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcy">
<th><span class="notranslate"><b>filtro</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>alinhamento</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>notas</b></span></th>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>x86</b></span></td>
<td><span class="notranslate">1</span></td>
<td><span class="notranslate">X86 de 32 ou 64 bits</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>PowerPC</b></span></td>
<td><span class="notranslate">4</span></td>
<td><span class="notranslate">Apenas Big Endian</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>BRAÇO</b></span></td>
<td><span class="notranslate">4</span></td>
<td><span class="notranslate">Apenas Little Endian</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>ARM-Thumb</b></span></td>
<td><span class="notranslate">2</span></td>
<td><span class="notranslate">Apenas Little Endian</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>IA-64</b></span></td>
<td><span class="notranslate">16</span></td>
<td><span class="notranslate">Grande ou pequeno endian</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>SPARC</b></span></td>
<td><span class="notranslate">4</span></td>
<td><span class="notranslate">Grande ou pequeno endian</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="notranslate">Como os dados filtrados por BCJ geralmente são compactados com LZMA2, a taxa de compactação pode ser ligeiramente melhorada se as opções de LZMA2 estiverem definidas para corresponder ao alinhamento do filtro BCJ selecionado.</span> <span class="notranslate">Por exemplo, com o filtro IA-64, é bom definir pb = 4 com LZMA2 (2 ^ 4 = 16).</span> <span class="notranslate">O filtro x86 é uma exceção;</span> <span class="notranslate">geralmente é bom manter o alinhamento padrão de quatro bytes do LZMA2 ao compactar executáveis ​​x86.</span></p>
<p><span class="notranslate">Todos os filtros BCJ suportam as mesmas opções:</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>start =</b> <i>offset</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o deslocamento inicial que é usado ao converter entre endereços relativos e absolutos.</span> <span class="notranslate">O deslocamento deve ser múltiplo do alinhamento do filtro (consulte a tabela acima).</span> <span class="notranslate">O padrão é zero.</span> <span class="notranslate">Na prática, o padrão é bom;</span> <span class="notranslate">especificar um deslocamento personalizado quase nunca é útil.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;delta</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></td>
<td><span class="notranslate">Adicione o filtro Delta à cadeia de filtros.</span> <span class="notranslate">O filtro Delta pode ser usado apenas como um filtro não-último na cadeia de filtros.</span></p>
<p><span class="notranslate">Atualmente, apenas o cálculo simples do delta em bytes é suportado.</span> <span class="notranslate">Pode ser útil ao compactar, por exemplo, imagens bitmap não compactadas ou áudio PCM não compactado.</span> <span class="notranslate">No entanto, algoritmos de finalidade especial podem fornecer resultados significativamente melhores que o Delta + LZMA2.</span> <span class="notranslate">Isso é verdade especialmente com o áudio, que comprime mais rápido e melhor, por exemplo, com flac .</span> <span class="notranslate">Opções suportadas:</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>dist =</b> <i>distância</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique a distância do cálculo delta em bytes.</span> <span class="notranslate">A <i>distância</i> deve ser de <b>1 a</b> <b>256</b> .</span> <span class="notranslate">O padrão é <b>1</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">Por exemplo, com <b>dist = 2</b> e entrada de oito bytes <b>A1 B1 A2 B3 A3 B5 A4 B7</b> , a saída será <b>A1 B1 01 02 01 02 01 02</b> .</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Outras opções</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-q</b> , <b>&#8211;quiet</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Suprimir avisos e avisos.</span> <span class="notranslate">Especifique isso duas vezes para suprimir erros também.</span> This option has no effect on the exit status. That is, even if a warning was suppressed, the exit status to indicate a warning is still used.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-v</b> , <b>&#8211;verbose</b></span></td>
<td>Be verbose . If standard error is connected to a terminal, <b>xz</b> displays a progress indicator. Specifying <b>&#8211;verbose</b> twice gives even more verbose output.</p>
<p>The progress indicator shows the following information:</p>
<p>• Completion percentage is shown if the size of the input file is known. That is, the percentage cannot be shown in pipes.</p>
<p>• Amount of compressed data produced (compressing) or consumed (decompressing).</p>
<p>• Amount of uncompressed data consumed (compressing) or produced (decompressing).</p>
<p>• Compression ratio, which is calculated by dividing the amount of compressed data processed so far by the amount of uncompressed data processed so far.</p>
<p>• Compression or decompression speed. This is measured as the amount of uncompressed data consumed (compression) or produced (decompression) per second. It is shown after a few seconds have passed since xz started processing the file.</p>
<p>• Elapsed time in the format <b>M:SS</b> or <b>H:MM:SS</b> .</p>
<p>• Estimated remaining time is shown only when the size of the input file is known and a couple of seconds have already passed since xz started processing the file. The time is shown in a less precise format which never has any colons, eg, 2 min 30 s.</p>
<p>When standard error is not a terminal, <b>&#8211;verbose</b> will make <b>xz</b> print the file name, compressed size, uncompressed size, compression ratio, and possibly also the speed and elapsed time on a single line to standard error after compressing or decompressing the file. The speed and elapsed time are included only when the operation took at least a few seconds. If the operation didn&#8217;t finish, eg, due to user interruption, also the completion percentage is printed if the size of the input file is known.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><b>-Q</b> , <b>&#8211;no-warn</b></td>
<td>Don&#8217;t set the exit status to <b>2</b> even if a condition worth a warning was detected. This option doesn&#8217;t affect the verbosity level, thus both <b>&#8211;quiet</b> and <b>&#8211;no-warn</b> have to be used to not display warnings and to not alter the exit status.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><b>&#8211;robot</b></td>
<td>Imprima mensagens em um formato analisável por máquina. Isso visa facilitar a criação de front-end que desejam usar <b>xz em</b> vez de liblzma, o que pode ser o caso de vários scripts. A saída com esta opção ativada deve ser estável nas versões <b>xz</b> . Veja a seção MODO ROBÔ para detalhes.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><b>&#8211;info-memory</b></td>
<td>Exiba, em formato legível por humanos, a quantidade de memória física (RAM) <b>xz</b> que o sistema possui e os limites de uso de memória para compactação e descompactação, e saia com êxito.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-h</b> , <b>&#8211;help</b></span></td>
<td>Exiba uma mensagem de ajuda descrevendo as opções mais usadas e saia com sucesso.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><b>-H</b> , <b>&#8211;long-help</b></td>
<td>Exiba uma mensagem de ajuda descrevendo todos os recursos do <b>xz</b> e saia com sucesso.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-V</b> , <b>&#8211;version</b></span></td>
<td>Exibir o número da versão <b>xz</b> e liblzma em formato legível. Para obter a saída de máquina-parsable, especifique <b>&#8211;robot</b> antes <b>&#8211;version</b> .</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Modo robô</span></h2>
<p class="tab">O modo robô é ativado com a opção <b>&#8211;robot</b> . Torna a saída do <b>xz</b> mais fácil de analisar por outros programas. Atualmente <b>&#8211;robot</b> é suportado apenas junto com <b>&#8211;version</b> , <b>&#8211;info-memory</b> e <b>&#8211;list</b> . Ele será suportado para compactação e descompactação normal no futuro.</p>
<h2>Modo robô: versão</h2>
<p class="tab"><b>xz &#8211;robot &#8211;version</b> imprimirá o número da versão de <b>xz</b> e liblzma no seguinte formato:</p>
<pre class="tab">XZ_VERSION = <i>XYYYZZZS</i> 
LIBLZMA_VERSION = <i>XYYYZZZS</i>
</pre>
<p class="tab">Aqui está o que o número da versão significa, parte por parte:</p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><i>X</i></span></td>
<td>Versão principal.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><i>AAAA</i></td>
<td>Versão secundária. Números pares são estáveis. Os números ímpares são versões alfa ou beta.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><i>ZZZ</i></td>
<td>Nível de patch para versões estáveis ​​ou um contador para versões de desenvolvimento.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><i>S</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Estabilidade.</span> <b>0</b> é alfa, <b>1</b> é beta e <b>2</b> é estável. <i>S</i> deve ser sempre <b>2</b> quando <i>AA</i> for igual.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><i>XYYYZZZS</i></td>
<td>São iguais nas duas linhas se <b>xz</b> e liblzma forem da mesma versão do XZ Utils.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="tab">Exemplos: 4.999.9beta é <b>49990091</b> e 5.0.0 é <b>50000002</b> .</p>
<h2>Modo de robô: informações de limite de memória</h2>
<p class="tab"><b>xz &#8211;robot &#8211;info-memory</b> prints a single line with three tab-separated columns:</p>
<ul>
<li>Total amount of physical memory (RAM) in bytes</li>
<li>Memory usage limit for compression in bytes. A special value of zero indicates the default setting, which for single-threaded mode is the same as no limit.</li>
<li>Memory usage limit for decompression in bytes. A special value of zero indicates the default setting, which for single-threaded mode is the same as no limit.</li>
</ul>
<p class="tab">In the future, the output of <b>xz &#8211;robot &#8211;info-memory</b> may have more columns, but never more than a single line.</p>
<h2>Robot mode: list mode</h2>
<p class="tab"><b>xz &#8211;robot &#8211;list</b> uses tab-separated output. The first column of every line has a string that indicates the type of the information found on that line:</p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>nome</b></span></td>
<td>This is always the first line when starting to list a file. The second column on the line is the file name.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>Arquivo</b></span></td>
<td>This line contains overall information about the <b>.xz</b> file. This line is always printed after the name line.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><b>stream</b></td>
<td>This line type is used only when <b>&#8211;verbose</b> was specified. There are as many stream lines as there are streams in the <b>.xz</b> file.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>quadra</b></span></td>
<td>This line type is used only when <b>&#8211;verbose</b> was specified. There are as many block lines as there are blocks in the <b>.xz</b> file. The block lines are shown after all the stream lines; different line types are not interleaved.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>resumo</b></span></td>
<td>This line type is used only when <b>&#8211;verbose</b> was specified twice. This line is printed after all block lines. Like the file line, the summary line contains overall information about the <b>.xz</b> file.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><b>totals</b></td>
