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	<title>Linux Force Security</title>
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	<description>Aprenda Linux do básico ao avançado com instrutores especialistas. Cursos ao vivo de Linux, Segurança da Informação, Devops e preparação para a certificação LPI.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 18 Jun 2026 18:41:45 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Defesa Cibernética: por que essa é uma das profissões mais promissoras da próxima década</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 18:07:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança da Informação]]></category>
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					<description><![CDATA[Defesa Cibernética: por que essa é uma das profissões mais promissoras da próxima década A transformação digital acelerou a forma como empresas operam, armazenam dados e se conectam com clientes. Mas, junto com essa evolução, cresceram também os riscos digitais — e, com eles, a importância da defesa cibernética. Ataques cibernéticos, vazamentos de dados, ransomwares [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading"><strong>Defesa Cibernética: por que essa é uma das profissões mais promissoras da próxima década</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">A transformação digital acelerou a forma como empresas operam, armazenam dados e se conectam com clientes. Mas, junto com essa evolução, cresceram também os riscos digitais — e, com eles, a importância da defesa cibernética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ataques cibernéticos, vazamentos de dados, ransomwares e invasões corporativas se tornaram parte da realidade de empresas de todos os tamanhos — e o impacto financeiro dessas ameaças nunca foi tão alto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relatório <em><a href="https://newsroom.ibm.com/2024-07-30-ibm-report-escalating-data-breach-disruption-pushes-costs-to-new-highs" target="_blank" data-type="link" data-id="https://newsroom.ibm.com/2024-07-30-ibm-report-escalating-data-breach-disruption-pushes-costs-to-new-highs" rel="noreferrer noopener nofollow">Cost of a Data Breach 2024</a></em>, da IBM, o custo médio global de um vazamento de dados chegou a US$ 4,88 milhões em 2024, registrando um aumento de 10% em relação ao ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o Brasil é destaque entre os países com maior número de violações de dados. De acordo com o relatório <a href="https://surfshark.com/research/data-breach-monitoring?country=br" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Global Data Breach Statistics</a>, realizado pela Surfshark, 84,6 milhões de contas de usuários foram violadas no país em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, o mercado enfrenta uma escassez global de profissionais especializados em segurança digital. O estudo <a href="https://www.isc2.org/insights/2024/10/isc2-2024-cybersecurity-workforce-study" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><em>2024 Cybersecurity Workforce Study</em></a>, da ISC2, aponta que o déficit mundial de profissionais em cibersegurança já ultrapassa 4,7 milhões de pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma <a href="https://www.linkedin.com/news/story/98-das-empresas-enfrentam-falta-de-talento-tech-diz-estudo-8741914/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">pesquisa da Ford em parceria com o Datafolha</a> revelou que só no Brasil, 98% das empresas enfrentam dificuldade para contratar profissionais de tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, na prática, a demanda por especialistas em defesa cibernética cresce mais rápido do que a capacidade do mercado de formar profissionais qualificados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é justamente por isso que a área vem sendo considerada uma das carreiras mais promissoras da próxima década.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas afinal, o que é defesa cibernética?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Defesa cibernética é o conjunto de estratégias, tecnologias e práticas utilizadas para proteger sistemas, redes, servidores, aplicações e dados contra ataques digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a evolução da tecnologia e o aumento da digitalização das empresas, essas ameaças se tornaram mais sofisticadas e proteger ambientes digitais passou a ser prioridade em muitos casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o foco da defesa cibernética é prevenir invasões, identificar vulnerabilidades e responder rapidamente a incidentes de segurança.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cibersegurança VS. defesa cibernética</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Embora muitas vezes sejam tratados como sinônimos, existe uma diferença importante entre cibersegurança e defesa cibernética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cibersegurança é um conceito mais amplo, que envolve políticas, governança, proteção de dados e segurança digital de forma geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a defesa cibernética possui um foco mais operacional e estratégico na proteção ativa de ambientes e infraestruturas digitais.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="575" src="https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2026/06/img-1-Ciberseguranca-VS.-defesa-cibernetica.jpg" alt="comparativo entre cibersegurança e defesa cibernética" class="wp-image-5070" srcset="https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2026/06/img-1-Ciberseguranca-VS.-defesa-cibernetica.jpg 1024w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2026/06/img-1-Ciberseguranca-VS.-defesa-cibernetica-300x168.jpg 300w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2026/06/img-1-Ciberseguranca-VS.-defesa-cibernetica-768x431.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja: enquanto a cibersegurança define estratégias de proteção, a defesa cibernética atua diretamente na prevenção, monitoramento e resposta às ameaças.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que a área de Defesa Cibernética está crescendo tanto?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento da área não acontece por acaso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele é resultado de uma combinação de fatores tecnológicos, econômicos e comportamentais que transformaram a segurança digital em prioridade para empresas do mundo inteiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas são algumas delas:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Crescimento dos ataques digitais</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os ataques cibernéticos evoluíram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, criminosos utilizam automações, inteligência artificial e técnicas cada vez mais sofisticadas para explorar vulnerabilidades em empresas, governos e usuários comuns.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os ataques mais frequentes estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ransomwares:</strong> ataques que bloqueiam sistemas ou criptografam arquivos da empresa, exigindo pagamento para restaurar o acesso aos dados.</li>



<li><strong>Roubo de credenciais:</strong> quando criminosos conseguem acessar logins, senhas e informações de autenticação de usuários ou colaboradores para invadir sistemas internos.</li>



<li><strong>Sequestro de dados:</strong> ataques voltados para capturar informações sensíveis, como dados financeiros, documentos internos ou informações de clientes, muitas vezes usados para extorsão.</li>



<li><strong>Invasões em ambientes cloud:</strong> ataques direcionados a infraestruturas em nuvem, explorando configurações incorretas, permissões excessivas ou falhas de segurança em plataformas cloud.</li>



<li><strong>Ataques contra APIs e aplicações web:</strong> exploração de vulnerabilidades em sistemas, sites e integrações para acessar dados, comprometer aplicações ou interromper serviços digitais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além do prejuízo financeiro, incidentes de segurança também afetam reputação, operação e confiança de clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, empresas passaram a investir mais em prevenção, monitoramento e resposta a incidentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Falta de profissionais qualificados</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto os ataques aumentam, o mercado enfrenta dificuldade para contratar especialistas preparados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa escassez aumenta a valorização de profissionais especializados e cria oportunidades para quem deseja entrar na área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas de tecnologia, bancos, fintechs, indústrias, startups e organizações públicas disputam profissionais com conhecimentos em diferentes áreas da segurança e infraestrutura digital, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Linux:</strong> sistema operacional amplamente utilizado em servidores, cloud computing e ambientes corporativos. Profissionais com domínio de Linux costumam atuar na administração, proteção e monitoramento de infraestruturas críticas.</li>



<li><strong>Redes:</strong> conhecimento essencial para entender como sistemas, dispositivos e servidores se comunicam. Essa base ajuda profissionais a identificar falhas, monitorar tráfego suspeito e proteger ambientes corporativos.</li>



<li><strong>Cloud computing:</strong> área responsável por ambientes em nuvem, como AWS, Azure e Google Cloud. Com a migração de empresas para a cloud, cresce também a necessidade de proteger infraestruturas e dados armazenados nesses ambientes.</li>



<li><strong>Análise de vulnerabilidades:</strong> processo de identificar falhas de segurança em sistemas, aplicações e redes antes que elas sejam exploradas por criminosos.</li>



<li><strong>Segurança ofensiva:</strong> área que simula ataques reais para encontrar brechas de segurança. Profissionais dessa área realizam testes e avaliações para ajudar empresas a fortalecer suas defesas digitais.</li>



<li><strong>Resposta a incidentes:</strong> atuação focada em investigar, conter e minimizar impactos de ataques cibernéticos, vazamentos de dados e invasões em ambientes corporativos.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Transformação digital acelerada</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, empresas de todos os setores aceleraram sua digitalização. Sistemas migraram para a nuvem, equipes passaram a trabalhar remotamente e operações inteiras se tornaram cada vez mais conectadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso trouxe mais agilidade, escalabilidade e eficiência para os negócios. Porém, quanto mais sistemas, dispositivos e aplicações conectados, maior é a chamada “superfície de ataque”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, maior também é a quantidade de pontos que podem ser explorados por criminosos virtuais. Hoje, muitas empresas operam utilizando tecnologias como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>cloud computing</li>



<li>inteligência artificial</li>



<li>containers</li>



<li>Kubernetes</li>



<li>automações DevOps</li>



<li>ambientes multi-cloud</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essas ferramentas revolucionaram a forma como empresas desenvolvem, armazenam e distribuem dados e aplicações. No entanto, também criaram novos desafios de segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um ambiente em nuvem mal configurado, por exemplo, pode expor dados sensíveis. APIs vulneráveis podem abrir portas para invasões. Automatizações sem monitoramento adequado podem gerar brechas difíceis de identificar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o crescimento do trabalho remoto ampliou ainda mais os riscos, já que colaboradores passaram a acessar sistemas corporativos a partir de diferentes dispositivos, redes e locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a defesa cibernética deixou de ser apenas uma preocupação técnica do setor de TI. Proteger ambientes digitais se tornou uma necessidade estratégica para empresas que dependem da tecnologia para operar, crescer e manter a confiança de clientes e parceiros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que faz um profissional de Defesa Cibernética?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O profissional de defesa cibernética atua protegendo sistemas, redes, aplicações e dados contra ameaças digitais. Mas, na prática, a área vai muito além da ideia de “evitar hackers”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses profissionais trabalham para identificar riscos antes que eles se tornem problemas reais, monitorar ambientes digitais e responder rapidamente a possíveis ataques ou falhas de segurança.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="575" src="https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2026/06/img-2-O-que-faz-um-profissional-de-Defesa-Cibernetica_-1.jpg" alt="profissional de defesa cibernética monitorando sistemas" class="wp-image-5073" srcset="https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2026/06/img-2-O-que-faz-um-profissional-de-Defesa-Cibernetica_-1.jpg 1024w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2026/06/img-2-O-que-faz-um-profissional-de-Defesa-Cibernetica_-1-300x168.jpg 300w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2026/06/img-2-O-que-faz-um-profissional-de-Defesa-Cibernetica_-1-768x431.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em um cenário onde empresas dependem cada vez mais de cloud computing, sistemas conectados e operações digitais, a segurança deixou de ser apenas uma camada extra de proteção, ela passou a fazer parte da continuidade do negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, profissionais da área costumam atuar em diferentes frentes da segurança digital. Entre as principais atividades estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Monitoramento de ambientes e redes:</strong> acompanhamento contínuo de servidores, sistemas e tráfego de rede para identificar comportamentos suspeitos, acessos indevidos ou possíveis tentativas de ataque.</li>



<li><strong>Análise de vulnerabilidades:</strong> identificação de falhas de segurança em sistemas, aplicações ou infraestruturas antes que criminosos possam explorá-las.</li>



<li><strong>Investigação de incidentes:</strong> análise de eventos suspeitos para entender como um ataque aconteceu, quais sistemas foram afetados e como reduzir impactos.</li>



<li><strong>Análise de logs:</strong> interpretação de registros gerados por servidores, aplicações e dispositivos para rastrear atividades, detectar anomalias e investigar ameaças.</li>



<li><strong>Hardening de servidores:</strong> processo de reforçar a segurança de sistemas e servidores, reduzindo vulnerabilidades e removendo riscos desnecessários.</li>



<li><strong>Testes de segurança:</strong> simulações e análises práticas realizadas para encontrar brechas em aplicações, redes e ambientes corporativos.</li>



<li><strong>Controle de acessos:</strong> gerenciamento de permissões e autenticações para garantir que apenas usuários autorizados tenham acesso a sistemas e informações sensíveis.</li>



<li><strong>Implementação de políticas de segurança:</strong> criação de regras, processos e boas práticas para proteger ambientes corporativos e reduzir riscos operacionais.</li>



<li><strong>Resposta a ataques e invasões:</strong> atuação rápida para conter incidentes, minimizar danos e restaurar a segurança dos sistemas afetados.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Como os ambientes tecnológicos se tornaram cada vez mais integrados, esse profissional também costuma trabalhar em conjunto com diferentes equipes da área de tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, conhecimentos em infraestrutura, cloud computing, redes, Linux, DevOps, automação e compliance acabam se tornando diferenciais importantes para quem deseja crescer na área.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Principais áreas de atuação em Defesa Cibernética</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa cibernética é uma área ampla e multidisciplinar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o profissional evolui na carreira, é possível seguir diferentes caminhos de especialização, desde áreas mais defensivas e estratégicas até funções focadas em testes de invasão e segurança ofensiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa variedade permite que cada profissional desenvolva habilidades específicas de acordo com seus interesses, perfil técnico e objetivos de carreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas das áreas mais conhecidas são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Blue Team:</strong> profissionais focados em defesa, monitoramento e proteção de ambientes contra ataques.</li>



<li><strong>Red Team:</strong> especialistas que simulam ataques reais para identificar vulnerabilidades e testar a segurança das empresas.</li>



<li><strong>SOC Analyst:</strong> responsável pelo monitoramento contínuo de incidentes e alertas de segurança em centros de operações de segurança (SOC).</li>



<li><strong>Pentester:</strong> profissional que realiza testes de invasão controlados para encontrar falhas antes que elas sejam exploradas por criminosos.</li>



<li><strong>DevSecOps:</strong> área que integra segurança aos processos de desenvolvimento e automação de infraestrutura.</li>



<li><strong>Cloud Security:</strong> foco na proteção de ambientes em nuvem, cada vez mais utilizados por empresas modernas.</li>