<td>This line is always the very last line of the list output. It shows the total counts and sizes.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="tab">The columns of the <b>file</b> lines are:</p>
<ol start="2">
<li>Number of streams in the file.</li>
<li>Total number of blocks in the stream(s.</li>
<li>Compressed size of the file.</li>
<li>Uncompressed size of the file.</li>
<li>Compression ratio, for example 0.123. If ratio is over 9.999, three dashes (&#8212;) are displayed instead of the ratio.</li>
<li>Lista separada por vírgula de nomes de verificação de integridade. As seguintes seqüências de caracteres são usadas para os tipos de verificação conhecidos: <b>Nenhum</b> , <b>CRC32</b> , <b>CRC64</b> e <b>SHA-256</b> . Para tipos de verificação desconhecidos, <i>Desconhecido-N</i> é usado, onde N é o <i>ID</i> da <i>verificação</i> como um número decimal (um ou dois dígitos).</li>
<li>Tamanho total do preenchimento de fluxo no arquivo.</li>
</ol>
<p class="tab">As colunas das linhas de <b>fluxo</b> são:</p>
<ol start="2">
<li>Número do fluxo (o primeiro fluxo é 1).</li>
<li>Número de blocos no fluxo.</li>
<li>Deslocamento de partida compactado.</li>
<li>Deslocamento inicial não compactado.</li>
<li>Tamanho compactado (não inclui preenchimento de fluxo).</li>
<li>Tamanho não compactado.</li>
<li>Taxa de compressão.</li>
<li>Nome da verificação de integridade.</li>
<li>Tamanho do preenchimento do fluxo.</li>
</ol>
<p class="tab">As colunas das linhas de <b>bloco</b> são:</p>
<ol start="2">
<li>Número do fluxo que contém este bloco.</li>
<li>Número do bloco relativo ao início do fluxo (o primeiro bloco é 1).</li>
<li>Número do bloco relativo ao início do arquivo.</li>
<li>Deslocamento inicial compactado em relação ao início do arquivo.</li>
<li>Deslocamento inicial não compactado em relação ao início do arquivo.</li>
<li>Tamanho total compactado do bloco (inclui cabeçalhos).</li>
<li>Tamanho não compactado.</li>
<li>Taxa de compressão.</li>
<li>Nome da verificação de integridade.</li>
</ol>
<p class="tab">Se <b>&#8211;verbose</b> foi especificado duas vezes, colunas adicionais serão incluídas nas linhas de <b>bloco</b> . Eles não são exibidos com um único <b>&#8211;verbose</b> , porque obter essas informações requer muitas buscas e, portanto, pode ser lento:</p>
<ol start="11">
<li>Valor da verificação de integridade em hexadecimal.</li>
<li>Bloquear tamanho do cabeçalho.</li>
<li>Sinalizadores de bloco: c indica que o tamanho compactado está presente e u indica que o tamanho não compactado está presente. Se o sinalizador não estiver definido, um traço (-) será mostrado para manter o comprimento da string fixo. Novos sinalizadores podem ser adicionados ao final da string no futuro.</li>
<li>Tamanho dos dados compactados reais no bloco (isso exclui os campos de cabeçalho, preenchimento e verificação).</li>
<li>Quantidade de memória (em bytes) necessária para descompactar esse bloco com esta versão xz.</li>
<li>Corrente do filtro. Observe que a maioria das opções usadas no momento da compactação não pode ser conhecida, porque apenas as opções necessárias para descompactação são armazenadas nos cabeçalhos .xz.</li>
</ol>
<p class="tab">As colunas das linhas de <b>resumo</b> são:</p>
<ol start="2">
<li>Quantidade de memória (em bytes) necessária para descompactar este arquivo com esta versão xz.</li>
<li>yes or no indicating if all block headers have both compressed size and uncompressed size stored in them since xz 5.1.2alpha.</li>
<li>Minimum xz version required to decompress the file.</li>
</ol>
<p class="tab">The columns of the <b>totals</b> line:</p>
<ol start="2">
<li>Number of streams.</li>
<li>Number of blocks.</li>
<li>Compressed size.</li>
<li>Uncompressed size.</li>
<li>Average compression ratio.</li>
<li>Comma-separated list of integrity check names that were present in the files.</li>
<li>Stream padding size.</li>
<li>Number of files. This is here to keep the order of the earlier columns the same as on file lines.</li>
</ol>
<p class="tab">If <b>&#8211;verbose</b> was specified twice, additional columns are included on the totals line:</p>
<ol start="10">
<li>Maximum amount of memory (in bytes) required to decompress the files with this <b>xz</b> version.</li>
<li>yes or no indicating if all block headers have both compressed size and uncompressed size stored in them.</li>
<li>Minimum <b>xz</b> version required to decompress the file.</li>
</ol>
<h2><span class="notranslate">Status de saída</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>0 0</b></span></td>
<td>Everything was successful.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>1</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Um erro ocorreu.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>2</b></span></td>
<td>Something worthy of a warning occurred, but no errors.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Meio Ambiente</span></h2>
<p class="tab"><b>xz</b> parses space-separated lists of options from the environment variables <b>XZ_DEFAULTS</b> and <b>XZ_OPT</b> , in this order, before parsing the options from the command line. Note that only options are parsed from the environment variables; all non-options are silently ignored.</p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><b>XZ_DEFAULTS</b></td>
<td>User-specific or system-wide default options. Often this is set in a shell initialization script to enable <b>xz</b> &#8216;s memory usage limiter by default. Excluding shell initialization scripts and similar special cases, scripts must never <b>set</b> or <b>unset</b> <b>XZ_DEFAULTS</b> .</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><b>XZ_OPT</b></td>
<td>This is for passing options to <b>xz</b> when it is not possible to set the options directly on the <b>xz</b> command line. This is the case eg, when <b>xz</b> is run by a script or tool, eg, GNU tar :</p>
<pre class="tcy"> XZ_OPT=-2v tar caf foo.tar.xz foo</pre>
<p>Os scripts podem usar XZ_OPT, por exemplo, para definir opções de compactação padrão específicas do script. Ainda é recomendável permitir que os usuários substituam XZ_OPT se isso for razoável, por exemplo, nos scripts sh, pode-se usar algo como isto:</p>
<pre class="tcy">XZ_OPT = $ {XZ_OPT - "- 7e"}; exportar XZ_OPT</pre>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2 id="examples"><span class="notranslate">Exemplos</span></h2>
<pre class="tcy tab"> xz foo</pre>
<p class="tab">Compacte o arquivo <b>foo</b> em <b>foo.xz</b> usando o nível de compactação padrão ( <b>-6</b> ) e remova <b>foo</b> se a compactação for bem-sucedida.</p>
<pre class="tcy tab"> xz -dk bar.xz</pre>
<p class="tab">Descomprimir <b>bar.xz</b> em <b>bar</b> e não remova <b>bar.xz</b> mesmo se descompressão é bem sucedida.</p>
<pre class="tcy tab">tar cf - baz | xz -4e&gt; baz.tar.xz</pre>
<p class="tab">Crie <b>baz.tar.xz</b> com a predefinição <b>-4e</b> ( <b>-4 &#8211;extreme</b> ), que é mais lenta que o padrão <b>-6</b> , mas precisa de menos memória para compactação e descompactação (48 MiB e 5 MiB, respectivamente).</p>
<pre class="tcy tab"> xz -dcf a.txt b.txt.xz c.txt d.txt.lzma&gt; abcd.txt</pre>
<p class="tab">Descompacte uma mistura de arquivos compactados e descompactados na saída padrão, usando um único comando.</p>
<h2 id="related"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>compactar</b> &#8211; Comprime um arquivo ou arquivos.</span><br />
<b>gzip</b> &#8211; Crie, modifique, liste o conteúdo e extraia arquivos dos arquivos zip do GNU.<br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-zip/"><b>zip</b></a> &#8211; Um utilitário de compactação e arquivamento.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comandos Linux &#8211; Comando logout</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-logout/</link>
					<comments>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-logout/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 23:10:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.linuxforce.com.br/?p=2149</guid>

					<description><![CDATA[Comando de saída do Linux Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando exit faz com que o shell saia. Descrição Sintaxe Exemplos Comandos relacionados Descrição Quando você executa exit , se houver trabalhos em execução em segundo plano, o shell lembrará que eles estão sendo executados e retornará você ao prompt de comando. Nesse caso, a saída de saída novamente encerrará esses trabalhos e sairá do shell. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span class="notranslate">Comando de saída do Linux</span></h1>
<div class="updated"></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="floatRight" src="https://www.computerhope.com/cdn/linux/exit.gif" alt="comando de saída" width="300" height="300" /></p>
<p class="intro"><span class="notranslate">Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando <b>exit</b> faz com que o shell saia.</span></p>
<div class="pagenav contents">
<ul>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Descrição</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Sintaxe</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Exemplos</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></a></li>
</ul>
</div>
<h2 id="desc"><span class="notranslate">Descrição</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Quando você executa <b>exit</b> , se houver trabalhos em execução em segundo plano, o shell lembrará que eles estão sendo executados e retornará você ao prompt de comando.</span> <span class="notranslate">Nesse caso, a <b>saída de saída</b> novamente encerrará esses trabalhos e sairá do shell.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Os aliases comuns para a <b>saída</b> incluem &#8221; <b>bye</b> &#8220;, &#8221; <b>logout</b> &#8221; e &#8221; <b>lo</b> &#8220;.</span></p>
<h2 id="syntax"><span class="notranslate">Sintaxe</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> Saída</span></pre>
<h2 id="related"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-login/"><b>login</b></a> &#8211; Inicia uma sessão em um sistema.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-csh/"><b>csh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do shell C.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-ksh/"><b>ksh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do shell Korn.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-sh/"><b>sh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do Bourne shell.</span></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-logout/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comandos Linux &#8211; Comando losetup</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-losetup/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 23:10:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.linuxforce.com.br/?p=2151</guid>

					<description><![CDATA[Comando losetup do Linux Nos sistemas operacionais Linux, o comando losetup configura e controla dispositivos de loop. Sintaxe Opções Criptografia Status de saída Limitações Exemplos Comandos relacionados Sintaxe losetup loopdev losetup -a arquivo losetup -j [-o offset ] losetup -d loopdev ... losetup -f losetup [criptografia {-e &#124; -E}] [-o offset ] [--sizelimit size ] [-p pfd [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span class="notranslate">Comando losetup do Linux</span></h1>
<div class="updated"></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="floatRight" src="https://www.computerhope.com/cdn/linux/losetup.gif" alt="comando losetup" width="300" height="300" /></p>
<p class="intro"><span class="notranslate">Nos sistemas operacionais Linux, o comando <b>losetup</b> configura e controla dispositivos de loop.</span></p>