<li><strong>Threat Intelligence:</strong> análise de ameaças, padrões de ataque e comportamento de grupos criminosos para antecipar riscos digitais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essa variedade de possibilidades faz com que a área de defesa cibernética seja uma das mais dinâmicas da tecnologia atualmente, permitindo que profissionais sigam caminhos mais técnicos, estratégicos, ofensivos ou voltados para gestão de segurança.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quanto ganha um profissional de Defesa Cibernética?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os salários variam conforme experiência, certificações e nível técnico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a área de atuação também influencia diretamente a remuneração do profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os valores possam variar de acordo com região, porte da empresa e nível de especialização, algumas médias praticadas pelo mercado brasileiro ajudam a entender o potencial da carreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Profissionais iniciantes já encontram oportunidades competitivas no mercado, especialmente quando possuem conhecimentos práticos em Linux, redes e segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo da senioridade da sua experiência, sua faixa salarial pode variar de R$ 3.500 a R$ 15.000.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já profissionais especializados em Cloud Security, DevSecOps, Pentest, resposta a incidentes e engenharia de segurança tendem a alcançar salários ainda mais elevados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para esses especialistas, a faixa salarial pode começar com R$ 5.000 e ultrapassar R$ 20.000, especialmente em posições mais avançadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro diferencial importante é que a área possui uma alta demanda contínua, oferecendo oportunidades internacionais, trabalho remoto e até atuação em empresas globais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a crescente digitalização das empresas, a tendência é que a valorização desses profissionais continue aumentando nos próximos anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como começar carreira em Defesa Cibernética?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entrar na área de defesa cibernética pode parecer desafiador no início, principalmente porque muitas pessoas associam segurança da informação a um universo extremamente técnico e distante da realidade de quem está começando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A carreira em defesa cibernética é construída em etapas, desenvolvendo fundamentos sólidos e ganhando experiência prática ao longo do caminho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E existe um ponto importante que diferencia profissionais que conseguem evoluir mais rápido no mercado: a combinação entre conhecimento técnico, prática real e direcionamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas não procuram apenas pessoas que conhecem conceitos teóricos. Elas precisam de profissionais capazes de entender ambientes reais, identificar vulnerabilidades, analisar riscos e atuar diante de problemas concretos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de tudo é necessário dominar os fundamentos que sustentam toda a área de segurança:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Redes:</strong> entender como sistemas e dispositivos se comunicam é essencial para identificar vulnerabilidades, monitorar tráfego e analisar possíveis ameaças.</li>



<li><strong>Linux:</strong> dominar o sistema operacional é um diferencial importante para quem deseja atuar com segurança.</li>



<li><strong>Segurança ofensiva e defensiva:</strong> compreender tanto a lógica dos ataques quanto as estratégias de proteção ajuda o profissional a atuar de forma mais completa.</li>



<li><strong>Análise de vulnerabilidades:</strong> aprender a identificar falhas antes que elas sejam exploradas é uma das habilidades mais valorizadas pelo mercado.</li>



<li><strong>Ambientes reais de mercado:</strong> mais do que teoria, é importante desenvolver experiência prática em laboratórios, simulações e cenários próximos da realidade corporativa.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O primeiro passo: construir uma base sólida em Linux e infraestrutura</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Grande parte das infraestruturas modernas funcionam sobre ambientes Linux.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Servidores, cloud computing, containers, automações DevOps e ferramentas de segurança frequentemente utilizam Linux como base operacional. Isso faz com que o sistema esteja presente em praticamente todas as áreas da segurança da informação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, entender Linux ajuda o profissional a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>administrar servidores</li>



<li>analisar permissões e acessos</li>



<li>monitorar processos</li>



<li>identificar comportamentos suspeitos</li>



<li>automatizar tarefas</li>



<li>compreender ambientes corporativos reais</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="575" src="https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2026/06/img-3-O-primeiro-passo_-construir-uma-base-solida-em-Linux-e-infraestrutura-1.jpg" alt="ambiente Linux e infraestrutura em segurança da informação" class="wp-image-5074" srcset="https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2026/06/img-3-O-primeiro-passo_-construir-uma-base-solida-em-Linux-e-infraestrutura-1.jpg 1024w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2026/06/img-3-O-primeiro-passo_-construir-uma-base-solida-em-Linux-e-infraestrutura-1-300x168.jpg 300w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2026/06/img-3-O-primeiro-passo_-construir-uma-base-solida-em-Linux-e-infraestrutura-1-768x431.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Segurança cibernética exige uma combinação de teoria e prática</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com o aumento dos ataques digitais e da transformação tecnológica das empresas, cresce também a busca por profissionais que consigam atuar em cenários modernos de infraestrutura e segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, um dos erros mais comuns de quem está começando é consumir apenas conteúdo teórico sem aplicar os conhecimentos em ambientes práticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na segurança da informação, a prática faz diferença. Aprender a analisar vulnerabilidades, interpretar logs, proteger sistemas e identificar ameaças exige contato com laboratórios, simulações e situações próximas da realidade do mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente por isso que cursos com abordagem prática e acompanhamento técnico costumam acelerar o desenvolvimento profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aulas ao vivo, interação com especialistas e exercícios aplicados ajudam o aluno a entender não apenas “o que fazer”, mas principalmente como resolver problemas reais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Certificações também ajudam a fortalecer a carreira</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Além da experiência prática, certificações podem funcionar como um diferencial importante no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elas ajudam a validar conhecimentos técnicos e demonstram comprometimento com a evolução profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo da área de interesse, algumas certificações bastante valorizadas incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>LPIC</li>



<li>Security+</li>



<li>CEH</li>



<li>certificações cloud</li>



<li>certificações DevOps</li>



<li>especializações em segurança ofensiva e defensiva</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Mas vale um ponto importante: certificações costumam gerar mais resultado quando o profissional já possui uma base sólida e experiência prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a combinação entre formação técnica, prática em laboratório e preparação para certificações tende a ser o caminho mais eficiente para quem deseja crescer na área.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quer construir uma carreira em Defesa Cibernética? Comece pela base certa</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A crescente demanda por profissionais de defesa cibernética mostra que o mercado precisa, cada vez mais, de especialistas capazes de proteger sistemas, dados e infraestruturas críticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, apesar das inúmeras oportunidades, existe um ponto em comum entre os profissionais que conseguem crescer na área: todos construíram uma base técnica sólida antes de avançar para especializações mais complexas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecimentos em Linux, infraestrutura, redes, cloud computing e automação continuam sendo alguns dos pilares mais importantes para quem deseja atuar com segurança da informação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, antes de pensar em ferramentas específicas ou certificações avançadas, é fundamental desenvolver uma compreensão prática sobre como os ambientes corporativos funcionam na realidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Formação Linux Force ajuda profissionais a compreender ambientes Linux</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na Linux Force, essa formação acontece por meio de uma metodologia focada em prática, acompanhamento técnico e aplicação real dos conhecimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os treinamentos abordam desde os fundamentos de Linux e infraestrutura até temas mais avançados relacionados a cloud, DevOps e segurança da informação, preparando profissionais para desafios que fazem parte do mercado atual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com aulas online e 100% ao vivo, nossa formação proporciona conhecimentos em infraestrutura e os fundamentos necessários para evoluir para áreas como Defesa Cibernética, Cloud Security, DevSecOps e Segurança da Informação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do conteúdo técnico, os alunos têm contato com laboratórios práticos, acompanhamento de especialistas e uma metodologia voltada para situações reais encontradas no mercado de tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem busca uma carreira em defesa cibernética, investir na formação certa pode ser o primeiro passo para aproveitar um dos mercados mais promissores da tecnologia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>FAQ</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Precisa saber programação para trabalhar com Defesa Cibernética?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não necessariamente. Muitas funções de entrada exigem mais conhecimentos em Linux, redes, sistemas operacionais e infraestrutura do que programação. Com o tempo, aprender linguagens de script pode se tornar um diferencial.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dá para começar na área do zero?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Muitos profissionais iniciam a carreira sem experiência prévia em segurança da informação. O mais importante é construir uma base sólida em Linux, redes e infraestrutura.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Linux é obrigatório para trabalhar com Defesa Cibernética?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Embora não seja obrigatório em todas as funções, Linux é uma das habilidades mais valorizadas pelo mercado. Grande parte dos servidores, ambientes cloud e ferramentas de segurança utiliza esse sistema operacional.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quanto tempo leva para aprender Defesa Cibernética?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O aprendizado é contínuo, mas muitas pessoas conseguem desenvolver uma base sólida em alguns meses de estudo estruturado e prática constante.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Vale a pena estudar Defesa Cibernética em 2026?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. O crescimento dos ataques digitais, a transformação tecnológica das empresas e a escassez de profissionais qualificados fazem da defesa cibernética uma das áreas mais promissoras da tecnologia atualmente.</p>




<div style="background:#eef4fb;border-left:5px solid #1a4f8b;border-radius:8px;padding:28px 32px;margin:32px 0;font-family:inherit;">
  <h3 style="margin:0 0 12px;font-size:22px;font-weight:700;color:#15314f;">&#x1f680; Quer se tornar um especialista em Defesa Cibernética?</h3>
  <p style="margin:0 0 20px;font-size:16px;line-height:1.6;color:#33475b;">Não perca tempo tentando aprender tudo sozinho. Descubra o caminho mais rápido com a formação Linux Force Security — online e 100% ao vivo.</p>
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</div>

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		<item>
		<title>5 Dicas para Usar o Comando logout no Linux (E Sair Como um Profissional)</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comando-logout-5-dicas-iniciante/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_linxfs]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 03:16:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<category><![CDATA[comando exit]]></category>
		<category><![CDATA[linux para iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[logout]]></category>
		<category><![CDATA[sessão ssh]]></category>
		<category><![CDATA[terminal linux]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comando Logout você já teve aquela sensação de &#8220;sair correndo e deixar a porta aberta&#8221; ao usar um computador compartilhado ou um servidor? No Linux, fechar a janela do terminal sem avisar o sistema é exatamente isso. Muitos iniciantes simplesmente clicam no &#8220;X&#8221; vermelho, mas no mundo real dos servidores e da segurança da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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<p class="wp-block-paragraph">O Comando Logout você já teve aquela sensação de &#8220;sair correndo e deixar a porta aberta&#8221; ao usar um computador compartilhado ou um servidor? No Linux, fechar a janela do terminal sem avisar o sistema é exatamente isso.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="575" src="https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/comando-logout-linux-guia-iniciantes-1024x575.jpg" alt="Comando de logout em terminal Linux" class="wp-image-4774" srcset="https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/comando-logout-linux-guia-iniciantes-1024x575.jpg 1024w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/comando-logout-linux-guia-iniciantes-300x169.jpg 300w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/comando-logout-linux-guia-iniciantes-768x431.jpg 768w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/comando-logout-linux-guia-iniciantes-1536x863.jpg 1536w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/comando-logout-linux-guia-iniciantes-2048x1151.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos iniciantes simplesmente clicam no &#8220;X&#8221; vermelho, mas no mundo real dos servidores e da segurança da informação, isso é um erro básico. O sistema operacional precisa saber que você terminou para encerrar processos, liberar memória e salvar seu histórico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aqui que entra o <strong>comando logout</strong>. Ele é o jeito &#8220;educado&#8221; e seguro de encerrar sua sessão. Neste guia, vamos descomplicar esse comando e te dar <strong>5 dicas essenciais</strong> para você gerenciar suas saídas de sistema como um verdadeiro administrador.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Que é o Comando logout?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <code>logout</code> é o comando utilizado para encerrar uma <strong>sessão de login shell</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Explicando de forma simples: quando você digita seu usuário e senha para entrar no sistema (seja numa tela preta ou via acesso remoto), você iniciou uma sessão de login. O <code>logout</code> é o comando que diz: &#8220;Ok, Linux, terminei por hoje. Pode fechar a conta e apagar a luz.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, vamos às 5 dicas que vão te salvar de erros comuns.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">Dica 1: Entenda a Diferença entre &#8216;logout&#8217; e &#8216;exit&#8217;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é a confusão número 1 dos estudantes.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Use <code>logout</code>:</strong> Quando você está em uma &#8220;login shell&#8221;. Exemplo: Você acessou um servidor remoto via SSH ou está no terminal puro (aquelas telas pretas <code>TTY</code> que acessamos com Ctrl+Alt+F3).</li>



<li><strong>Use <code>exit</code>:</strong> Quando você abriu apenas uma janelinha de terminal dentro do seu ambiente gráfico (GNOME, KDE, etc.). Essas janelas são &#8220;sub-sessões&#8221;, não sessões de login principais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que acontece se eu errar?</strong> Se você digitar <code>logout</code> numa janela comum, o terminal vai te dar um erro: <code>bash: logout: not a login shell: use 'exit'</code>. O sistema está te dizendo: &#8220;Ei, você não fez login aqui, você só abriu uma janela. Use exit!&#8221;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dica 2: O Atalho Ninja (Ctrl + D)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quer parecer um veterano do Linux? Esqueça de digitar comandos para sair. Simplesmente pressione <strong><code>Ctrl</code> + <code>D</code></strong> no seu teclado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso envia um sinal de &#8220;Fim de Arquivo&#8221; (EOF) para o terminal. O shell entende que a entrada de dados acabou e fecha a sessão automaticamente. Funciona tanto para substituir o <code>logout</code> quanto o <code>exit</code>. É rápido, prático e muito usado por profissionais.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">&#x1f680; Pausa para o Conhecimento</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Você já sabe entrar e sair, mas sabe o que fazer <em>dentro</em> do terminal para gerenciar servidores reais? O mercado de TI está desesperado por profissionais que dominam a linha de comando. <strong><a href="https://wa.me/551137965900?text=Ol%C3%A1%20tudo%20bem,%20vim%20pelo%20post%20e%20queria%20saber%20mas%20sobre%20os%20cursos%20de%20linux." target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Clique aqui </a>e fale conosco no WhatsApp para descobrir a trilha de <a href="https://linuxforce.com.br/cursos-linux/curso-engenheiro-redes-linux/" target="_blank" data-type="page" data-id="253" rel="noreferrer noopener nofollow">cursos Linux</a></strong> e comece sua carreira hoje.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">Dica 3: Cuidado com Processos em Segundo Plano</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Às vezes, você tenta sair e o terminal diz: <em>&#8220;There are stopped jobs&#8221;</em>. Isso significa que você tem programas rodando ou pausados em segundo plano. Se você forçar a saída, esses programas serão &#8220;mortos&#8221; (encerrados abruptamente) e você pode perder dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O jeito certo:</strong></p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li>Digite <code>jobs</code> para ver o que está rodando.</li>



<li>Traga o processo para frente com <code>fg</code> e encerre-o corretamente, ou use o comando <code>disown</code> se quiser que ele continue rodando mesmo depois que você sair.</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Dica 4: Limpando o Rastro (Segurança Básica)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando você faz logout, o Linux salva os comandos que você digitou no arquivo <code>.bash_history</code>. Se você digitou uma senha sem querer ou um comando sensível, isso ficará gravado lá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de dar o <code>logout</code>, uma boa prática de segurança para iniciantes é limpar o histórico da sessão atual se você estiver em um computador público:</p>



<pre class="wp-block-code"><code>history -c &amp;&amp; logout
</code></pre>



<p class="wp-block-paragraph">Isso limpa o histórico da memória e sai do sistema imediatamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dica 5: Saindo de Múltiplas Camadas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine que você acessou o Servidor A, e de lá acessou o Servidor B. Você está num &#8220;túnel&#8221; de conexões.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O primeiro <code>logout</code> (ou Ctrl+D) vai te tirar do Servidor B e te devolver para o Servidor A.</li>



<li>O segundo <code>logout</code> te tira do Servidor A e te devolve para o seu computador.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Mantenha a calma e saia camada por camada. Não feche a janela bruta, ou você pode deixar sessões &#8220;zumbis&#8221; presas nos servidores intermediários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O comando <code>logout</code> parece simples, mas usá-lo corretamente é um sinal de maturidade técnica. Ele garante a integridade dos seus dados e a segurança do servidor. Lembre-se: um bom administrador de sistemas sempre &#8220;fecha a porta&#8221; corretamente antes de ir embora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora que você já sabe sair com estilo, que tal aprender a comandar o sistema de verdade?</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">&#x1f4bc; O mercado de TI procura quem domina Linux</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Saber entrar e sair do sistema é apenas o primeiro passo. Profissionais qualificados em Linux e Segurança disputam os melhores salários do mercado. Saia do amadorismo e siga uma trilha de aprendizado estruturada e reconhecida.</p>



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    <h3 style="margin-top: 0; color: #003366; font-size: 20px;">&#x1f680; Quer se tornar um Especialista?</h3>
    <p style="font-size: 16px; color: #444;">Não perca tempo tentando aprender tudo sozinho. Descubra o caminho mais rápido para a certificação.</p>
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</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>5 Dicas para Usar o Comando lzcat: Como Ler Arquivos Compactados no Linux Sem Descompactar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[adm_linxfs]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 01:58:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<category><![CDATA[comandos linux]]></category>
		<category><![CDATA[compactação de arquivos]]></category>
		<category><![CDATA[linux para iniciantes]]></category>
		<category><![CDATA[lzcat]]></category>
		<category><![CDATA[lzma]]></category>
		<category><![CDATA[shell]]></category>
		<category><![CDATA[terminal]]></category>
		<category><![CDATA[xz]]></category>
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					<description><![CDATA[Aprenda a usar o comando lzcat no Linux. Um guia simples para iniciantes lerem arquivos compactados .lzma e .xz sem precisar descompactar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Vamos falar sobre o comando lzcat Você já se deparou com um arquivo compactado (com final <code>.lzma</code> ou <code>.xz</code>) e precisou ver o conteúdo dele rapidamente, mas não queria ter o trabalho de descompactar tudo, encher seu disco e depois ter que apagar?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine que você é um estudante ou administrador de sistemas analisando logs antigos. Você só quer ler uma linha de erro. Descompactar um arquivo de 5GB só para isso é uma perda de tempo e espaço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aqui que entra o <strong>comando lzcat</strong>. Ele é o &#8220;superpoder de visão de raio-X&#8221; para arquivos compactados no Linux. Neste guia, vamos desmistificar essa ferramenta, saindo da complexidade dos manuais técnicos para uma explicação prática, direta e focada no que você realmente vai usar no dia a dia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="557" src="https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/processed_comando-lzcat-guia-iniciantes-linux-1024x557.png" alt="Uso de comandos lzcat no Linux" class="wp-image-4756" srcset="https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/processed_comando-lzcat-guia-iniciantes-linux-1024x557.png 1024w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/processed_comando-lzcat-guia-iniciantes-linux-300x163.png 300w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/processed_comando-lzcat-guia-iniciantes-linux-768x418.png 768w, https://linuxforce.com.br/wp-content/uploads/2025/12/processed_comando-lzcat-guia-iniciantes-linux.png 1270w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O Que é o Comando lzcat?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender o <code>lzcat</code>, primeiro lembre-se do comando clássico <code>cat</code>. O <code>cat</code> serve para exibir o conteúdo de um arquivo texto na sua tela (saída padrão).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <code>lzcat</code> faz exatamente a mesma coisa, mas para arquivos que estão compactados com o algoritmo <strong>LZMA</strong> (muito comum em distribuições Linux para pacotes e logs).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos simples:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>cat:</strong> Lê arquivos normais (<code>arquivo.txt</code>).</li>



<li><strong>lzcat:</strong> Lê arquivos compactados (<code>arquivo.lzma</code> ou <code>.xz</code>) e mostra o texto &#8220;descompactado&#8221; na tela, sem criar um novo arquivo no seu disco.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Tecnicamente, o <code>lzcat</code> é um atalho para o comando <code>xz --format=lzma --decompress --stdout</code>. Mas convenhamos: digitar <code>lzcat</code> é muito mais rápido e fácil de lembrar!</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">&#x1f680; Pausa para o Conhecimento</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quer dominar a linha de comando e deixar de ser apenas um usuário para se tornar um administrador de sistemas disputado pelo mercado? <strong>Conheça nossos cursos completos de <a href="https://linuxforce.com.br/cursos-linux/" data-type="link" data-id="https://linuxforce.com.br/cursos-linux/" rel="nofollow">Linux </a>e <a href="https://linuxforce.com.br/cursos-de-seguranca-da-informacao/" data-type="link" data-id="https://linuxforce.com.br/cursos-de-seguranca-da-informacao/" rel="nofollow">Segurança </a><a href="https://wa.me/551137965900?text=Ol%C3%A1%20tudo%20bem,%20vim%20pelo%20post%20e%20queria%20saber%20mas%20sobre%20os%20cursos%20de%20linux." rel="nofollow noopener">aqui</a></strong> e acelere sua carreira hoje mesmo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como Usar o lzcat na Prática (Exemplos Simples)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Esqueça as opções complexas de gerenciamento de memória por enquanto. Como iniciante, você usará o <code>lzcat</code> principalmente para três tarefas. Vamos ver cada uma delas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Visualização Rápida de Conteúdo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O uso mais básico. Você tem um arquivo chamado <code>logs-antigos.lzma</code> e quer ver o que tem dentro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comando:</strong> lzcat logs-antigos.lzma</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que acontece:</strong> O texto aparecerá rolando rapidamente na sua tela terminal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Controlando a Leitura (Paginação)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se o arquivo for grande, o texto vai passar rápido demais. O ideal é combinar (usar o &#8220;pipe&#8221; <code>|</code>) o <code>lzcat</code> com o comando <code>less</code> ou <code>more</code>. Assim, você lê página por página.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comando: </strong>lzcat logs-antigos.lzma | less</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Use as setas para subir e descer e a tecla <code>q</code> para sair.</em></p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Encontrando Algo Específico (Filtro)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Digamos que você só quer saber se existe a palavra &#8220;Erro&#8221; dentro desse arquivo compactado, sem ler o resto. Combine com o <code>grep</code>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comando:</strong> lzcat logs-antigos.lzma | grep &#8220;Erro&#8221;
</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Diferenças Essenciais: cat vs zcat vs lzcat</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos estudantes confundem essas ferramentas. Vamos esclarecer de vez com uma tabela rápida:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Comando</strong></td><td><strong>Tipo de Arquivo Alvo</strong></td><td><strong>Extensão Comum</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td><strong>cat</strong></td><td>Texto puro (não compactado)</td><td><code>.txt</code>, <code>.conf</code>, <code>.log</code></td></tr><tr><td><strong>zcat</strong></td><td>Compactado com gzip</td><td><code>.gz</code></td></tr><tr><td><strong>lzcat</strong></td><td>Compactado com LZMA/XZ</td><td><code>.lzma</code>, <code>.xz</code></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dica de Pro:</strong> Se você tentar usar o <code>cat</code> num arquivo compactado, verá apenas símbolos estranhos na tela. Se usar o <code>lzcat</code>, verá o texto legível.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por Que Usar lzcat em Vez de Descompactar?</h2>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>Velocidade:</strong> Você acessa a informação instantaneamente.</li>



<li><strong>Economia de Espaço:</strong> Não é criado um arquivo duplicado descompactado no seu HD.</li>



<li><strong>Segurança:</strong> Ótimo para verificar logs em servidores de produção onde você não pode encher o disco com arquivos temporários.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O comando <code>lzcat</code> é uma ferramenta essencial no cinto de utilidades de qualquer usuário Linux. Ele simplifica a vida ao permitir que você interaja com dados compactados de forma transparente, como se fossem arquivos de texto comuns.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se deixe intimidar por manuais técnicos longos que falam de &#8220;bits de preenchimento&#8221; ou &#8220;alocação de memória&#8221; logo de cara. Comece pelo básico: visualizar, paginar e filtrar.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">Quer se tornar um Especialista?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O<strong><a href="https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-lzcat/" data-type="link" data-id="https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-lzcat/" rel="nofollow">comando lzcat</a></strong> é apenas a ponta do iceberg. O universo Linux é vasto e oferece as melhores oportunidades de salário na área de TI.</p>



<div style="background-color: #222; color: #fff; padding: 30px; text-align: center; border-radius: 8px; margin-top: 40px; box-shadow: 0 4px 15px rgba(0,0,0,0.2);">
    <h3 style="color: #fff; font-size: 24px; margin-bottom: 15px;">&#x1f4bc; O mercado de TI procura quem domina Linux</h3>
    <p style="font-size: 17px; margin-bottom: 25px; line-height: 1.5;">Profissionais qualificados em Linux e Segurança disputam os melhores salários. Saia do amadorismo e siga uma trilha de aprendizado estruturada.</p>
    <a href="https://wa.me/551137965900?text=Ol%C3%A1%20tudo%20bem,%20vim%20pelo%20post%20e%20queria%20saber%20mas%20sobre%20os%20cursos%20de%20linux." style="background-color: #28a745; color: white; padding: 15px 30px; text-decoration: none; border-radius: 50px; font-size: 18px; font-weight: bold; display: inline-block; box-shadow: 0 4px 6px rgba(0,0,0,0.1);" rel="nofollow noopener">QUERO ME TORNAR UM ESPECIALISTA</a>
    <p style="font-size: 12px; margin-top: 15px; opacity: 0.7;">Certificados reconhecidos pelo mercado</p>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Comandos Linux &#8211; Comando lzcat</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-lzcat/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 23:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.linuxforce.com.br/?p=2180</guid>