<div class="pagenav contents">
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><span class="notranslate"><a href="#Sintaxe">Sintaxe</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#Opções">Opções</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#Criptografia">Criptografia</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#Status de saída">Status de saída</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#Limitações">Limitações</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#Exemplos">Exemplos</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#Comandos relacionados">Comandos relacionados</a></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
</div>
<h2 id="syntax"><span class="notranslate">Sintaxe</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup <i>loopdev</i></span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup -a</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> <i>arquivo</i> losetup -j [-o <i>offset</i> ]</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup -d <i>loopdev</i> ...</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup -f</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup [criptografia {-e | -E}] [-o <i>offset</i> ] [--sizelimit <i>size</i> ] [-p <i>pfd</i> ]</span> 
        <span class="notranslate"> [-r] {-f [- programa] |</span> <span class="notranslate"> <i>arquivo</i> <i>loopdev</i> }</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup -c <i>loopdev</i></span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>losetup</b> é usado para associar dispositivos de loop a arquivos regulares ou dispositivos de bloco, desconectar dispositivos de loop e consultar o status de um dispositivo de loop.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Um dispositivo de loop, também conhecido como <i>vnd</i> (vnode disk) ou <i>lofi</i> (interface de arquivo de loopback) é um pseudo-dispositivo que torna um arquivo acessível como dispositivo de bloco.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se apenas o argumento loopdev for fornecido, o status do dispositivo de loop correspondente será mostrado.</span></p>
<h2 id="options"><span class="notranslate">Opções</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Os argumentos de tamanho e deslocamento podem ser seguidos pelos sufixos binários (2 ^ N) KiB, MiB, GiB, TiB, PiB e EiB (o &#8220;iB&#8221; é opcional, por exemplo, &#8220;K&#8221; tem o mesmo significado que &#8220;KiB&#8221;) ou decimal (10 ^ N) sufixos KB, MB, GB, PB e EB.</span></p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-a</b> , <b>&#8211;all</b></span></td>
<td><span class="notranslate">mostra o status de todos os dispositivos de loop</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-c</b> , <b>&#8211;set-capacity</b> <i>loopdev</i></span></td>
<td><span class="notranslate">forçar o driver de loop a reler o tamanho do arquivo associado ao dispositivo de loop especificado</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-d</b> , <b>&#8211;detach</b> <i>loopdev &#8230;</i></span></td>
<td><span class="notranslate">desanexe o arquivo ou dispositivo associado ao (s) dispositivo (s) de loop especificado</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-e</b> , <b>-E</b> , <b>&#8211;encryption</b> <i>encryption_type</i></span></td>
<td><span class="notranslate">ativar criptografia de dados com nome ou número especificado</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-f</b> , <b>&#8211;find</b></span></td>
<td><span class="notranslate">encontre o primeiro dispositivo de loop não utilizado.</span> <span class="notranslate">Se um argumento de arquivo estiver presente, use este dispositivo.</span> <span class="notranslate">Caso contrário, imprima seu nome.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-h</b> , <b>&#8211;help</b></span></td>
<td><span class="notranslate">imprimir ajuda</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-j</b> , <b>&#8211;</b> <i>arquivo</i> <b>associado</b></span></td>
<td><span class="notranslate">mostra o status de todos os dispositivos de loop associados a um determinado arquivo</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-k</b> , <b>&#8211;keybits</b> <i>num</i></span></td>
<td><span class="notranslate">defina o número de bits a serem usados ​​na tecla para <i>num</i> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-N</b> , <b>&#8211;nohashpass</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Não use a senha com hash.</span> <span class="notranslate">Por padrão, os sistemas Debian executam a senha através de uma função hash, os sistemas não-Debian podem não.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-o</b> , <b>&#8211;</b> <i>offset offset</i></span></td>
<td><span class="notranslate">o início dos dados é movido em bytes de <i>deslocamento</i> para o arquivo ou dispositivo especificado</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;</b> <i>tamanho de tamanho</i> <b>limitado</b></span></td>
<td><span class="notranslate">o final dos dados é definido para não mais que bytes de <i>tamanho</i> após o início dos dados</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-r</b> , <b>&#8211; somente leitura</b></span></td>
<td><span class="notranslate">configurar dispositivo de loop somente leitura</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;mostrar</b></span></td>
<td><span class="notranslate">imprima o nome do dispositivo se a opção <b>-f</b> e um argumento de arquivo estiverem presentes.</span> <span class="notranslate">A forma abreviada desta opção ( <b>-s</b> ) está obsoleta.</span> <span class="notranslate">Esse formato curto pode estar em colisão com a implementação do <b>Loop-</b> AES, onde a mesma opção é usada para <b>&#8211;sizelimit</b> .</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2 id="encryption"><span class="notranslate">Criptografia</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">É possível especificar funções de transferência (para criptografia / descriptografia ou outros fins) usando uma das opções -E e -e.</span> <span class="notranslate">Existem dois mecanismos para especificar a criptografia desejada: por número e por nome.</span> <span class="notranslate">Se uma criptografia é especificada por número, é preciso garantir que o kernel do Linux conheça a criptografia com esse número, provavelmente fazendo o patch do kernel.</span> <span class="notranslate">Os números padrão sempre presentes são 0 (sem criptografia) e 1 (criptografia XOR ).</span> <span class="notranslate">Quando o módulo cryptoloop é carregado (ou compilado), ele usa o número 18. Esse módulo cryptoloop leva o nome de um tipo de criptografia arbitrária e encontra o módulo que sabe como executar essa criptografia.</span></p>
<h2 id="exit-status"><span class="notranslate">Status de saída</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>losetup</b> retorna um status de saída <b>0</b> em caso de sucesso, diferente de zero em caso de falha.</span> <span class="notranslate">Quando <b>losetup</b> exibe o status de um dispositivo de loop, ele retorna <b>1</b> se o dispositivo não estiver configurado e <b>2</b> se ocorreu um erro que impediu o losetup de determinar o status do dispositivo.</span></p>
<h2 id="limitations"><span class="notranslate">Limitações</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">A criptografia DES é dolorosamente lenta.</span> <span class="notranslate">Por outro lado, o método XOR simples é terrivelmente fraco.</span> <span class="notranslate">Ambos são considerados inseguros em comparação com algoritmos mais recentes.</span> <span class="notranslate">Além disso, algumas cifras podem exigir uma licença para você poder usá-las.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">O Cryptoloop foi descontinuado em favor do dm-crypt.</span> <span class="notranslate">Para mais detalhes, consulte <i>cryptsetup</i> .</span></p>
<h2 id="examples"><span class="notranslate">Exemplos</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se você estiver usando o módulo de dispositivo de loop carregável, deverá ter o módulo carregado primeiro com o comando:</span></p>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> loop modprobe</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Módulos de criptografia também podem ser necessários.</span></p>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> modprobe des</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> modprobe cryptoloop</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Os seguintes comandos são um exemplo de uso do dispositivo de loop:</span></p>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> dd se = / dev / zero de = / arquivo bs = contagem de 1k = 100</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup -e des / dev / loop0 / arquivo</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> Senha:</span>
<span class="notranslate"> Init (até 16 dígitos hexadecimais):</span>
</pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> mkfs -t ext2 / dev / loop0 100</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> montagem -t ext2 / dev / loop0 / mnt</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> ...</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> umount / dev / loop0</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup -d / dev / loop0</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se você estiver usando o módulo carregável, poderá remover o módulo com o comando:</span></p>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> loop rmmod</span></pre>
<h2 id="related"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-dd/"><b>dd</b></a> &#8211; Copie e converta a codificação de arquivos.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mkfs/"><b>mkfs</b></a> &#8211; Construa um sistema de arquivos Linux, geralmente uma partição do disco rígido.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mount/"><b>mount</b></a> &#8211; Monte um sistema de arquivos para que seus dados possam ser acessados.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comandos Linux &#8211; Comando login</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-login/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 23:10:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.linuxforce.com.br/?p=2145</guid>

					<description><![CDATA[Comando de login do Linux Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando login inicia uma nova sessão de login no sistema. Este documento cobre a versão Linux do login . Descrição Sintaxe Exemplos Comandos relacionados Descrição O programa de login é usado para estabelecer uma nova sessão com o sistema. Normalmente, é invocado automaticamente, respondendo ao prompt &#8220;login:&#8221; no terminal do usuário. o login pode ser especial para o shell e não pode [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span class="notranslate">Comando de login do Linux</span></h1>
<div class="updated"></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="floatRight" src="https://www.computerhope.com/cdn/linux/login.gif" alt="comando de login" width="300" height="300" /></p>
<p class="intro"><span class="notranslate">Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando <b>login</b> inicia uma nova sessão de login no sistema.</span></p>
<p><span class="notranslate">Este documento cobre a versão Linux do <b>login</b> .</span></p>
<div class="pagenav contents">
<ul>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Descrição</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Sintaxe</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Exemplos</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></a></li>
</ul>
</div>
<h2 id="desc"><span class="notranslate">Descrição</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">O programa de <b>login</b> é usado para estabelecer uma nova sessão com o sistema.</span> <span class="notranslate">Normalmente, é invocado automaticamente, respondendo ao prompt &#8220;login:&#8221; no terminal do usuário.</span> <span class="notranslate"><b>o login</b> pode ser especial para o shell e não pode ser chamado como um subprocesso.</span> <span class="notranslate">Quando chamado a partir de um shell, o <b>login</b> deve ser executado como um login exec, o que fará com que o usuário saia do shell atual (e, assim, impedirá que o novo usuário conectado retorne à sessão do chamador).</span> <span class="notranslate">Tentativa de executar o <b>login</b> de qualquer shell, mas o shell de logon produzirá uma mensagem de erro.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">O usuário é solicitado a fornecer uma senha , quando apropriado.</span> <span class="notranslate">O eco está desativado para impedir a revelação da senha.</span> <span class="notranslate">Somente um pequeno número de falhas de senha é permitido antes da saída do logon e o link de comunicação é cortado.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se a validade da senha tiver sido ativada para sua conta, você poderá ser solicitado a fornecer uma nova senha antes de continuar.</span> <span class="notranslate">Você será forçado a fornecer sua senha antiga e a nova senha antes de continuar;</span> <span class="notranslate">consulte nossa senha para obter mais informações.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Seu ID de usuário e grupo será definido de acordo com seus valores no arquivo <b>/ etc / passwd</b> .</span> <span class="notranslate">O valor para <b>$ HOME</b> , <b>$ SHELL</b> , <b>$ PATH</b> , <b>$ LOGNAME</b> e <b>$ MAIL</b> são definidos de acordo com os campos apropriados na entrada da senha.</span> <span class="notranslate"><b>Os valores ulimit</b> , umask e nice também podem ser definidos de acordo com as entradas no campo GECOS.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Em algumas instalações, a variável de ambiente <b>$ TERM</b> será inicializada no tipo de terminal na sua linha tty , conforme especificado em <b>/ etc / ttytype</b> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Um script de inicialização também pode ser executado;</span> <span class="notranslate">verifique a documentação do seu interpretador de comandos para obter informações sobre scripts init.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Um logon do subsistema é indicado pela presença de um &#8221; <b>*</b> &#8221; como o primeiro caractere do shell de logon.</span> <span class="notranslate">O diretório inicial fornecido será usado como raiz de um novo sistema de arquivos no qual o usuário está realmente conectado.</span></p>
<h2 id="syntax"><span class="notranslate">Sintaxe</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> login [-p] [-h <i>host</i> ] [ <i>nome de usuário</i> ] [ <i>ENV</i> = <i>VAR</i> ...]</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> login [-p] [-h <i>host</i> ] -f <i>nome de usuário</i></span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> <i>host de</i> login [-p] -r</span></pre>
<h2><span class="notranslate">Opções</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-f</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Não execute autenticação ;</span> <span class="notranslate">usuário é pré-autenticado.</span> <span class="notranslate">Nesse caso, o nome de usuário é obrigatório.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-h</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Nome do host remoto para este logon.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-p</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Preservar o meio ambiente.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-r</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Execute o protocolo de registro automático para rlogin .</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Configuração</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">As seguintes variáveis ​​de configuração em <b>/etc/login.defs</b> alteram o comportamento desta ferramenta:</span></p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcy">
<th><span class="notranslate"><b>nome</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>tipo</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>descrição</b></span></th>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>CONSOLE_GROUPS</b></span></td>
<td><span class="notranslate">corda</span></td>
<td><span class="notranslate">Lista de grupos a serem adicionados aos grupos suplementares do usuário definidos ao efetuar login no console (conforme determinado pela configuração CONSOLE).</span> <span class="notranslate">O padrão é nenhum.</span></p>
<p><span class="notranslate">Use com cuidado &#8211; é possível que os usuários obtenham acesso permanente a esses grupos, mesmo quando não estiverem conectados ao console.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>DEFAULT_HOME</b></span></td>
<td><span class="notranslate">boleano</span></td>
<td><span class="notranslate">Indique se o <b>login</b> é permitido se não conseguirmos <b>acessar</b> o diretório inicial.</span> <span class="notranslate">O padrão é <b>não</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">Se definido como <b>yes</b> , o usuário fará login no diretório raiz ( <b>/</b> ) se não for possível fazer o cd no diretório inicial do usuário.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>ENV_PATH</b></span></td>
<td><span class="notranslate">corda</span></td>
<td><span class="notranslate">Se definido, será usado para definir a variável de ambiente <b>PATH</b> quando um usuário comum fizer login.</span> <span class="notranslate">O valor é uma lista de caminhos separados por dois pontos (por exemplo <b>/ bin: / usr / bin</b> ) e pode ser precedido por <b>PATH =</b> .</span> <span class="notranslate">O valor padrão é <b>PATH = / bin: / usr / bin</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>ENV_SUPATH</b></span></td>
<td><span class="notranslate">corda</span></td>
<td><span class="notranslate">Se definido, será usado para definir a variável de ambiente <b>PATH</b> quando o superusuário efetuar login. O valor é uma lista de caminhos separados por dois pontos (por exemplo <b>/ sbin: / bin: / usr / sbin: / usr / bin</b> ) e pode ser precedido por <b>PATH =</b> .</span> <span class="notranslate">O valor padrão é <b>PATH = / sbin: / bin: / usr / sbin: / usr / bin</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>ERASECHAR</b></span></td>
<td><span class="notranslate">número</span></td>
<td><span class="notranslate">Caractere de exclusão do terminal ( <b>010</b> = backspace, <b>0177</b> = Del).</span></p>
<p><span class="notranslate">O valor pode ter o prefixo &#8221; <b>0</b> &#8221; para um valor octal ou &#8221; <b>0x</b> &#8221; para um valor hexadecimal .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>FAIL_DELAY</b></span></td>
<td><span class="notranslate">número</span></td>
<td><span class="notranslate">Atraso em segundos antes de ser permitida outra tentativa após uma falha de login.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>FAKE_SHELL</b></span></td>
<td><span class="notranslate">corda</span></td>
<td><span class="notranslate">Se definido, o <b>login</b> executará esse shell em vez do shell dos usuários especificado em <b>/ etc / passwd</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>HUSHLOGIN_FILE</b></span></td>
<td><span class="notranslate">corda</span></td>
<td><span class="notranslate">Se definido, esse arquivo pode inibir toda a conversa usual durante a sequência de login.</span> <span class="notranslate">Se um nome de caminho completo for especificado, o modo silencioso será ativado se o nome ou o shell do usuário for encontrado no arquivo.</span> <span class="notranslate">Se não for um nome de caminho completo, o modo silencioso será ativado se o arquivo existir no diretório inicial do usuário.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>KILLCHAR</b></span></td>
<td><span class="notranslate">número</span></td>
<td><span class="notranslate">Caractere KILL do terminal ( <b>025</b> = <b>^ U</b> ).</span></p>
<p><span class="notranslate">O valor pode ter o prefixo &#8221; <b>0</b> &#8221; para um valor octal ou &#8221; <b>0x</b> &#8221; para um valor hexadecimal.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>LOGIN_RETRIES</b></span></td>
<td><span class="notranslate">número</span></td>
<td><span class="notranslate">Número máximo de novas tentativas de login em caso de senha incorreta.</span></p>
<p><span class="notranslate">Provavelmente, isso será substituído pelo PAM, pois o módulo <b>pam_unix</b> padrão possui suas próprias três tentativas.</span> <span class="notranslate">No entanto, este é um substituto seguro caso você esteja usando um módulo de autenticação que não impõe <b>PAM_MAXTRIES</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>LOGIN_TIMEOUT</b></span></td>
<td><span class="notranslate">número</span></td>
<td><span class="notranslate">Tempo máximo em segundos para o <b>login</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>LOG_OK_LOGINS</b></span></td>
<td><span class="notranslate">boleano</span></td>
<td><span class="notranslate">Habilite o log de logons bem-sucedidos.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>LOG_UNKFAIL_ENAB</b></span></td>
<td><span class="notranslate">boleano</span></td>
<td><span class="notranslate">Ative a exibição de nomes de usuário desconhecidos quando falhas de logon são registradas.</span></p>
<p><span class="notranslate">Nota!</span> <span class="notranslate">Registrar nomes de usuário desconhecidos pode ser um problema de segurança se um usuário digitar sua senha em vez de seu nome de login, pois o erro de digitação seria registrado.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>TTYGROUP</b> , <b>TTYPERM</b></span></td>
<td><span class="notranslate">corda</span></td>
<td><span class="notranslate">As permissões do terminal: o login tty será de propriedade do grupo <b>TTYGROUP</b> e as permissões serão definidas como <b>TTYPERM</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">Por padrão, a propriedade do terminal é definida como o grupo principal do usuário e as permissões são definidas como <b>0600</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>TTYGROUP</b> pode ser o nome de um grupo ou um identificador de grupo numérico.</span></p>
<p><span class="notranslate">Se você possui um programa de gravação &#8220;setgid&#8221; para um grupo especial que possui os terminais, defina <b>TTYGROUP</b> para o número do grupo e <b>TTYPERM</b> para <b>0620</b> .</span> <span class="notranslate">Caso contrário, deixe <b>TTYGROUP</b> comentado e atribua <b>TTYPERM</b> a <b>622</b> ou <b>600</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>TTYTYPE_FILE</b></span></td>
<td><span class="notranslate">corda</span></td>
<td><span class="notranslate">Se definido, arquivo que mapeia a linha tty para o parâmetro do ambiente <b>TERM</b> .</span> <span class="notranslate">Cada linha do arquivo está em um formato como &#8221; <b>vt100 tty01</b> &#8220;.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>USERGROUPS_ENAB</b></span></td>
<td><span class="notranslate">boleano</span></td>