					<description><![CDATA[Comando Linux xz, unxz, xzcat, lzma, unlzma, lzcat xz , unxz , xzcat , lzma , unlzma e lzcat compactam ou descompactam arquivos .xz e .lzma . Descrição Sintaxe Exemplos Comandos relacionados Descrição O xz é uma ferramenta de compactação de dados de uso geral com sintaxe de linha de comando semelhante ao gzip e bzip2 . O formato de arquivo nativo é o formato .xz , mas o formato .lzma herdado usado pelo LZMA Utils e os fluxos compactados brutos sem cabeçalhos de formato de contêiner também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span class="notranslate">Comando Linux xz, unxz, xzcat, lzma, unlzma, lzcat</span></h1>
<div class="updated"></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="floatRight" src="https://www.computerhope.com/cdn/linux/xz.gif" alt="comando xz" width="300" height="300" /></p>
<p class="intro"><span class="notranslate"><b>xz</b> , <b>unxz</b> , <b>xzcat</b> , <b>lzma</b> , <b>unlzma</b> e <b>lzcat</b> compactam ou descompactam arquivos <b>.xz</b> e <b>.lzma</b> .</span></p>
<div class="pagenav contents">
<ul>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Descrição</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Sintaxe</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Exemplos</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></a></li>
</ul>
</div>
<h2><span class="notranslate">Descrição</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>O xz</b> é uma ferramenta de compactação de dados de uso geral com sintaxe de linha de comando semelhante ao gzip e <b>bzip2</b> .</span> <span class="notranslate">O formato de arquivo nativo é o formato <b>.xz</b> , mas o formato <b>.lzma</b> herdado usado pelo LZMA Utils e os fluxos compactados brutos sem cabeçalhos de formato de contêiner também são suportados.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>xz</b> compacta ou descomprime cada arquivo de acordo com o modo de operação selecionado.</span> <span class="notranslate">Se nenhum arquivo for fornecido ou o arquivo for especificado como um traço (&#8221; <b>&#8211;</b> &#8220;), <b>xz</b> lê da entrada padrão e grava os dados processados ​​na saída padrão.</span> <span class="notranslate"><b>O xz</b> recusará (exibirá um erro e pulará o arquivo) para gravar dados compactados na saída padrão, se for um terminal .</span> <span class="notranslate">Da mesma forma, o <b>xz</b> se recusará a ler dados compactados da entrada padrão, se for um terminal.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">A menos que <b>&#8211;stdout</b> seja especificado, arquivos diferentes de &#8221; <b>&#8211;</b> &#8221; são gravados em um novo arquivo cujo nome é derivado do nome do arquivo de origem:</span></p>
<ul>
<li><span class="notranslate">Ao compactar, o sufixo do formato do arquivo de destino ( <b>.xz</b> ou <b>.lzma</b> ) é anexado ao nome do arquivo de origem para obter o nome do arquivo de destino.</span></li>
<li><span class="notranslate">Ao descompactar, o sufixo <b>.xz</b> ou <b>.lzma</b> é removido do nome do arquivo para obter o nome do arquivo de destino.</span> <span class="notranslate"><b>O xz</b> também reconhece os sufixos <b>.txz</b> e <b>.tlz</b> e os substitui pelo sufixo <b>.tar</b> .</span></li>
</ul>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se o arquivo de destino já existir, um erro será exibido e o arquivo será ignorado.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">A menos que grave na saída padrão, <b>xz</b> exibe um aviso e pula o arquivo se qualquer um dos seguintes itens se aplicar:</span></p>
<ul>
<li><span class="notranslate"><i>O arquivo</i> não é um arquivo regular.</span> <span class="notranslate">Links simbólicos não são seguidos e, portanto, não são considerados arquivos regulares.</span></li>
<li><span class="notranslate"><i>O arquivo</i> possui mais de um link físico .</span></li>
<li><span class="notranslate">O arquivo está definido como setuid , setgid ou sticky bit.</span></li>
<li><span class="notranslate">O modo de operação está definido para compactar e o arquivo já possui um sufixo do formato de arquivo de destino ( <b>.xz</b> ou <b>.txz</b> ao compactar no formato <b>.xz</b> e <b>.lzma</b> ou <b>.tlz</b> ao compactar no formato <b>.lzma</b> ).</span></li>
<li><span class="notranslate">O modo de operação está definido para descompactar e o arquivo não possui um sufixo de nenhum dos formatos de arquivo suportados ( <b>.xz</b> , <b>.txz</b> , <b>.lzma</b> ou <b>.tlz</b> ).</span></li>
</ul>
<p class="tab"><span class="notranslate">Após compactar ou descompactar o arquivo, <b>xz</b> copia o proprietário, o grupo, as permissões, o tempo de acesso e o tempo de modificação do arquivo de origem para o arquivo de destino.</span> <span class="notranslate">Se a cópia do grupo falhar, as permissões serão modificadas para que o arquivo de destino não se torne acessível aos usuários que não tiveram permissão para acessar o arquivo de origem.</span> <span class="notranslate"><b>O xz</b> ainda não suporta a cópia de outros metadados, como listas de controle de acesso ou atributos estendidos.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Depois que o arquivo de destino é fechado com sucesso, o arquivo de origem é removido, a menos que <b>&#8211;keep tenha</b> sido especificado.</span> <span class="notranslate">O arquivo de origem nunca será removido se a saída for gravada na saída padrão.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">O envio de sinais SIGINFO ou SIGUSR1 para o processo <b>xz</b> faz com que as informações de progresso sejam impressas com erro padrão.</span> <span class="notranslate">Isso tem uso limitado, já que quando o erro padrão é um terminal, o uso de <b>&#8211;verbose</b> exibe um indicador de progresso com atualização automática.</span></p>
<h2><span class="notranslate">Uso de memória</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">O uso da memória do <b>xz</b> varia de algumas centenas de kilobytes a vários gigabytes, dependendo das configurações de compactação.</span> <span class="notranslate">As configurações usadas ao compactar um arquivo determinam os requisitos de memória do descompactador.</span> <span class="notranslate">Normalmente, o descompactador precisa de 5% a 20% da quantidade de memória necessária para o compressor ao criar o arquivo.</span> <span class="notranslate">Por exemplo, descompactar um arquivo criado com <b>xz -9</b> atualmente requer 65 MiB de memória.</span> <span class="notranslate">Ainda assim, é possível ter arquivos <b>.xz</b> que requerem vários gigabytes de memória para descompactar.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Especialmente usuários de sistemas mais antigos podem achar irritante a possibilidade de uso de memória muito grande.</span> <span class="notranslate">Para evitar surpresas desconfortáveis, o <b>xz</b> possui um limitador de uso de memória embutido, que é desativado por padrão.</span> <span class="notranslate">Embora alguns sistemas operacionais forneçam maneiras de limitar o uso de processos na memória, confiar neles não foi considerado suficientemente flexível.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">O limitador de uso de memória pode ser ativado com a opção de linha de comando <b>&#8211;memlimit =</b> <i>limit</i> .</span> <span class="notranslate">Freqüentemente, é mais conveniente ativar o limitador por padrão, configurando a variável de ambiente XZ_DEFAULTS, por exemplo, <b>XZ_DEFAULTS = &#8211; memlimit = 150MiB</b> .</span> <span class="notranslate">É possível definir os limites separadamente para compactação e descompactação usando <b>&#8211;memlimit-compress =</b> <i>limit</i> e <b>&#8211;memlimit-decompress =</b> <i>limit</i> .</span> <span class="notranslate">O uso dessas duas opções fora de XZ_DEFAULTS raramente é útil porque uma única execução de <b>xz</b> não pode fazer compactação e descompactação e <b>&#8211;memlimit =</b> <i>limit</i> (ou <b>-M</b> limit) é mais curto para digitar na linha de comandos.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se o limite de uso de memória especificado for excedido ao descompactar, <b>xz</b> exibirá um erro e a descompactação do arquivo falhará.</span> <span class="notranslate">Se o limite for excedido ao compactar, <b>xz</b> tentará reduzir as configurações para que o limite não seja mais excedido (exceto ao usar <b>&#8211;format = bruto</b> ou <b>&#8211; sem ajuste</b> ).</span> <span class="notranslate">Dessa forma, a operação não falhará, a menos que o limite seja muito pequeno.</span> <span class="notranslate">O dimensionamento das configurações é feito em etapas que não correspondem às predefinições do nível de compactação, por exemplo, se o limite for apenas ligeiramente menor que o valor necessário para <b>xz -9</b> , as configurações serão reduzidas apenas um pouco, <b>xz -8</b> .</span></p>
<h2><span class="notranslate">Concatenando e preenchendo com arquivos .xz</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">É possível concatenar arquivos <b>.xz</b> como estão.</span> <span class="notranslate"><b>O xz</b> descompactará esses arquivos como se fossem um único arquivo <b>.xz</b> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">É possível inserir preenchimento entre as partes concatenadas ou após a última parte.</span> <span class="notranslate">O preenchimento deve consistir em bytes nulos e o tamanho do preenchimento deve ser um múltiplo de quatro bytes.</span> <span class="notranslate">Isso pode ser útil, por exemplo, se o arquivo <b>.xz</b> for armazenado em uma mídia que mede o tamanho dos arquivos em blocos de 512 bytes.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Concatenação e preenchimento não são permitidos com arquivos <b>.lzma</b> ou fluxos brutos.</span></p>
<h2 id="syntax"><span class="notranslate">Sintaxe</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> xz [ <i>opção</i> ] ... [ <i>arquivo</i> ] ...</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>unxz</b> é equivalente a <b>xz &#8211;</b> <b>descompress</b> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>xzcat</b> é equivalente a <b>xz &#8211;decompress &#8211;stdout</b> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>lzma</b> é equivalente a <b>xz &#8211;format = lzma</b> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>unlzma</b> é equivalente a <b>xz &#8211;format = lzma &#8211; descomprimir</b> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>lzcat</b> é equivalente a <b>xz &#8211;format = lzma &#8211; descompress &#8211;stdout</b> .</span></p>
<h2><span class="notranslate">Opções: modos de operação</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Essas opções informam ao <b>xz</b> qual modo usar.</span> <span class="notranslate">Se mais de um modo for especificado, o último entrará em vigor.</span></p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-z</b> , <b>&#8211;compress</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Comprimir.</span> <span class="notranslate">Esta opção é o modo de operação padrão quando nenhuma opção de modo de operação é especificada e nenhum outro modo de operação está implícito no nome do comando (por exemplo, <b>unxz</b> implica em <b>&#8211;</b> <b>descomprimir</b> ).</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-d</b> , <b>&#8211;dcompress</b> , <b>&#8211;uncompress</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Descomprimir.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-t</b> , <b>&#8211;test</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Teste a integridade dos arquivos compactados.</span> <span class="notranslate">Esta opção é equivalente a <b>&#8211;decompress &#8211;stdout,</b> exceto que os dados descompactados são descartados em vez de gravados na saída padrão.</span> <span class="notranslate">Nenhum arquivo é criado ou removido.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-l</b> , <b>&#8211;list</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Imprima informações sobre arquivos compactados.</span> <span class="notranslate">Nenhuma saída não compactada é produzida e nenhum arquivo é criado ou removido.</span> <span class="notranslate">No modo de lista, o programa não pode ler os dados compactados da entrada padrão ou de outras fontes não observáveis.</span></p>
<p><span class="notranslate">A listagem padrão mostra informações básicas sobre arquivos, um arquivo por linha.</span> <span class="notranslate">Para obter informações mais detalhadas, use também a opção <b>&#8211;verbose</b> .</span> <span class="notranslate">Para obter mais informações, use <b>&#8211;verbose</b> duas vezes, mas observe que isso pode ser lento, porque obter todas as informações extras requer muitas buscas.</span> <span class="notranslate">A largura da saída detalhada excede 80 caracteres , portanto, canalizar a saída para, por exemplo, &#8221; <b>less -S</b> &#8221; pode ser conveniente se o terminal não for largo o suficiente.</span></p>
<p><span class="notranslate">A saída exata pode variar entre as versões <b>xz</b> e diferentes localidades.</span> <span class="notranslate">Para saída legível por máquina, <b>&#8211;robot &#8211;list</b> deve ser usada.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Opções: modificadores de operação</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-k</b> , <b>&#8211;keep</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Não exclua os arquivos de entrada.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-f</b> , <b>&#8211;force</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Esta opção tem vários efeitos:</span></p>
<p><span class="notranslate">• Se o arquivo de destino já existir, exclua-o antes de compactar ou descompactar.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Compacte ou descompacte, mesmo que a entrada seja um link simbólico para um arquivo comum, tenha mais de um link físico ou o conjunto de bits setuid, setgid ou sticky bit.</span> <span class="notranslate">Os bits setuid, setgid e sticky não são copiados para o arquivo de destino.</span></p>
<p><span class="notranslate">• Quando usado com <b>&#8211;decompress &#8211;stdout</b> e <b>xz</b> não pode reconhecer o tipo do arquivo de origem, copie o arquivo de origem como está na saída padrão.</span> <span class="notranslate">Isso permite que o <b>xzcat &#8211;force</b> seja usado como cat para arquivos que não foram compactados com o <b>xz</b> .</span> <span class="notranslate">Observe que, no futuro, o <b>xz</b> poderá suportar novos formatos de arquivo compactado, o que pode fazer com que o <b>xz</b> descompacte mais tipos de arquivos, em vez de copiá-los, como na saída padrão.</span> <span class="notranslate"><b>&#8211;format = formato</b> pode ser usado para restringir <b>xz</b> para descomprimir apenas um único formato de arquivo.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-c</b> , <b>&#8211;stdout</b> , <b>&#8211;to-stdout</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Escreva os dados compactados ou descompactados na saída padrão em vez de em um arquivo.</span> <span class="notranslate">Isso implica &#8211; <b>manutenção</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211; único fluxo</b></span></td>
<td><span class="notranslate"><b>Descompacte</b> apenas o primeiro fluxo <b>.xz</b> e ignore silenciosamente os possíveis dados de entrada restantes após o fluxo.</span> <span class="notranslate">Normalmente esse lixo final faz com que <b>xz</b> exiba um erro.</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>O xz</b> nunca descompacta mais de um fluxo de arquivos <b>.lzma</b> ou fluxos brutos, mas essa opção ainda faz com que o <b>xz</b> ignore os possíveis dados finais após o arquivo <b>.lzma</b> ou fluxo bruto.</span></p>
<p><span class="notranslate">Esta opção não tem efeito se o modo de operação não for <b>&#8211;</b> <b>descomprimir</b> ou <b>&#8211;</b> <b>test</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;no-sparse</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Desative a criação de arquivos esparsos.</span> <span class="notranslate">Por padrão, ao descompactar em um arquivo normal, o <b>xz</b> tenta tornar o arquivo escasso se os dados descompactados contiverem longas sequências de zeros binários .</span> <span class="notranslate">Também funciona ao gravar na saída padrão, desde que a saída padrão esteja conectada a um arquivo regular e certas condições adicionais sejam atendidas para torná-lo seguro.</span> <span class="notranslate">Criar arquivos esparsos pode economizar espaço em disco e acelerar a descompactação, reduzindo a quantidade de E / S do disco .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-S.</b></span> <span class="notranslate"><i>suf</i> , <b>&#8211;suffix =.</b></span> <span class="notranslate"><i>suf</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Ao comprimir, use <b>.</b></span> <span class="notranslate"><i>suf</i> como o sufixo do arquivo de destino em vez de <b>.xz</b> ou <b>.lzma</b> .</span> <span class="notranslate">Se não estiver gravando na saída padrão e o arquivo de origem já tiver o sufixo <b>.suf</b> , um aviso será exibido e o arquivo será ignorado.</span></p>
<p><span class="notranslate">Ao descompactar, reconheça os arquivos com o sufixo <b>.</b></span> <span class="notranslate"><i>suf</i> , além de arquivos com o <b>sufixo .xz</b> , <b>.txz</b> , <b>.lzma</b> ou <b>.tlz</b> .</span> <span class="notranslate">Se o arquivo de origem tiver o sufixo <b>.</b></span> <span class="notranslate"><i>suf</i> , o sufixo é removido para obter o nome do arquivo de destino.</span></p>
<p><span class="notranslate">Ao compactar ou descompactar fluxos brutos ( <b>&#8211;format = bruto</b> ), o sufixo sempre deve ser especificado, a menos que seja <b>gravado na</b> saída padrão, porque não há sufixo padrão para fluxos brutos.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;files</b> [ <b>=</b> <i>arquivo</i> ]</span></td>
<td><span class="notranslate">Leia os nomes dos arquivos para processar a partir do <i>arquivo</i> ;</span> <span class="notranslate">se o <i>arquivo</i> for omitido, os nomes dos arquivos serão lidos a partir da entrada padrão.</span> <span class="notranslate">Os nomes dos arquivos devem ser finalizados com o caractere de nova linha .</span> <span class="notranslate">Um traço (&#8221; <b>&#8211;</b> &#8220;) é usado como um nome de arquivo normal;</span> <span class="notranslate">isso não significa entrada padrão.</span> <span class="notranslate">Se os nomes dos arquivos também forem fornecidos como argumentos da linha de comando, eles serão processados ​​antes da leitura dos nomes dos <i>arquivos</i> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;files0</b> [ <b>=</b> <i>arquivo</i> ]</span></td>