<td><span class="notranslate">Se definido como <b>yes</b> , o userdel removerá o grupo do usuário se ele não contiver mais membros e o useradd criará (por padrão) um grupo com o nome do usuário.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">arquivos</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/ var / run / utmp</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Lista de sessões de login atuais.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/ var / log / wtmp</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Lista de sessões de login anteriores.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/ etc / passwd</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Informações da conta do usuário.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/ etc / shadow</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Proteja as informações da conta do usuário.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/ etc / motd</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Mensagem do sistema do arquivo do dia.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/ etc / nologin</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Impedir que usuários não root façam login.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/ etc / ttytype</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Lista de tipos de terminais.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>$ HOME / .hushlogin</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Suprimir a impressão de mensagens do sistema.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/etc/login.defs</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Configuração do conjunto de senhas sombra.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="tab"><span class="notranslate">As opções <b>-r</b> , <b>-h</b> e <b>-f</b> são usadas apenas quando o <b>login</b> é chamado pelo root .</span></p>
<h2 id="examples"><span class="notranslate">Exemplos</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> login computerhope.com</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Tenta fazer login no host <b>computerhope.com</b> .</span></p>
<h2 id="related"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-csh/"><b>csh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do shell C.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-exit/"><b>exit</b></a> &#8211; <b>sai</b> do shell de comando.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-init/"><b>init</b></a> &#8211; O pai de todos os processos no sistema.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-ksh/"><b>ksh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do shell Korn.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mail/"><b>correio</b></a> &#8211; Leia, componha e gerencie correio.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mailx/"><b>mailx</b></a> &#8211; processa mensagens de correio.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-newgrp/"><b>newgrp</b></a> &#8211; <b>Entre</b> em um novo grupo.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-passwd/"><b>passwd</b></a> &#8211; <b>altera</b> a senha de um usuário.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-rlogin/"><b>rlogin</b></a> &#8211; inicia uma sessão em um sistema remoto.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-rsh/"><b>rsh</b></a> &#8211; Executa um comando em um shell remoto.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-sh/"><b>sh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do Bourne shell.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-telnet/"><b>telnet</b></a> &#8211; Conecte-se a um sistema remoto usando o protocolo telnet.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-umask/"><b>umask</b></a> &#8211; obtém ou define a máscara de criação do modo de arquivo.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comandos Linux &#8211; Comando logname</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-logname/</link>
					<comments>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-logname/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 23:10:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.linuxforce.com.br/?p=2147</guid>

					<description><![CDATA[Comando Linux logname Atualizado: 05/04/2019 por Computer Hope Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando logname imprime o nome de login do usuário atual. Este documento cobre a versão GNU / Linux do logname . Descrição Sintaxe Exemplos Comandos relacionados Sintaxe nome do log [ OPÇÃO ] Opções &#8211;Socorro Exiba uma mensagem de ajuda e saia. &#8211;versão Exibir informações da versão e sair. Exemplos nome do log Retorna o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span class="notranslate">Comando Linux logname</span></h1>
<div class="updated"><span class="notranslate">Atualizado: 05/04/2019 por Computer Hope</span></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="floatRight" src="https://www.computerhope.com/cdn/linux/logname.gif" alt="comando logname" width="300" height="300" /></p>
<p class="intro"><span class="notranslate">Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando <b>logname</b> imprime o nome de login do usuário atual.</span></p>
<p><span class="notranslate">Este documento cobre a versão GNU / Linux do <b>logname</b> .</span></p>
<div class="pagenav contents">
<ul>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Descrição</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Sintaxe</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Exemplos</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></a></li>
</ul>
</div>
<h2 id="syntax"><span class="notranslate">Sintaxe</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> nome do log [ <i>OPÇÃO</i> ]</span></pre>
<h2><span class="notranslate">Opções</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;Socorro</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Exiba uma mensagem de ajuda e saia.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;versão</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Exibir informações da versão e sair.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2 id="examples"><span class="notranslate">Exemplos</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> nome do log</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Retorna o nome do usuário conectado no momento.</span></p>
<h2 id="related"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-env/"><b>env</b></a> &#8211; Relate o valor das variáveis ​​de ambiente.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-login/"><b>login</b></a> &#8211; Inicia uma sessão em um sistema.</span></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-logname/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comandos Linux &#8211; Comando locate</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-locate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 23:10:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.linuxforce.com.br/?p=2143</guid>

					<description><![CDATA[Comando de localização do Linux Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando localizar localiza arquivos por nome. Este documento cobre a versão GNU / Linux do localiz . Descrição Sintaxe Exemplos Comandos relacionados Descrição localize lê um ou mais bancos de dados preparados por updatedb e grava nomes de arquivos correspondentes a pelo menos um dos PATTERNs na saída padrão, um por linha. Se &#8211;regex não for especificado, PATTERNs podem conter caracteres brilhantes. Se algum PADRÃO [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span class="notranslate">Comando de localização do Linux</span></h1>
<div class="updated"></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="floatRight" src="https://www.computerhope.com/cdn/linux/locate.gif" alt="comando localizar" width="300" height="300" /></p>
<p class="intro"><span class="notranslate">Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando <b>localizar</b> localiza arquivos por nome.</span></p>
<p><span class="notranslate">Este documento cobre a versão GNU / Linux do <b>localiz</b> .</span></p>
<div class="pagenav contents">
<ul>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Descrição</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Sintaxe</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Exemplos</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></a></li>
</ul>
</div>
<h2 id="desc"><span class="notranslate">Descrição</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>localize</b> lê um ou mais bancos de dados preparados por <b>updatedb</b> e grava nomes de arquivos correspondentes a pelo menos um dos PATTERNs na saída padrão, um por linha.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se <b>&#8211;regex</b> não for especificado, PATTERNs podem conter caracteres brilhantes.</span> <span class="notranslate">Se algum PADRÃO não contiver caracteres brilhantes, <b>localize-</b> se como se o padrão fosse &#8221; <b>*</b> PADRÃO <b>*</b> &#8220;.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Por padrão, o <b>localizador</b> não verifica se os arquivos encontrados no banco de dados ainda existem (mas exige que todos os diretórios pai existam se o banco de dados foi construído com &#8221; <b>&#8211;require-visible no</b> &#8220;).</span> <span class="notranslate"><b>O localizador</b> nunca pode relatar arquivos criados após a atualização mais recente do banco de dados relevante.</span></p>
<h2 id="syntax"><span class="notranslate">Sintaxe</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> localize [OPÇÃO] ... PADRÃO ...</span></pre>
<h2><span class="notranslate">Opções</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-b</b> , <b>&#8211;basename</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Corresponda apenas o nome da base aos padrões especificados, que é o oposto de <b>&#8211;wholename</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-c</b> , <b>&#8211;count</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Em vez de escrever nomes de arquivos na saída padrão, escreva apenas o número de entradas correspondentes.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-d</b> , <b>&#8211;database</b> <i>DBPATH</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Substitua o banco de dados padrão por DBPATH.</span> <span class="notranslate">DBPATH é uma lista separada por (dois pontos) de nomes de arquivos de banco de dados.</span> <span class="notranslate">Se mais de uma opção <b>&#8211;database</b> for especificada, o caminho resultante será uma concatenação dos caminhos separados.</span></p>
<p><span class="notranslate">Um nome de arquivo de banco de dados vazio é substituído pelo banco de dados padrão.</span> <span class="notranslate">Um nome de arquivo de banco de dados <b>&#8211;</b> refere-se à entrada padrão .</span> <span class="notranslate">Observe que um banco de dados pode ser lido a partir da entrada padrão apenas uma vez.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-e</b> , &#8211; <b>existente</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Imprima apenas as entradas que se referem aos arquivos existentes no momento em que a <b>localização</b> é executada.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-L</b> , &#8211; <b>siga</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Ao verificar se os arquivos existem (se a opção <b>&#8211;existing</b> estiver especificada), siga os links simbólicos à direita.</span> <span class="notranslate">Isso faz com que os links simbólicos do bro ken sejam omitidos da saída.</span></p>
<p><span class="notranslate">Esta opção é o comportamento padrão.</span> <span class="notranslate">O oposto pode ser especificado usando <b>&#8211;nofollow</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-h</b> , <b>&#8211;help</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Escreva um resumo das opções disponíveis na saída padrão e saia com sucesso.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-i</b> , <b>&#8211;ignore-case</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Ignore distinções entre maiúsculas e minúsculas ao fazer a correspondência de padrões.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-l</b> , <b>&#8211;limit</b> ,</span><br />