<td><span class="notranslate">Esta opção é idêntica a <b>&#8211;files</b> [ <b>=</b> <i>file</i> ], exceto que cada nome de arquivo deve ser finalizado com o caractere nulo.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Opções: formato básico de arquivo e opções de compactação</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-F</b> <i>formato</i> , <b>&#8211;format =</b> <i>formato</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o <i>formato</i> do arquivo para compactar ou descompactar:</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>auto</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Este formato é o padrão.</span> <span class="notranslate">Ao compactar, <b>auto</b> é equivalente a <b>xz</b> .</span> <span class="notranslate">Ao descompactar, o formato do arquivo de entrada é detectado automaticamente.</span> <span class="notranslate">Observe que os fluxos brutos (criados com <b>&#8211;format = bruto</b> ) não podem ser detectados automaticamente.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>xz</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Compacte no formato de arquivo <b>.xz</b> ou aceite apenas arquivos <b>.xz</b> ao descompactar.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>lzma</b> , <b>sozinho</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Compacte no formato de arquivo <b>.lzma</b> herdado ou aceite apenas arquivos <b>.lzma</b> ao descompactar.</span> <span class="notranslate">Somente o nome alternativo é fornecido para compatibilidade com versões anteriores do LZMA Utils.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>cru</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Compacte ou descompacte um fluxo bruto (sem cabeçalhos).</span> <span class="notranslate">Este formato é destinado apenas a usuários avançados.</span> <span class="notranslate">Para decodificar fluxos brutos, você precisa usar <b>&#8211;format = raw</b> e especificar explicitamente a cadeia de filtros, que normalmente seria armazenada nos cabeçalhos do contêiner.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-C</b> <i>cheque</i> , <b>&#8211;check =</b> <i>cheque</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o tipo da verificação de integridade.</span> <span class="notranslate">A verificação é calculada a partir dos dados não compactados e armazenada no arquivo <b>.xz</b> .</span> <span class="notranslate">Esta opção tem efeito apenas ao compactar no formato <b>.xz</b> ;</span> <span class="notranslate">o formato <b>.lzma</b> não suporta verificações de integridade.</span> <span class="notranslate">A verificação de integridade (se houver) é verificada quando o arquivo <b>.xz</b> é descompactado.</span></p>
<p><span class="notranslate">Tipos de verificação suportados:</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>Nenhum</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Não calcule uma verificação de integridade.</span> <span class="notranslate">Essa verificação geralmente é uma má ideia.</span> <span class="notranslate">Isso pode ser útil quando a integridade dos dados é verificada por outros meios de qualquer maneira.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>crc32</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Calcule o CRC32 usando o polinômio de IEEE-802.3 (Ethernet).</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>crc64</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Calcule CRC64 usando o polinômio de ECMA-182.</span> <span class="notranslate">Essa verificação é o padrão, pois é um pouco melhor que o CRC32 na detecção de arquivos danificados e a diferença de velocidade é insignificante.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>sha256</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Calcule SHA-256.</span> <span class="notranslate">Essa verificação é um pouco mais lenta que CRC32 e CRC64.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="notranslate">A integridade dos cabeçalhos <b>.xz</b> é sempre verificada com o CRC32.</span> <span class="notranslate">Não é possível alterá-lo ou desativá-lo.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-0</b> &#8230; <b>-9</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Selecione um nível predefinido de compactação.</span> <span class="notranslate">O padrão é <b>-6</b> .</span> <span class="notranslate">Se vários níveis predefinidos forem especificados, o último entrará em vigor.</span> <span class="notranslate">Se uma cadeia de filtros personalizada já foi especificada, a configuração de um nível predefinido de compactação limpa a cadeia de filtros personalizada.</span></p>
<p><span class="notranslate">As diferenças entre as predefinições são mais significativas do que com <b>gzip</b> e <b>bzip2</b> .</span> <span class="notranslate">As configurações de compactação selecionadas determinam os requisitos de memória do descompactador, portanto, o uso de um nível predefinido muito alto pode dificultar a descompactação do arquivo em um sistema antigo com pouca RAM.</span> <span class="notranslate">Especificamente, não é uma boa ideia usar cegamente <b>-9</b> para tudo como costuma acontecer com <b>gzip</b> e <b>bzip2</b> .</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-0</b> &#8230; <b>-3</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Essas são predefinições um tanto rápidas.</span> <span class="notranslate"><b>-0</b> às vezes é mais rápido que <b>gzip -9</b> enquanto comprime muito melhor.</span> <span class="notranslate">Os mais altos geralmente têm velocidade comparável ao <b>bzip2</b> com taxa de compactação comparável ou melhor, embora os resultados dependam muito do tipo de dados que está sendo compactado.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-4</b> &#8230; <b>-6</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Compressão boa a muito boa, mantendo o uso da memória descompressor razoável, mesmo para sistemas antigos.</span> <span class="notranslate"><b>-6</b> é o padrão, o que geralmente é uma boa escolha, por exemplo, para a distribuição de arquivos que precisam ser descompactáveis, mesmo em sistemas com apenas 16 MiB de RAM.</span> <span class="notranslate">( <b>-5e</b> ou <b>-6e também</b> pode ser considerado. Consulte &#8211; <b>extremo</b> .)</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-7</b> &#8230; <b>-9</b></span></td>
<td><span class="notranslate">São como <b>-6,</b> mas com requisitos mais altos de memória para compressor e descompressor.</span> <span class="notranslate">Eles são úteis apenas ao compactar arquivos maiores que 8 MiB, 16 MiB e 32 MiB, respectivamente.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="notranslate">No mesmo hardware, a velocidade de descompressão é aproximadamente um número constante de bytes de dados compactados por segundo.</span> <span class="notranslate">Em outras palavras, quanto melhor a compactação, mais rápida será a descompactação.</span> <span class="notranslate">Isso também significa que a quantidade de saída não compactada produzida por segundo pode variar muito.</span></p>
<p><span class="notranslate">A tabela a seguir resume os recursos das predefinições:</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcy">
<th><span class="notranslate"><b>Predefinição</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>DictSize</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>CompCPU</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>CompMem</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>DecMem</b></span></th>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-0</b></span></td>
<td><span class="notranslate">256 KiB</span></td>
<td><span class="notranslate">0 0</span></td>
<td><span class="notranslate">3 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">1 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-1</b></span></td>
<td><span class="notranslate">1 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">1</span></td>
<td><span class="notranslate">9 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">2 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-2</b></span></td>
<td><span class="notranslate">2 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">2</span></td>
<td><span class="notranslate">17 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">3 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-3</b></span></td>
<td><span class="notranslate">4 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">3</span></td>
<td><span class="notranslate">32 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">5 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-4</b></span></td>
<td><span class="notranslate">4 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">4</span></td>
<td><span class="notranslate">48 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">5 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-5</b></span></td>
<td><span class="notranslate">8 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">5</span></td>
<td><span class="notranslate">94 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">9 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-6</b></span></td>
<td><span class="notranslate">8 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">6</span></td>
<td><span class="notranslate">94 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">9 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-7</b></span></td>
<td><span class="notranslate">16 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">6</span></td>
<td><span class="notranslate">186 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">17 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-8</b></span></td>
<td><span class="notranslate">32 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">6</span></td>
<td><span class="notranslate">370 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">33 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-9</b></span></td>
<td><span class="notranslate">64 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">6</span></td>
<td><span class="notranslate">674 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">65 MiB</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="notranslate">Descrições da coluna:</span></p>
<p><span class="notranslate">• <b>DictSize</b> é o tamanho do dicionário LZMA2.</span> <span class="notranslate">É perda de memória usar um dicionário maior que o tamanho do arquivo descompactado.</span> <span class="notranslate">É por isso que é bom evitar o uso das predefinições <b>-7</b> &#8230; <b>-9</b> quando não há uma necessidade real delas.</span> <span class="notranslate">Em <b>-6</b> e inferior, a quantidade de memória desperdiçada geralmente é baixa o suficiente para não importar.</span></p>
<p><span class="notranslate">• <b>CompCPU</b> é uma representação simplificada das configurações do LZMA2 que afetam a velocidade de compactação.</span> <span class="notranslate">O tamanho do dicionário também afeta a velocidade, portanto, enquanto a CompCPU é a mesma para os níveis <b>-6</b> &#8230; <b>-9</b> , os níveis mais altos ainda tendem a ser um pouco mais lentos.</span> <span class="notranslate">Para obter uma compactação ainda mais lenta e, portanto, possivelmente melhor, consulte <b>&#8211;extreme</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">• <b>CompMem</b> contém os requisitos de memória do compressor no modo de rosca única.</span> <span class="notranslate">Pode variar um pouco entre as versões <b>xz</b> .</span> <span class="notranslate">Os requisitos de memória de alguns dos futuros modos multithread podem ser dramaticamente mais altos que os do modo single-threaded.</span></p>
<p><span class="notranslate">• <b>DecMem</b> contém os requisitos de memória do descompactador.</span> <span class="notranslate">Ou seja, as configurações de compactação determinam os requisitos de memória do descompactador.</span> <span class="notranslate">O uso exato da memória do descompressor é um pouco maior que o tamanho do dicionário LZMA2, mas os valores na tabela foram arredondados para o próximo MiB completo.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-e</b> , <b>&#8211;extreme</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Use uma variante mais lenta do nível predefinido de compactação selecionado ( <b>-0</b> &#8230; <b>-9</b> ) para obter uma taxa de compactação um pouco melhor, mas com azar isso também pode piorar.</span> <span class="notranslate">O uso da memória do descompressor não é afetado, mas o uso da memória do compressor aumenta um pouco nos níveis predefinidos <b>-0</b> &#8230; <b>-3</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">Como existem duas predefinições com tamanhos de dicionário 4 MiB e 8 MiB, as predefinições <b>-3e</b> e <b>-5e</b> usam configurações um pouco mais rápidas (CompCPU inferior) que <b>-4e</b> e <b>-6e</b> , respectivamente.</span> <span class="notranslate">Dessa forma, não há duas predefinições idênticas.</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcy">
<th><span class="notranslate"><b>Predefinição</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>DictSize</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>CompCPU</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>CompMem</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>DecMem</b></span></th>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-0e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">256 KiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">4 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">1 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-1e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">1 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">13 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">2 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-2e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">2 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">25 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">3 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-3e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">4 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">7</span></td>
<td><span class="notranslate">48 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">5 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-4e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">4 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">48 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">5 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-5e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">8 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">7</span></td>
<td><span class="notranslate">94 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">9 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-6e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">8 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">94 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">9 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-7e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">16 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">186 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">17 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-8e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">32 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">370 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">33 MiB</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-9e</b></span></td>
<td><span class="notranslate">64 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">8</span></td>
<td><span class="notranslate">674 MiB</span></td>
<td><span class="notranslate">65 MiB</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="notranslate">Por exemplo, há um total de quatro predefinições que usam o dicionário 8 MiB, cuja ordem do mais rápido ao mais lento é <b>-5</b> , <b>-6</b> , <b>-5e</b> e <b>-6e</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;fast</b> , <b>&#8211;best</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Esses são aliases um tanto enganosos para <b>-0</b> e <b>-9</b> , respectivamente.</span> <span class="notranslate">Eles são fornecidos apenas para compatibilidade com versões anteriores do LZMA Utils.</span> <span class="notranslate">Evite usar essas opções.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;block-size =</b> <i>size</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Ao compactar para o formato <b>.xz</b> , divida os dados de entrada em blocos de bytes de tamanho.</span> <span class="notranslate">Os blocos são compactados independentemente um do outro.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;memlimit-compress =</b> <i>limit</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Defina um limite de uso de memória para compactação.</span> <span class="notranslate">Se esta opção for especificada várias vezes, a última entrará em vigor.</span></p>
<p><span class="notranslate">Se as configurações de compactação excederem o limite, <b>xz</b> ajustará as configurações para baixo para que o limite não seja mais excedido e exibirá um aviso de que o ajuste automático foi feito.</span> <span class="notranslate">Esses ajustes não são feitos ao compactar com <b>&#8211;format = raw</b> ou se <b>&#8211;no-</b> <b>Adjust</b> for especificado.</span> <span class="notranslate">Nesses casos, um erro é exibido e <b>xz</b> sai com o status de saída <b>1</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">O limite pode ser especificado de várias maneiras:</span></p>
<p><span class="notranslate">• O limite pode ser um valor absoluto em bytes.</span> <span class="notranslate">Usar um sufixo inteiro como MiB pode ser útil.</span> <span class="notranslate">Exemplo: <b>&#8211;memlimit-compress = 80MiB</b></span></p>
<p><span class="notranslate">• O limite pode ser especificado como uma porcentagem da memória física total (RAM).</span> <span class="notranslate">Isso pode ser útil especialmente ao definir a variável de ambiente XZ_DEFAULTS em um script de inicialização do shell que é compartilhado entre computadores diferentes.</span> <span class="notranslate">Dessa forma, o limite é automaticamente maior em sistemas com mais memória.</span> <span class="notranslate">Exemplo: <b>&#8211;memlimit-compress = 70%</b></span></p>
<p><span class="notranslate">• O limite pode ser redefinido de volta ao seu valor padrão, definindo-o como <b>0</b> , que atualmente é equivalente a definir o limite para <b>max</b> (sem limite de uso de memória).</span> <span class="notranslate">Depois que o suporte a multithreading é implementado, pode haver uma diferença entre <b>0</b> e <b>max</b> para o caso multithread, portanto, é recomendável usar <b>0 em</b> vez de <b>max</b> até que os detalhes sejam decididos.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;memlimit-decompress =</b> <i>limit</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Defina um limite de uso de memória para descompactação.</span> <span class="notranslate">Isso também afeta o modo <b>&#8211;list</b> .</span> <span class="notranslate">Se a operação não for possível sem exceder o limite, <b>xz</b> exibirá um erro e a descompactação do arquivo falhará.</span> <span class="notranslate">Veja <b>&#8211;memlimit-compress =</b> <i>limit</i> para formas possíveis de especificar o limite.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-M</b> <i>limite</i> , <b>&#8211;memlimit =</b> <i>limite</i> , <b>&#8211;memory =</b> <i>limite</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Esta opção é equivalente a especificar <b>&#8211;memlimit-compress =</b> <i>limit</i> <b>&#8211;memlimit-decompress =</b> <i>limit</i> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211; sem ajuste</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Exiba um erro e saia se as configurações de compactação excederem o limite de uso de memória.</span> <span class="notranslate">O padrão é ajustar as configurações para baixo, para que o limite de uso da memória não seja excedido.</span> <span class="notranslate">O ajuste automático é sempre desativado ao criar fluxos brutos ( <b>&#8211;format = bruto</b> ).</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-T</b> <i>threads</i> , <b>&#8211;threads =</b> <i>threads</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o número de threads de trabalho a serem usados.</span> <span class="notranslate">O número real de threads pode ser menor que threads, se o uso de mais threads exceder o limite de uso de memória.</span></p>