<span class="notranslate"><b>-n</b> <i>LIMIT</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Saia com sucesso depois de localizar LIMIT entradas.</span> <span class="notranslate">Se a opção <b>&#8211;count</b> for especificada, a contagem resultante também será limitada a LIMIT.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-m</b> , <b>&#8211;mmap</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Ignorado, mas incluído para compatibilidade com <b>localização</b> BSD e GNU .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-P</b> , <b>&#8211;nofollow</b> , <b>-H</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Ao verificar se os arquivos existem (se a opção <b>&#8211;existing</b> estiver especificada), não siga os links simbólicos à direita.</span> <span class="notranslate">Isso faz com que links simbólicos quebrados sejam relatados como outros arquivos.</span></p>
<p><span class="notranslate">Esta opção é o oposto de <b>&#8211;follow</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-0,</b> <b>&#8211;null</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Separe as entradas na saída usando o caractere ASCII NUL em vez de gravar cada entrada em uma linha separada.</span> <span class="notranslate">Esta opção foi projetada para interoperabilidade com a opção <b>&#8211;null</b> do GNU xargs .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-S</b> , <b>&#8211;estatística</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Escreva estatísticas sobre cada banco de dados de leitura na saída padrão em vez de procurar arquivos e saia com sucesso.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-q</b> , <b>&#8211;quiet</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Não escreva mensagens sobre erros encontrados ao ler e processar bancos de dados.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-r</b> , <b>&#8211;regexp</b> <i>REGEXP</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Procure um REGEXP básico de regexp .</span> <span class="notranslate">Nenhum padrão é permitido se esta opção for usada, mas essa opção pode ser especificada várias vezes.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;regex</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Interprete todos os PADRÕES como regexps estendidos.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-s</b> , <b>&#8211;stdio</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Ignorado, para compatibilidade com <b>localização</b> BSD e GNU.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-V</b> , <b>&#8211;version</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Escreva informações sobre a versão e licença de <b>localização</b> na saída padrão e saia com sucesso.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-w</b> , <b>&#8211;wholename</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Corresponda apenas o nome do caminho inteiro aos padrões especificados.</span></p>
<p><span class="notranslate">Esta opção é o comportamento padrão.</span> <span class="notranslate">O oposto pode ser especificado usando <b>&#8211;basename</b> .</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Status de saída</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>localize</b> saídas com êxito com status <b>0</b> se:</span></p>
<ul>
<li><span class="notranslate">qualquer correspondência foi encontrada ou</span></li>
<li><span class="notranslate">o comando foi chamado com uma das opções <b>&#8211;limit 0</b> , <b>&#8211;help</b> , <b>&#8211;statistics</b> ou <b>&#8211;version</b> , porque essas opções fazem com que não procure nada.</span> <span class="notranslate">Portanto, mesmo que a localização não tenha encontrado nenhum resultado, o comando é encerrado com êxito.</span></li>
</ul>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>localize</b> saídas sem êxito com o status <b>1</b> se:</span></p>
<ul>
<li><span class="notranslate">nenhuma correspondência foi encontrada ou</span></li>
<li><span class="notranslate">um erro fatal foi encontrado, causando o encerramento do programa.</span></li>
</ul>
<div class="tip">
<p><span class="notranslate"><span class="title">Nota</span></span><span class="notranslate">Erros encontrados durante a leitura de um banco de dados não são fatais;</span> <span class="notranslate">a pesquisa continua em outros bancos de dados especificados, se houver.</span></p>
</div>
<h2 id="examples"><span class="notranslate">Exemplos</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> localizar perl</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Localiza arquivos nomeados <b>perl</b> na máquina local.</span></p>
<h2 id="related"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-find/"><b>find</b></a> &#8211; Encontre arquivos dentro de uma hierarquia de diretórios.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-whereis/"><b>whereis</b></a> &#8211; Localize os arquivos de página binário, de origem e manual de um comando.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-xargs/"><b>xargs</b></a> &#8211; Crie e execute comandos complexos e execute-os em vários arquivos.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comandos Linux &#8211; Comando ln</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-ln/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 23:10:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.linuxforce.com.br/?p=2139</guid>

					<description><![CDATA[Comando Linux ln Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando ln cria links entre arquivos, associando nomes de arquivos aos dados do arquivo. Este documento cobre a versão GNU / Linux do ln . Descrição O que é um link? Sintaxe Exemplos Comandos relacionados  Comandos do Linux ajudam Descrição Cria um link para o arquivo TARGET com o nome LINKNAME . Se LINKNAME for omitido, um link para TARGET será criado no diretório atual, usando o nome de TARGET como LINKNAME . Por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span class="notranslate">Comando Linux ln</span></h1>
<div class="updated"></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="floatRight" src="https://www.computerhope.com/cdn/linux/ln.gif" alt="comando ln" width="300" height="300" /></p>
<p class="intro"><span class="notranslate">Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando <b>ln</b> cria links entre arquivos, associando nomes de arquivos aos dados do arquivo.</span></p>
<p><span class="notranslate">Este documento cobre a versão GNU / Linux do <b>ln</b> .</span></p>
<div class="pagenav contents">
<ul>
<li><span class="notranslate"><a href="#Descrição">Descrição</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#O que é um link?">O que é um link?</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#Sintaxe">Sintaxe</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#Exemplos">Exemplos</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#Comandos relacionados">Comandos relacionados</a></span></li>
<li class="out"> <span class="notranslate"><a href="#Comandos do Linux ajudam">Comandos do Linux ajudam</a></span></li>
</ul>
</div>
<h2 id="desc"><span class="notranslate">Descrição</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Cria um link para o arquivo <i>TARGET</i> com o nome <i>LINKNAME</i> .</span> <span class="notranslate">Se <i>LINKNAME</i> for omitido, um link para <i>TARGET</i> será criado no diretório atual, usando o nome de <i>TARGET</i> como <i>LINKNAME</i> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Por padrão, cria links <b>físicos</b> ou links simbólicos se a opção <b>-s</b> ( <b>&#8211;symbolic</b> ) for especificada.</span> <span class="notranslate">Ao criar links <i>físicos</i> , cada <i>TARGET</i> deve existir.</span></p>
<h2 id="links-explained"><span class="notranslate">O que é um link?</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Antes de discutirmos o comando <b>ln</b> , vamos discutir primeiro o comando <b>link</b> , bem como o que é um link e como ele se relaciona com os arquivos como os conhecemos.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Um <i>link</i> é uma entrada no seu sistema de arquivos que conecta um nome de arquivo aos bytes reais de dados no disco .</span> <span class="notranslate">Mais de um nome de arquivo pode &#8220;vincular&#8221; aos mesmos dados.</span> <span class="notranslate">Aqui está um exemplo.</span> <span class="notranslate">Vamos criar um arquivo chamado <b>file1.txt</b> :</span></p>
<pre class="tab tcy"> <span class="notranslate"> eco "Este é um arquivo."</span> <span class="notranslate"> &gt; file1.txt</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Este comando <b>ecoa</b> a sequência &#8221; <b>Este é um arquivo</b> &#8220;.</span> <span class="notranslate">Normalmente, isso ecoaria em nosso terminal, mas o operador <b>&gt;</b> redireciona o texto da string para um arquivo, neste caso, <b>file1.txt</b> .</span> <span class="notranslate">Podemos verificar se funcionou usando <b>cat</b> para exibir o conteúdo do arquivo:</span></p>
<pre class="tab tcy"> <span class="notranslate"> cat file1.txt</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> Este é um arquivo.</span>
</pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Quando esse arquivo foi criado, o sistema operacional <b>gravou</b> os bytes em um local no disco e também <i>vinculou</i> esses dados a um nome de arquivo, <b>file1.txt</b> , para que possamos nos referir ao arquivo em comandos e argumentos .</span> <span class="notranslate">Se você renomear o arquivo, seu conteúdo não será alterado;</span> <span class="notranslate">apenas as informações que <i>apontam</i> para ele.</span> <span class="notranslate"><i>O nome do arquivo e os dados do arquivo são duas entidades separadas.</i></span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Aqui está uma ilustração do nome do arquivo e dos dados para ajudá-lo a visualizá-lo:</span></p>
<p class="tab"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.computerhope.com/unix/images/nolink-diagram.jpg" alt="link de file1.txt e componentes de dados" width="260" height="191" /></p>
<h2><span class="notranslate">Usando o comando link</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">O que o comando <b>link</b> faz é nos permitir criar manualmente um link para arquivar dados que já existem.</span> <span class="notranslate">Então, vamos usar o <b>link</b> para criar nosso próprio link para os dados do arquivo criados recentemente.</span> <span class="notranslate">Em essência, criaremos outro nome de arquivo para os dados que já existem.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Vamos chamar nosso novo link <b>file2.txt</b> .</span> <span class="notranslate">Como a criamos?</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">A forma geral do comando <b>link</b> é: &#8221; <b>link</b> <i>file_name</i> <i>linkname</i> &#8220;.</span> <span class="notranslate">Nosso primeiro argumento é o nome do arquivo cujos dados estamos vinculando;</span> <span class="notranslate">o segundo argumento é o nome do novo link que estamos criando.</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> link file1.txt file2.txt</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Agora, <b>file1.txt</b> e <b>file2.txt</b> apontam para os mesmos dados no disco:</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> cat file1.txt</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> Este é um arquivo.</span></pre>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> cat file2.txt</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> Este é um arquivo.</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">O importante é perceber que não fizemos <i>uma cópia</i> desses dados.</span> <span class="notranslate">Os dois nomes de arquivos apontam para os mesmos bytes de dados no disco.</span> <span class="notranslate">Aqui está uma ilustração para ajudá-lo a visualizá-lo:</span></p>