<p><span class="notranslate">A compactação e descompactação multithread ainda não foram implementadas, portanto, esta opção não tem efeito no momento.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Correntes de filtro de compressor personalizadas</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Uma cadeia de filtros personalizada permite especificar as configurações de compactação em detalhes, em vez de depender das configurações associadas aos níveis predefinidos.</span> <span class="notranslate">Quando uma cadeia de filtros personalizada é especificada, as opções de nível de predefinição de compactação ( <b>-0</b> &#8230; <b>-9</b> e <b>&#8211;extreme</b> ) são ignoradas silenciosamente.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Uma cadeia de filtros é comparável à tubulação na linha de comando.</span> <span class="notranslate">Ao compactar, a entrada não compactada vai para o primeiro filtro, cuja saída vai para o próximo filtro (se houver).</span> <span class="notranslate">A saída do último filtro é gravada no arquivo compactado.</span> <span class="notranslate">O número máximo de filtros na cadeia é quatro, mas geralmente uma cadeia de filtros possui apenas um ou dois filtros.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Muitos filtros têm limitações sobre onde eles podem estar na cadeia de filtros: alguns filtros podem funcionar apenas como o último filtro da cadeia, outros apenas como um filtro não-último e alguns funcionam em qualquer posição na cadeia.</span> <span class="notranslate">Dependendo do filtro, essa limitação é inerente ao design do filtro ou existe para evitar problemas de segurança.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Uma cadeia de filtros personalizada é especificada usando uma ou mais opções de filtro na ordem em que são desejadas na cadeia de filtros.</span> <span class="notranslate">Ou seja, a ordem das opções de filtro é significativa!</span> <span class="notranslate">Ao decodificar fluxos brutos ( <b>&#8211;format = bruto</b> ), a cadeia do filtro é especificada na mesma ordem em que foi especificada ao compactar.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Os filtros aceitam opções específicas de filtro como uma lista separada por vírgula.</span> <span class="notranslate">Vírgulas extras nas opções são ignoradas.</span> <span class="notranslate">Cada opção tem um valor padrão, portanto, você precisa especificar apenas aqueles que deseja alterar.</span></p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;lzma1</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ], <b>&#8211;lzma2</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></td>
<td><span class="notranslate">Adicione o filtro LZMA1 ou LZMA2 à cadeia de filtros.</span> <span class="notranslate">Esses filtros podem ser usados ​​apenas como o último filtro na cadeia.</span></p>
<p><span class="notranslate">O LZMA1 é um filtro herdado, suportado quase exclusivamente devido ao formato de arquivo <b>.lzma</b> herdado, que suporta apenas o LZMA1.</span> <span class="notranslate">LZMA2 é uma versão atualizada do LZMA1 para corrigir alguns problemas práticos do LZMA1.</span> <span class="notranslate">O formato <b>.xz</b> usa LZMA2 e não oferece suporte a LZMA1.</span> <span class="notranslate">A velocidade de compressão e as proporções de LZMA1 e LZMA2 são praticamente as mesmas.</span></p>
<p><span class="notranslate">LZMA1 e LZMA2 compartilham o mesmo conjunto de opções:</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>predefinição =</b> <i>predefinição</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Redefina todas as opções LZMA1 ou LZMA2 para <i>predefinir</i> .</span> <span class="notranslate">A predefinição consiste em um número inteiro, que pode ser seguido por modificadores de predefinição de uma letra.</span> <span class="notranslate">O número inteiro pode ser de <b>0</b> a <b>9</b> , correspondendo às opções de linha de comando <b>-0</b> &#8230; <b>-9</b> .</span> <span class="notranslate">O único modificador suportado atualmente é <b>e</b> , que corresponde a <b>&#8211;extreme</b> .</span> <span class="notranslate">A predefinição padrão é <b>6</b> , da qual os valores padrão para o restante das opções LZMA1 ou LZMA2 são obtidos.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>dict =</b> <i>size</i></span></td>
<td><span class="notranslate">O tamanho do dicionário (buffer de histórico) indica quantos bytes dos dados não compactados processados ​​recentemente são mantidos na memória.</span> <span class="notranslate">O algoritmo tenta encontrar sequências de bytes repetidas (correspondências) nos dados não compactados e substituí-los por referências aos dados atualmente no dicionário.</span> <span class="notranslate">Quanto maior o dicionário, maior a chance de encontrar uma correspondência.</span> <span class="notranslate">Portanto, aumentar o tamanho do dicionário geralmente melhora a taxa de compactação, mas um dicionário maior que o arquivo não compactado é desperdício de memória.</span></p>
<p><span class="notranslate">O tamanho típico do dicionário é de 64 KiB a 64 MiB.</span> <span class="notranslate">O mínimo é 4 KiB.</span> <span class="notranslate">O máximo para compactação atualmente é de 1,5 GiB (1536 MiB).</span> <span class="notranslate">O descompactador já suporta dicionários de até um byte a menos de 4 GiB, que é o máximo para os formatos de fluxo LZMA1 e LZMA2.</span></p>
<p><span class="notranslate">O tamanho do dicionário e o localizador de correspondência (mf) juntos determinam o uso de memória do codificador LZMA1 ou LZMA2.</span> <span class="notranslate">O mesmo tamanho (ou maior) de dicionário é necessário para descompactar que foi usado durante a compactação, portanto, o uso de memória do decodificador é determinado pelo tamanho do dicionário usado durante a compactação.</span> <span class="notranslate">Os cabeçalhos .xz armazenam o tamanho do dicionário como 2 ^ n ou 2 ^ n + 2 ^ (n-1), portanto esses tamanhos são preferidos para compactação.</span> <span class="notranslate">Outros tamanhos serão arredondados quando armazenados nos cabeçalhos .xz.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>lc =</b> <i>lc</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o número de bits de contexto literais.</span> <span class="notranslate">O mínimo é <b>0</b> e o máximo é <b>4</b> ;</span> <span class="notranslate">o padrão é <b>3</b> .</span> <span class="notranslate">Além disso, a soma de <b>lc</b> e <b>lp</b> não deve exceder <b>4</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">Todos os bytes que não podem ser codificados como correspondências são codificados como literais.</span> <span class="notranslate">Ou seja, literais são bytes de 8 bits codificados um de cada vez.</span></p>
<p><span class="notranslate">A codificação literal assume que os bits <b>lc</b> mais altos do byte descompactado anterior se correlacionam com o próximo byte.</span> <span class="notranslate">Por exemplo, no texto típico em inglês, uma letra maiúscula é geralmente seguida por uma letra minúscula e uma letra minúscula é geralmente seguida por outra letra minúscula.</span> <span class="notranslate">No conjunto de caracteres US-ASCII, os três bits mais altos são 010 para letras maiúsculas e 011 para letras minúsculas.</span> <span class="notranslate">Quando <b>lc</b> é pelo menos 3, a codificação literal pode tirar proveito dessa propriedade nos dados não compactados.</span></p>
<p><span class="notranslate">O valor padrão ( <b>3</b> ) geralmente é bom.</span> <span class="notranslate">Se você deseja uma compressão máxima, teste <b>lc = 4</b> .</span> <span class="notranslate">Às vezes, ajuda um pouco e às vezes piora a compactação.</span> <span class="notranslate">Se piorar, teste, por exemplo, <b>lc = 2</b> também.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>lp =</b> <i>lp</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o número de bits de posição literais.</span> <span class="notranslate">O mínimo é <b>0</b> e o máximo é <b>4</b> ;</span> <span class="notranslate">o padrão é <b>0</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>Lp</b> afeta que tipo de alinhamento nos dados não compactados é assumido ao codificar literais.</span> <span class="notranslate">Veja a <b>pb</b> abaixo para obter mais informações sobre alinhamento.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>pb =</b> <i>pb</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o número de bits de posição.</span> <span class="notranslate">O mínimo é <b>0</b> e o máximo é <b>4</b> ;</span> <span class="notranslate">o padrão é <b>2</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>O Pb</b> afeta em geral o tipo de alinhamento nos dados não compactados.</span> <span class="notranslate">O padrão significa alinhamento de quatro bytes (2 ^ pb = 2 ^ 2 = 4), o que geralmente é uma boa opção quando não há melhor estimativa.</span></p>
<p><span class="notranslate">Quando o alinhamento é conhecido, definir <b>pb</b> adequadamente pode reduzir um pouco o tamanho do arquivo.</span> <span class="notranslate">Por exemplo, com arquivos de texto com alinhamento de um byte (US-ASCII, ISO-8859- *, UTF-8), a configuração <b>pb = 0</b> pode melhorar um pouco a compactação.</span> <span class="notranslate">Para texto UTF-16, <b>pb = 1</b> é uma boa escolha.</span> <span class="notranslate">Se o alinhamento for um número ímpar, como 3 bytes, <b>pb = 0</b> pode ser a melhor opção.</span></p>
<p><span class="notranslate">Embora o alinhamento assumido possa ser ajustado com <b>pb</b> e <b>lp</b> , o LZMA1 e o LZMA2 ainda favorecem levemente o alinhamento de 16 bytes.</span> <span class="notranslate">Vale a pena levar em consideração ao projetar formatos de arquivo que provavelmente são compactados com o LZMA1 ou LZMA2.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>mf =</b> <i>mf</i></span></td>
<td><span class="notranslate">O Match Finder tem um efeito importante na velocidade do codificador, no uso da memória e na taxa de compactação.</span> <span class="notranslate">Normalmente, os localizadores de correspondências Hash Chain são mais rápidos que os localizadores de correspondências da Árvore Binária.</span> <span class="notranslate">O padrão depende da predefinição: <b>0</b> usa <b>hc3</b> , <b>1</b> &#8211; <b>3</b> usa <b>hc4</b> e o restante usa <b>bt4</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">Os seguintes localizadores de correspondência são suportados.</span> <span class="notranslate">As fórmulas de uso de memória abaixo são aproximações aproximadas, mais próximas da realidade quando o <b>ditado</b> é uma potência de dois.</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>hc3</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Cadeia de hash com hash de 2 e 3 bytes</span><br />
<span class="notranslate">Valor mínimo para nice: 3</span><br />
<span class="notranslate">Uso de memória:</span><br />
<span class="notranslate">dict * 7,5 (se dict &lt;= 16 MiB);</span><br />
<span class="notranslate">dict * 5.5 + 64 MiB (se dict&gt; 16 MiB)</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>hc4</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Cadeia de hash com hash de 2, 3 e 4 bytes</span><br />
<span class="notranslate">Valor mínimo para nice: 4</span><br />
<span class="notranslate">Uso de memória:</span><br />
<span class="notranslate">dict * 7,5 (se dict &lt;= 32 MiB);</span><br />
<span class="notranslate">dict * 6.5 (se dict&gt; 32 MiB)</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>bt2</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Árvore binária com hash de 2 bytes</span><br />
<span class="notranslate">Valor mínimo para nice: 2</span><br />
<span class="notranslate">Uso de memória: dict * 9.5</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>bt3</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Árvore binária com hash de 2 e 3 bytes</span><br />
<span class="notranslate">Valor mínimo para nice: 3</span><br />
<span class="notranslate">Uso de memória:</span><br />
<span class="notranslate">dict * 11,5 (se dict &lt;= 16 MiB);</span><br />
<span class="notranslate">dict * 9.5 + 64 MiB (se dict&gt; 16 MiB)</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>bt4</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Árvore binária com hash de 2, 3 e 4 bytes</span><br />
<span class="notranslate">Valor mínimo para nice: 4</span><br />
<span class="notranslate">Uso de memória:</span><br />
<span class="notranslate">dict * 11,5 (se dict &lt;= 32 MiB);</span><br />
<span class="notranslate">dict * 10.5 (se dict&gt; 32 MiB)</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>mode =</b> <i>mode</i></span></td>
<td><span class="notranslate">O modo de compactação especifica o método para analisar os dados produzidos pelo localizador de correspondências.</span> <span class="notranslate">Os modos suportados são <b>rápidos</b> e <b>normais</b> .</span> <span class="notranslate">O padrão é rápido para as predefinições <b>0</b> &#8211; <b>3</b> e normal para as predefinições <b>4</b> &#8211; <b>9</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">Geralmente, o <b>fast</b> é usado com os localizadores de correspondências Hash Chain e o <b>normal</b> com os localizadores de correspondências da Árvore Binária, que também é o que as predefinições fazem.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>nice =</b> <i>nice</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o que é considerado um bom comprimento para uma partida.</span> <span class="notranslate">Uma vez encontrada uma correspondência de pelo menos bytes agradáveis, o algoritmo para de procurar correspondências possivelmente melhores.</span></p>
<p><span class="notranslate">Nice pode ter 2-273 bytes.</span> <span class="notranslate">Valores mais altos tendem a fornecer uma melhor taxa de compressão às custas da velocidade.</span> <span class="notranslate">O padrão depende da predefinição.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>profundidade =</b> <i>profundidade</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique a profundidade máxima de pesquisa no localizador de correspondências.</span> <span class="notranslate">O padrão é o valor especial de <b>0</b> , que faz o compressor determinar uma profundidade razoável de <b>mf</b> e <b>agradável</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">A profundidade razoável para cadeias de hash é de <b>4 a</b> <b>100</b> e <b>16 a</b> <b>1000</b> para árvores binárias.</span> <span class="notranslate">O uso de valores muito altos para profundidade pode tornar o codificador extremamente lento em alguns arquivos.</span> <span class="notranslate">Evite definir a profundidade acima de <b>1000, a</b> menos que esteja preparado para interromper a compactação, caso esteja demorando muito.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="notranslate">Ao decodificar fluxos brutos ( <b>&#8211;format = bruto</b> ), o LZMA2 precisa apenas do tamanho do dicionário.</span> <span class="notranslate">O LZMA1 também precisa de <b>lc</b> , <b>lp</b> e <b>pb</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;x86</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>&#8211;powerpc</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>&#8211;ia64</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>&#8211;arm</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>&#8211;armthumb</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>&#8211;sparc</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></td>
<td><span class="notranslate">Adicione um filtro de ramificação / chamada / salto (BCJ) à cadeia de filtros.</span> <span class="notranslate">Esses filtros podem ser usados ​​apenas como um filtro não-último na cadeia de filtros.</span></p>
<p><span class="notranslate">Um filtro BCJ converte endereços relativos no código da máquina em seus equivalentes absolutos.</span> <span class="notranslate">Isso não altera o tamanho dos dados, mas aumenta a redundância, o que pode ajudar o LZMA2 a produzir um arquivo .xz 0-15% menor.</span> <span class="notranslate">Os filtros BCJ são sempre reversíveis; portanto, o uso de um filtro BCJ para dados incorretos não causa perda de dados, embora possa piorar um pouco a taxa de compactação.</span></p>
<p><span class="notranslate">É bom aplicar um filtro BCJ em um executável inteiro;</span> <span class="notranslate">não há necessidade de aplicá-lo apenas na seção executável.</span> <span class="notranslate">A aplicação de um filtro BCJ em um archive que contém arquivos executáveis ​​e não executáveis ​​pode ou não dar bons resultados; portanto, geralmente não é bom aplicar cegamente um filtro BCJ ao compactar pacotes binários para distribuição.</span></p>
<p><span class="notranslate">Esses filtros BCJ são muito rápidos e usam uma quantidade insignificante de memória.</span> <span class="notranslate">Se um filtro BCJ melhorar a taxa de compactação de um arquivo, ele poderá melhorar a velocidade de descompactação ao mesmo tempo.</span> <span class="notranslate">Isso ocorre porque, no mesmo hardware, a velocidade de descompressão do LZMA2 é aproximadamente um número fixo de bytes de dados compactados por segundo.</span></p>
<p><span class="notranslate">Esses filtros BCJ têm problemas conhecidos relacionados à taxa de compactação:</span></p>
<p><span class="notranslate">• Alguns tipos de arquivos que contêm código executável (por exemplo, arquivos de objeto, bibliotecas estáticas e módulos de kernel do Linux) têm os endereços nas instruções preenchidos com valores de preenchimento.</span> <span class="notranslate">Esses filtros BCJ ainda farão a conversão de endereço, o que tornará a compactação pior com esses arquivos.</span></p>
<p><span class="notranslate">• A aplicação de um filtro BCJ em um arquivo contendo vários executáveis ​​semelhantes pode piorar a taxa de compactação do que não usar um filtro BCJ.</span> <span class="notranslate">Isso ocorre porque o filtro BCJ não detecta os limites dos arquivos executáveis ​​e não redefine o contador de conversão de endereços para cada executável.</span></p>
<p><span class="notranslate">Ambos os problemas acima serão corrigidos no futuro em um novo filtro.</span> <span class="notranslate">Os antigos filtros BCJ ainda serão úteis em sistemas embarcados, porque o decodificador do novo filtro será maior e usará mais memória.</span></p>
<p><span class="notranslate">Conjuntos de instruções diferentes têm alinhamento diferente:</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcy">
<th><span class="notranslate"><b>filtro</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>alinhamento</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>notas</b></span></th>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>x86</b></span></td>
<td><span class="notranslate">1</span></td>