<p class="tab"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.computerhope.com/unix/images/link-diagram.jpg" alt="file1.txt e file2.txt ambos vinculados aos mesmos dados" width="317" height="191" /></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se alterarmos o conteúdo dos dados apontados por um desses arquivos, o conteúdo do outro arquivo também será alterado.</span> <span class="notranslate">Vamos acrescentar uma linha a um deles usando o operador <b>&gt;&gt;</b> :</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> eco "Aponta para dados no disco."</span> <span class="notranslate"> &gt;&gt; file1.txt</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Agora vamos ver o conteúdo de <b>file1.txt</b> :</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> cat file1.txt</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> Este é um arquivo.</span>
<span class="notranslate"> Aponta para dados no disco.</span>
</pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">&#8230; e agora vamos ver o segundo arquivo, o que criamos com o comando <b>link</b> :</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> cat file2.txt</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> Este é um arquivo.</span>
<span class="notranslate"> Aponta para dados no disco.</span>
</pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Ambos os arquivos mostram a alteração porque compartilham os mesmos dados no disco.</span> <span class="notranslate">Alterações nos dados de um desses arquivos alterarão o conteúdo do outro.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Mas e se excluirmos um dos arquivos?</span> <span class="notranslate">Os dois arquivos serão excluídos?</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Não. Se excluirmos um dos arquivos, excluiremos um dos links para os dados.</span> <span class="notranslate">Como criamos outro link manualmente, ainda temos um ponteiro para esses dados;</span> <span class="notranslate">ainda temos uma maneira, no nível do usuário, de acessar os dados que colocamos lá.</span> <span class="notranslate">Portanto, se usarmos o comando <b>rm</b> para remover nosso primeiro arquivo:</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> rm file1.txt</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">&#8230; ele não existe mais como um arquivo com esse nome:</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> cat file1.txt</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> cat: file1.txt: Esse arquivo ou diretório não existe</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">&#8230; mas o link para os dados que criamos manualmente ainda existe e ainda aponta para os dados:</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> cat file2.txt</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> Este é um arquivo.</span>
<span class="notranslate"> Aponta para dados no disco.</span>
</pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Como você pode ver, os dados permanecem no disco mesmo após a remoção do &#8220;arquivo&#8221; (que na verdade é um link para os dados).</span> <span class="notranslate">Ainda podemos acessar esses dados desde que haja um link para eles.</span> <span class="notranslate">É importante saber quando você está removendo arquivos &#8211; &#8220;remover&#8221; um arquivo torna os dados inacessíveis, <b>desvinculando</b> -os.</span> <span class="notranslate">Os dados ainda existem na mídia de armazenamento, em algum lugar inacessível ao sistema, e esse espaço no disco está marcado como disponível para uso futuro.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">O tipo de link com o qual trabalhamos aqui às vezes é chamado de &#8220;rígido&#8221;.</span> <span class="notranslate">Um link físico e os dados aos quais ele vincula sempre devem existir no mesmo sistema de arquivos;</span> <span class="notranslate">você não pode, por exemplo, criar um link físico em uma partição para arquivar dados armazenados em outra partição.</span> <span class="notranslate">Você também não pode criar um link físico para um diretório.</span> <span class="notranslate">Somente links simbólicos podem ser vinculados a um diretório;</span> <span class="notranslate">chegaremos a isso em um momento.</span></p>
<h2><span class="notranslate">A diferença entre ln e link</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Então, e quanto a <b>ln</b> ?</span> <span class="notranslate">É por isso que estamos aqui, certo?</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Por padrão, cria um link físico como o <b>link</b> cria.</span> <span class="notranslate">Portanto, este comando <b>ln</b> :</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> ln file1.txt file2.txt</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">&#8230; é o mesmo que o seguinte comando de <b>link</b> :</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> link file1.txt file2.txt</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">&#8230; porque ambos os comandos criam um link <b>físico</b> chamado <b>file2.txt</b> que se vincula aos dados de <b>file1.txt</b> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">No entanto, também podemos usar <b>ln</b> para criar <i>links simbólicos</i> com a opção <b>-s</b> .</span> <span class="notranslate">Então o comando:</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> ln -s arquivo1.txt arquivo2.txt</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Crie um link simbólico para <b>file1.txt</b> chamado <b>file2.txt</b> .</span> <span class="notranslate">Em contraste com o nosso exemplo de link físico, aqui está uma ilustração para ajudá-lo a visualizar nosso link simbólico:</span></p>
<p class="tab"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.computerhope.com/unix/images/symlink-diagram.jpg" alt="file2.txt vinculado a file1.txt" width="317" height="191" /></p>
<h3 class="tab"><span class="notranslate">O que são links simbólicos?</span></h3>
<p class="tab"><span class="notranslate">Links simbólicos, às vezes chamados de links &#8220;flexíveis&#8221;, são diferentes de links &#8220;físicos&#8221;.</span> <span class="notranslate">Em vez de vincular aos dados de um arquivo, eles <i>vinculam a outro link</i> .</span> <span class="notranslate">Portanto, no exemplo acima, <b>file2.txt</b> aponta para o link <b>file1.txt</b> , que por sua vez aponta para os dados do arquivo.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Isso tem vários benefícios em potencial.</span> <span class="notranslate">Por um lado, links simbólicos (também chamados de &#8220;links simbólicos&#8221;) podem ser vinculados a diretórios.</span> <span class="notranslate">Além disso, os links simbólicos podem cruzar os limites do sistema de arquivos, portanto, um link simbólico para dados em uma unidade ou partição pode existir em outra unidade ou partição.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Você também deve estar ciente de que, diferentemente dos links físicos, a remoção do arquivo (ou diretório) para o qual um link simbólico aponta quebrará o link.</span> <span class="notranslate">Portanto, se criarmos <b>file1.txt</b> :</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> eco "Este é um arquivo."</span> <span class="notranslate"> &gt; file1.txt</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">&#8230; e crie um link simbólico para ele:</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> ln -s arquivo1.txt arquivo2.txt</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">&#8230; podemos criar um desses itens para ver o conteúdo:</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> cat file1.txt</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> Este é um arquivo.</span></pre>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> cat file2.txt</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> Este é um arquivo.</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">&#8230; mas se removermos <b>file1.txt</b> :</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> rm file1.txt</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">&#8230; não podemos mais acessar os dados contidos em nosso link simbólico:</span></p>
<pre class="tab tab tcy"> <span class="notranslate"> cat file2.txt</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> cat: file2.txt: Esse arquivo ou diretório não existe</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Essa mensagem de erro pode ser confusa no início, porque o <b>arquivo2.txt</b> ainda existe no seu diretório.</span> <span class="notranslate">No entanto, é um link simbólico quebrado &#8211; um link simbólico que aponta para algo que não existe mais.</span> <span class="notranslate">O sistema operacional tenta seguir o link simbólico para o arquivo que deveria estar lá ( <b>file1.txt</b> ), mas não encontra nada e, portanto, retorna a mensagem de erro.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Embora os links físicos sejam um componente essencial de como o sistema operacional funciona, os links simbólicos geralmente são mais convenientes.</span> <span class="notranslate">Você pode usá-los para se referir, da maneira que desejar, às informações que já estão no disco em outro lugar.</span></p>
<h2><span class="notranslate">Criando links simbólicos para diretórios</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Para criar um link simbólico para um diretório, especifique o nome do diretório como o destino.</span> <span class="notranslate">Por exemplo, digamos que tenhamos um diretório chamado <b>documents</b> , que contém um arquivo chamado <b>file.txt</b> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Vamos criar um link simbólico para <b>documentos</b> chamados <b>dox</b> .</span> <span class="notranslate">Este comando fará o truque:</span></p>
<pre class="tab tcy"> <span class="notranslate"> ln -s documentos / dox</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Agora temos um link simbólico chamado <b>dox, ao</b> qual podemos nos referir <i>como se fossem os <b>documentos</b> do diretório</i> .</span> <span class="notranslate">Por exemplo, se usarmos <b>ls</b> para listar o conteúdo do diretório e, em seguida, para listar o conteúdo do diretório com link simbólico, ambos mostrarão o mesmo arquivo:</span></p>
<pre class="tab tcy"> <span class="notranslate"> ls documentos</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> file.txt</span></pre>
<pre class="tab tcy"> <span class="notranslate"> ls dox</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> file.txt</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Quando trabalharmos no diretório <b>dox</b> agora, estaremos trabalhando em <b>documentos</b> , mas veremos a palavra <b>dox em</b> vez de <b>documentos</b> em todos os nomes de caminho.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Links simbólicos são uma maneira útil de criar atalhos para nomes de caminho longos e complicados.</span> <span class="notranslate">Por exemplo, este comando:</span></p>
<pre class="tab tcy"> <span class="notranslate"> ln -s documentos / trabalho / orçamentos / engenharia / 2014 / aprbudge de abril</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">&#8230; nos poupará bastante digitação;</span> <span class="notranslate">agora, em vez de alterar o diretório com o seguinte comando:</span></p>
<pre class="tab tcy"> <span class="notranslate"> documentos em cd / trabalho / orçamentos / engenharia / 2014 / abril</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">&#8230; podemos fazer isso:</span></p>