<td><span class="notranslate">X86 de 32 ou 64 bits</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>PowerPC</b></span></td>
<td><span class="notranslate">4</span></td>
<td><span class="notranslate">Apenas Big Endian</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>BRAÇO</b></span></td>
<td><span class="notranslate">4</span></td>
<td><span class="notranslate">Apenas Little Endian</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>ARM-Thumb</b></span></td>
<td><span class="notranslate">2</span></td>
<td><span class="notranslate">Apenas Little Endian</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>IA-64</b></span></td>
<td><span class="notranslate">16</span></td>
<td><span class="notranslate">Grande ou pequeno endian</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>SPARC</b></span></td>
<td><span class="notranslate">4</span></td>
<td><span class="notranslate">Grande ou pequeno endian</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="notranslate">Como os dados filtrados por BCJ geralmente são compactados com LZMA2, a taxa de compactação pode ser ligeiramente melhorada se as opções de LZMA2 estiverem definidas para corresponder ao alinhamento do filtro BCJ selecionado.</span> <span class="notranslate">Por exemplo, com o filtro IA-64, é bom definir pb = 4 com LZMA2 (2 ^ 4 = 16).</span> <span class="notranslate">O filtro x86 é uma exceção;</span> <span class="notranslate">geralmente é bom manter o alinhamento padrão de quatro bytes do LZMA2 ao compactar executáveis ​​x86.</span></p>
<p><span class="notranslate">Todos os filtros BCJ suportam as mesmas opções:</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>start =</b> <i>offset</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique o deslocamento inicial que é usado ao converter entre endereços relativos e absolutos.</span> <span class="notranslate">O deslocamento deve ser múltiplo do alinhamento do filtro (consulte a tabela acima).</span> <span class="notranslate">O padrão é zero.</span> <span class="notranslate">Na prática, o padrão é bom;</span> <span class="notranslate">especificar um deslocamento personalizado quase nunca é útil.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;delta</b> [ <b>=</b> <i>opções</i> ]</span></td>
<td><span class="notranslate">Adicione o filtro Delta à cadeia de filtros.</span> <span class="notranslate">O filtro Delta pode ser usado apenas como um filtro não-último na cadeia de filtros.</span></p>
<p><span class="notranslate">Atualmente, apenas o cálculo simples do delta em bytes é suportado.</span> <span class="notranslate">Pode ser útil ao compactar, por exemplo, imagens bitmap não compactadas ou áudio PCM não compactado.</span> <span class="notranslate">No entanto, algoritmos de finalidade especial podem fornecer resultados significativamente melhores que o Delta + LZMA2.</span> <span class="notranslate">Isso é verdade especialmente com o áudio, que comprime mais rápido e melhor, por exemplo, com flac .</span> <span class="notranslate">Opções suportadas:</span></p>
<table class="mtable3">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>dist =</b> <i>distância</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Especifique a distância do cálculo delta em bytes.</span> <span class="notranslate">A <i>distância</i> deve ser de <b>1 a</b> <b>256</b> .</span> <span class="notranslate">O padrão é <b>1</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">Por exemplo, com <b>dist = 2</b> e entrada de oito bytes <b>A1 B1 A2 B3 A3 B5 A4 B7</b> , a saída será <b>A1 B1 01 02 01 02 01 02</b> .</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Outras opções</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-q</b> , <b>&#8211;quiet</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Suprimir avisos e avisos.</span> <span class="notranslate">Especifique isso duas vezes para suprimir erros também.</span> This option has no effect on the exit status. That is, even if a warning was suppressed, the exit status to indicate a warning is still used.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-v</b> , <b>&#8211;verbose</b></span></td>
<td>Be verbose . If standard error is connected to a terminal, <b>xz</b> displays a progress indicator. Specifying <b>&#8211;verbose</b> twice gives even more verbose output.</p>
<p>The progress indicator shows the following information:</p>
<p>• Completion percentage is shown if the size of the input file is known. That is, the percentage cannot be shown in pipes.</p>
<p>• Amount of compressed data produced (compressing) or consumed (decompressing).</p>
<p>• Amount of uncompressed data consumed (compressing) or produced (decompressing).</p>
<p>• Compression ratio, which is calculated by dividing the amount of compressed data processed so far by the amount of uncompressed data processed so far.</p>
<p>• Compression or decompression speed. This is measured as the amount of uncompressed data consumed (compression) or produced (decompression) per second. It is shown after a few seconds have passed since xz started processing the file.</p>
<p>• Elapsed time in the format <b>M:SS</b> or <b>H:MM:SS</b> .</p>
<p>• Estimated remaining time is shown only when the size of the input file is known and a couple of seconds have already passed since xz started processing the file. The time is shown in a less precise format which never has any colons, eg, 2 min 30 s.</p>
<p>When standard error is not a terminal, <b>&#8211;verbose</b> will make <b>xz</b> print the file name, compressed size, uncompressed size, compression ratio, and possibly also the speed and elapsed time on a single line to standard error after compressing or decompressing the file. The speed and elapsed time are included only when the operation took at least a few seconds. If the operation didn&#8217;t finish, eg, due to user interruption, also the completion percentage is printed if the size of the input file is known.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><b>-Q</b> , <b>&#8211;no-warn</b></td>
<td>Don&#8217;t set the exit status to <b>2</b> even if a condition worth a warning was detected. This option doesn&#8217;t affect the verbosity level, thus both <b>&#8211;quiet</b> and <b>&#8211;no-warn</b> have to be used to not display warnings and to not alter the exit status.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><b>&#8211;robot</b></td>
<td>Imprima mensagens em um formato analisável por máquina. Isso visa facilitar a criação de front-end que desejam usar <b>xz em</b> vez de liblzma, o que pode ser o caso de vários scripts. A saída com esta opção ativada deve ser estável nas versões <b>xz</b> . Veja a seção MODO ROBÔ para detalhes.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><b>&#8211;info-memory</b></td>
<td>Exiba, em formato legível por humanos, a quantidade de memória física (RAM) <b>xz</b> que o sistema possui e os limites de uso de memória para compactação e descompactação, e saia com êxito.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-h</b> , <b>&#8211;help</b></span></td>
<td>Exiba uma mensagem de ajuda descrevendo as opções mais usadas e saia com sucesso.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><b>-H</b> , <b>&#8211;long-help</b></td>
<td>Exiba uma mensagem de ajuda descrevendo todos os recursos do <b>xz</b> e saia com sucesso.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-V</b> , <b>&#8211;version</b></span></td>
<td>Exibir o número da versão <b>xz</b> e liblzma em formato legível. Para obter a saída de máquina-parsable, especifique <b>&#8211;robot</b> antes <b>&#8211;version</b> .</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Modo robô</span></h2>
<p class="tab">O modo robô é ativado com a opção <b>&#8211;robot</b> . Torna a saída do <b>xz</b> mais fácil de analisar por outros programas. Atualmente <b>&#8211;robot</b> é suportado apenas junto com <b>&#8211;version</b> , <b>&#8211;info-memory</b> e <b>&#8211;list</b> . Ele será suportado para compactação e descompactação normal no futuro.</p>
<h2>Modo robô: versão</h2>
<p class="tab"><b>xz &#8211;robot &#8211;version</b> imprimirá o número da versão de <b>xz</b> e liblzma no seguinte formato:</p>
<pre class="tab">XZ_VERSION = <i>XYYYZZZS</i> 
LIBLZMA_VERSION = <i>XYYYZZZS</i>
</pre>
<p class="tab">Aqui está o que o número da versão significa, parte por parte:</p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><i>X</i></span></td>
<td>Versão principal.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><i>AAAA</i></td>
<td>Versão secundária. Números pares são estáveis. Os números ímpares são versões alfa ou beta.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><i>ZZZ</i></td>
<td>Nível de patch para versões estáveis ​​ou um contador para versões de desenvolvimento.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><i>S</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Estabilidade.</span> <b>0</b> é alfa, <b>1</b> é beta e <b>2</b> é estável. <i>S</i> deve ser sempre <b>2</b> quando <i>AA</i> for igual.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><i>XYYYZZZS</i></td>
<td>São iguais nas duas linhas se <b>xz</b> e liblzma forem da mesma versão do XZ Utils.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="tab">Exemplos: 4.999.9beta é <b>49990091</b> e 5.0.0 é <b>50000002</b> .</p>
<h2>Modo de robô: informações de limite de memória</h2>
<p class="tab"><b>xz &#8211;robot &#8211;info-memory</b> prints a single line with three tab-separated columns:</p>
<ul>
<li>Total amount of physical memory (RAM) in bytes</li>
<li>Memory usage limit for compression in bytes. A special value of zero indicates the default setting, which for single-threaded mode is the same as no limit.</li>
<li>Memory usage limit for decompression in bytes. A special value of zero indicates the default setting, which for single-threaded mode is the same as no limit.</li>
</ul>
<p class="tab">In the future, the output of <b>xz &#8211;robot &#8211;info-memory</b> may have more columns, but never more than a single line.</p>
<h2>Robot mode: list mode</h2>
<p class="tab"><b>xz &#8211;robot &#8211;list</b> uses tab-separated output. The first column of every line has a string that indicates the type of the information found on that line:</p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>nome</b></span></td>
<td>This is always the first line when starting to list a file. The second column on the line is the file name.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>Arquivo</b></span></td>
<td>This line contains overall information about the <b>.xz</b> file. This line is always printed after the name line.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><b>stream</b></td>
<td>This line type is used only when <b>&#8211;verbose</b> was specified. There are as many stream lines as there are streams in the <b>.xz</b> file.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>quadra</b></span></td>
<td>This line type is used only when <b>&#8211;verbose</b> was specified. There are as many block lines as there are blocks in the <b>.xz</b> file. The block lines are shown after all the stream lines; different line types are not interleaved.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>resumo</b></span></td>
<td>This line type is used only when <b>&#8211;verbose</b> was specified twice. This line is printed after all block lines. Like the file line, the summary line contains overall information about the <b>.xz</b> file.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><b>totals</b></td>
<td>This line is always the very last line of the list output. It shows the total counts and sizes.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="tab">The columns of the <b>file</b> lines are:</p>
<ol start="2">
<li>Number of streams in the file.</li>
<li>Total number of blocks in the stream(s.</li>
<li>Compressed size of the file.</li>
<li>Uncompressed size of the file.</li>
<li>Compression ratio, for example 0.123. If ratio is over 9.999, three dashes (&#8212;) are displayed instead of the ratio.</li>
<li>Lista separada por vírgula de nomes de verificação de integridade. As seguintes seqüências de caracteres são usadas para os tipos de verificação conhecidos: <b>Nenhum</b> , <b>CRC32</b> , <b>CRC64</b> e <b>SHA-256</b> . Para tipos de verificação desconhecidos, <i>Desconhecido-N</i> é usado, onde N é o <i>ID</i> da <i>verificação</i> como um número decimal (um ou dois dígitos).</li>
<li>Tamanho total do preenchimento de fluxo no arquivo.</li>
</ol>
<p class="tab">As colunas das linhas de <b>fluxo</b> são:</p>
<ol start="2">
<li>Número do fluxo (o primeiro fluxo é 1).</li>
<li>Número de blocos no fluxo.</li>
<li>Deslocamento de partida compactado.</li>
<li>Deslocamento inicial não compactado.</li>
<li>Tamanho compactado (não inclui preenchimento de fluxo).</li>
<li>Tamanho não compactado.</li>
<li>Taxa de compressão.</li>
<li>Nome da verificação de integridade.</li>
<li>Tamanho do preenchimento do fluxo.</li>
</ol>
<p class="tab">As colunas das linhas de <b>bloco</b> são:</p>
<ol start="2">
<li>Número do fluxo que contém este bloco.</li>
<li>Número do bloco relativo ao início do fluxo (o primeiro bloco é 1).</li>
<li>Número do bloco relativo ao início do arquivo.</li>
<li>Deslocamento inicial compactado em relação ao início do arquivo.</li>
<li>Deslocamento inicial não compactado em relação ao início do arquivo.</li>
<li>Tamanho total compactado do bloco (inclui cabeçalhos).</li>
<li>Tamanho não compactado.</li>
<li>Taxa de compressão.</li>
<li>Nome da verificação de integridade.</li>
</ol>
<p class="tab">Se <b>&#8211;verbose</b> foi especificado duas vezes, colunas adicionais serão incluídas nas linhas de <b>bloco</b> . Eles não são exibidos com um único <b>&#8211;verbose</b> , porque obter essas informações requer muitas buscas e, portanto, pode ser lento:</p>
<ol start="11">
<li>Valor da verificação de integridade em hexadecimal.</li>
<li>Bloquear tamanho do cabeçalho.</li>
<li>Sinalizadores de bloco: c indica que o tamanho compactado está presente e u indica que o tamanho não compactado está presente. Se o sinalizador não estiver definido, um traço (-) será mostrado para manter o comprimento da string fixo. Novos sinalizadores podem ser adicionados ao final da string no futuro.</li>
<li>Tamanho dos dados compactados reais no bloco (isso exclui os campos de cabeçalho, preenchimento e verificação).</li>
<li>Quantidade de memória (em bytes) necessária para descompactar esse bloco com esta versão xz.</li>
<li>Corrente do filtro. Observe que a maioria das opções usadas no momento da compactação não pode ser conhecida, porque apenas as opções necessárias para descompactação são armazenadas nos cabeçalhos .xz.</li>
</ol>
<p class="tab">As colunas das linhas de <b>resumo</b> são:</p>
<ol start="2">
<li>Quantidade de memória (em bytes) necessária para descompactar este arquivo com esta versão xz.</li>
<li>yes or no indicating if all block headers have both compressed size and uncompressed size stored in them since xz 5.1.2alpha.</li>
<li>Minimum xz version required to decompress the file.</li>
</ol>
<p class="tab">The columns of the <b>totals</b> line:</p>
<ol start="2">
<li>Number of streams.</li>
<li>Number of blocks.</li>
<li>Compressed size.</li>
<li>Uncompressed size.</li>
<li>Average compression ratio.</li>
<li>Comma-separated list of integrity check names that were present in the files.</li>
<li>Stream padding size.</li>
<li>Number of files. This is here to keep the order of the earlier columns the same as on file lines.</li>
</ol>
<p class="tab">If <b>&#8211;verbose</b> was specified twice, additional columns are included on the totals line:</p>
<ol start="10">
<li>Maximum amount of memory (in bytes) required to decompress the files with this <b>xz</b> version.</li>
<li>yes or no indicating if all block headers have both compressed size and uncompressed size stored in them.</li>
<li>Minimum <b>xz</b> version required to decompress the file.</li>
</ol>
<h2><span class="notranslate">Status de saída</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>0 0</b></span></td>
<td>Everything was successful.</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>1</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Um erro ocorreu.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>2</b></span></td>
<td>Something worthy of a warning occurred, but no errors.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Meio Ambiente</span></h2>
<p class="tab"><b>xz</b> parses space-separated lists of options from the environment variables <b>XZ_DEFAULTS</b> and <b>XZ_OPT</b> , in this order, before parsing the options from the command line. Note that only options are parsed from the environment variables; all non-options are silently ignored.</p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><b>XZ_DEFAULTS</b></td>
<td>User-specific or system-wide default options. Often this is set in a shell initialization script to enable <b>xz</b> &#8216;s memory usage limiter by default. Excluding shell initialization scripts and similar special cases, scripts must never <b>set</b> or <b>unset</b> <b>XZ_DEFAULTS</b> .</td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><b>XZ_OPT</b></td>
<td>This is for passing options to <b>xz</b> when it is not possible to set the options directly on the <b>xz</b> command line. This is the case eg, when <b>xz</b> is run by a script or tool, eg, GNU tar :</p>
<pre class="tcy"> XZ_OPT=-2v tar caf foo.tar.xz foo</pre>
<p>Os scripts podem usar XZ_OPT, por exemplo, para definir opções de compactação padrão específicas do script. Ainda é recomendável permitir que os usuários substituam XZ_OPT se isso for razoável, por exemplo, nos scripts sh, pode-se usar algo como isto:</p>
<pre class="tcy">XZ_OPT = $ {XZ_OPT - "- 7e"}; exportar XZ_OPT</pre>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2 id="examples"><span class="notranslate">Exemplos</span></h2>
<pre class="tcy tab"> xz foo</pre>
<p class="tab">Compacte o arquivo <b>foo</b> em <b>foo.xz</b> usando o nível de compactação padrão ( <b>-6</b> ) e remova <b>foo</b> se a compactação for bem-sucedida.</p>
<pre class="tcy tab"> xz -dk bar.xz</pre>
<p class="tab">Descomprimir <b>bar.xz</b> em <b>bar</b> e não remova <b>bar.xz</b> mesmo se descompressão é bem sucedida.</p>
<pre class="tcy tab">tar cf - baz | xz -4e&gt; baz.tar.xz</pre>
<p class="tab">Crie <b>baz.tar.xz</b> com a predefinição <b>-4e</b> ( <b>-4 &#8211;extreme</b> ), que é mais lenta que o padrão <b>-6</b> , mas precisa de menos memória para compactação e descompactação (48 MiB e 5 MiB, respectivamente).</p>
<pre class="tcy tab"> xz -dcf a.txt b.txt.xz c.txt d.txt.lzma&gt; abcd.txt</pre>
<p class="tab">Descompacte uma mistura de arquivos compactados e descompactados na saída padrão, usando um único comando.</p>
<h2 id="related"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>compactar</b> &#8211; Comprime um arquivo ou arquivos.</span><br />
<b>gzip</b> &#8211; Crie, modifique, liste o conteúdo e extraia arquivos dos arquivos zip do GNU.<br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-zip/"><b>zip</b></a> &#8211; Um utilitário de compactação e arquivamento.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comandos Linux &#8211; Comando losetup</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-losetup/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 23:10:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.linuxforce.com.br/?p=2151</guid>