<pre class="tab tcy"> <span class="notranslate"> cd aprbudge</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Normalmente, você remove diretórios (uma vez vazios) com o comando <b>rmdir</b> .</span> <span class="notranslate">Mas nosso link simbólico não é realmente um diretório: é um arquivo que aponta para um diretório.</span> <span class="notranslate">Portanto, para remover nosso link simbólico, usamos o comando <b>rm</b> :</span></p>
<pre class="tab tcy"> <span class="notranslate"> rm aprbudge</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Isso removerá o link simbólico, mas o diretório original e todos os seus arquivos não são afetados.</span></p>
<h2 id="syntax"><span class="notranslate">Sintaxe</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> Em [ <i>OPÇÃO</i> ] ... <i>ALVO</i> [...] [ <i>LINKNAME</i> [...]]</span></pre>
<h2><span class="notranslate">Opções</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Aqui estão as opções que podem ser passadas para o comando <b>ln</b> .</span></p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211; backup</b> [ <b>=</b> <i>CONTROL</i> ]</span></td>
<td><span class="notranslate">Use esta opção para criar adicionalmente um backup de cada arquivo de destino existente.</span> <span class="notranslate">O estilo de backup é opcionalmente definido pelo valor de <i>CONTROL</i> .</span> <span class="notranslate">Veja abaixo para mais informações.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-b</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Isso funciona como &#8211; <b>backup</b> , mas você não pode especificar o <i>CONTROL</i> ;</span> <span class="notranslate">o estilo padrão ( <b>simples</b> ) é usado.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-d</b> , <b>-F</b> , <b>&#8211;diretório</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Essa opção permite que o superusuário tente vincular diretórios (embora provavelmente falhe devido a restrições do sistema, mesmo para o superusuário).</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-f</b> , <b>&#8211;force</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Se o arquivo ou os arquivos de destino já existirem, substitua-os.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-i</b> , <b>&#8211;interativo</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Avise o usuário antes de substituir os arquivos de destino.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-L</b> , <b>&#8211;logical</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Dereferência <i>TARGET</i> s que são links simbólicos.</span> <span class="notranslate">Em outras palavras, se você estiver tentando criar um link (ou um link simbólico) para um link simbólico, vincule ao que ele vincula, não ao link simbólico em si.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-n</b> , <b>&#8211; sem desreferencia</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Trate <i>LINKNAME</i> como um arquivo normal se for um link simbólico para um diretório.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-P</b> , <b>&#8211;físico</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Crie links físicos diretamente para links simbólicos, em vez de desreferenciá-los.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-r</b> , <b>&#8211;relativo</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Crie links simbólicos em relação ao local do link.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-s</b> , <b>&#8211;simbólico</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Faça links simbólicos em vez de links físicos.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-S</b> , <b>&#8211;suffix =</b> <i>SUFIXO</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Use o sufixo do arquivo <i>SUFFIX</i> em vez do sufixo padrão &#8221; <b>~</b> &#8220;.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-t</b> , <b>&#8211;target-directory =</b> <i>DIRECTORY</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o <i>DIRECTORY</i> no qual criar os links.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>Diretório</b> <b>-T</b> , <b>&#8211;no-target-</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Sempre trate <i>LINKNAME</i> como um arquivo normal.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-v</b> , <b>&#8211;verbose</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Opere verbalmente ;</span> <span class="notranslate">imprima o nome de cada arquivo vinculado.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;Socorro</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Exiba uma mensagem de ajuda e saia.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;versão</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Exiba informações da versão e saia.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3 id="Backup-Option" class="tab"><span class="notranslate">A opção &#8211;backup</span></h3>
<p class="tab"><span class="notranslate">Ao usar a opção <b>&#8211;backup</b> (ou <b>-b</b> ), o sufixo do arquivo padrão para backups é &#8216; <b>~</b> &#8216;.</span> <span class="notranslate">Você pode alterar isso, no entanto, usando a opção <b>&#8211;suffix</b> ou configurando a variável de ambiente <b>SIMPLE_BACKUP_SUFFIX</b> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">O argumento <i>CONTROL</i> para a opção <b>&#8211;backup</b> especifica o método de controle de versão.</span> <span class="notranslate">Como alternativa, ele pode ser especificado configurando a variável de ambiente <b>VERSION_CONTROL</b> .</span> <span class="notranslate">Aqui estão os valores a serem usados ​​para qualquer um deles:</span></p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>nenhum</b> , <b>fora</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Nunca faça backups (mesmo se <b>&#8211;backup</b> for fornecido).</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>numerado</b> , <b>t</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Faça backups numerados.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>existente</b> , <b>nulo</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Numerado se existirem backups numerados, simples caso contrário.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>simples</b> , <b>nunca</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Sempre faça backups simples.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se você usar <b>-b em</b> vez de &#8211; <b>backup</b> , o método <i>CONTROL</i> será sempre <i>simples</i> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se você especificar a opção <b>-s</b> (que simboliza), <b>ln</b> ignorará as opções <b>-L</b> e <b>-P</b> .</span> <span class="notranslate">Caso contrário (se você estiver criando links físicos), a última opção especificada controla o comportamento quando um <i>TARGET</i> é um link simbólico.</span> <span class="notranslate">O padrão é agir como se <b>-P</b> tivesse sido especificado.</span></p>
<h2 id="examples"><span class="notranslate">Exemplos</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> em public_html / myfile1.txt</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Crie um link <b>físico</b> para o arquivo <b>public_html / myfile1.txt</b> no diretório atual.</span></p>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> ln -s public_html / myfile1.txt</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Crie um link simbólico para o arquivo <b>public_html / myfile1.txt</b> no diretório atual.</span></p>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> ln -s public_html / webstuff</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Crie um link simbólico para o diretório <b>public_html</b> chamado <b>webstuff</b> .</span></p>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> ln -s -b file1.txt file2.txt</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Cria um link simbólico para o arquivo <b>file1.txt</b> chamado <b>file2.txt</b> .</span> <span class="notranslate">Se <b>file2.txt</b> já existir, ele será renomeado para <b>file2.txt ~</b> antes da criação do novo link simbólico <b>file2.txt</b> .</span></p>
<h2 id="related"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-chmod/"><b>chmod</b></a> &#8211; Altere as permissões de arquivos ou diretórios.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-link/"><b>link</b></a> &#8211; Crie um link físico para um arquivo comum.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-ls/"><b>ls</b></a> &#8211; lista o conteúdo de um diretório ou diretórios.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-readlink/"><b>readlink</b></a> &#8211; Imprima o valor de um link simbólico ou nome de arquivo canônico.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-unlink/"><b>desvincular</b></a> &#8211; remova um arquivo.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comandos Linux &#8211; Comando lo</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-lo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 23:10:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
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					<description><![CDATA[Comando de saída do Linux Atualizado: 05/04/2019 por Computer Hope Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando exit faz com que o shell saia. Descrição Sintaxe Exemplos Comandos relacionados Descrição Quando você executa exit , se houver trabalhos em execução em segundo plano, o shell lembrará que eles estão sendo executados e retornará você ao prompt de comando. Nesse caso, a saída de saída novamente encerrará esses trabalhos e sairá [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<article>
<h1><span class="notranslate">Comando de saída do Linux</span></h1>
<div class="updated"><span class="notranslate">Atualizado: 05/04/2019 por Computer Hope</span></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="floatRight" src="https://www.computerhope.com/cdn/linux/exit.gif" alt="comando de saída" width="300" height="300" /></p>
<p class="intro"><span class="notranslate">Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando <b>exit</b> faz com que o shell saia.</span></p>
<div class="pagenav contents">
<ul>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Descrição</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Sintaxe</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Exemplos</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></a></li>
</ul>
</div>
<h2 id="desc"><span class="notranslate">Descrição</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Quando você executa <b>exit</b> , se houver trabalhos em execução em segundo plano, o shell lembrará que eles estão sendo executados e retornará você ao prompt de comando.</span> <span class="notranslate">Nesse caso, a <b>saída de saída</b> novamente encerrará esses trabalhos e sairá do shell.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Os aliases comuns para a <b>saída</b> incluem &#8221; <b>bye</b> &#8220;, &#8221; <b>logout</b> &#8221; e &#8221; <b>lo</b> &#8220;.</span></p>
<h2 id="syntax"><span class="notranslate">Sintaxe</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> Saída</span></pre>
<h2 id="related"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-login/"><b>login</b></a> &#8211; Inicia uma sessão em um sistema.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-csh/"><b>csh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do shell C.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-ksh/"><b>ksh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do shell Korn.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-sh/"><b>sh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do Bourne shell.</span></p>
</article>
<div class="bottomad"></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