					<description><![CDATA[Comando losetup do Linux Nos sistemas operacionais Linux, o comando losetup configura e controla dispositivos de loop. Sintaxe Opções Criptografia Status de saída Limitações Exemplos Comandos relacionados Sintaxe losetup loopdev losetup -a arquivo losetup -j [-o offset ] losetup -d loopdev ... losetup -f losetup [criptografia {-e &#124; -E}] [-o offset ] [--sizelimit size ] [-p pfd [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span class="notranslate">Comando losetup do Linux</span></h1>
<div class="updated"></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="floatRight" src="https://www.computerhope.com/cdn/linux/losetup.gif" alt="comando losetup" width="300" height="300" /></p>
<p class="intro"><span class="notranslate">Nos sistemas operacionais Linux, o comando <b>losetup</b> configura e controla dispositivos de loop.</span></p>
<div class="pagenav contents">
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li><span class="notranslate"><a href="#Sintaxe">Sintaxe</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#Opções">Opções</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#Criptografia">Criptografia</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#Status de saída">Status de saída</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#Limitações">Limitações</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#Exemplos">Exemplos</a></span></li>
<li><span class="notranslate"><a href="#Comandos relacionados">Comandos relacionados</a></span></li>
</ul>
</li>
</ul>
</div>
<h2 id="syntax"><span class="notranslate">Sintaxe</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup <i>loopdev</i></span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup -a</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> <i>arquivo</i> losetup -j [-o <i>offset</i> ]</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup -d <i>loopdev</i> ...</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup -f</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup [criptografia {-e | -E}] [-o <i>offset</i> ] [--sizelimit <i>size</i> ] [-p <i>pfd</i> ]</span> 
        <span class="notranslate"> [-r] {-f [- programa] |</span> <span class="notranslate"> <i>arquivo</i> <i>loopdev</i> }</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup -c <i>loopdev</i></span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>losetup</b> é usado para associar dispositivos de loop a arquivos regulares ou dispositivos de bloco, desconectar dispositivos de loop e consultar o status de um dispositivo de loop.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Um dispositivo de loop, também conhecido como <i>vnd</i> (vnode disk) ou <i>lofi</i> (interface de arquivo de loopback) é um pseudo-dispositivo que torna um arquivo acessível como dispositivo de bloco.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se apenas o argumento loopdev for fornecido, o status do dispositivo de loop correspondente será mostrado.</span></p>
<h2 id="options"><span class="notranslate">Opções</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Os argumentos de tamanho e deslocamento podem ser seguidos pelos sufixos binários (2 ^ N) KiB, MiB, GiB, TiB, PiB e EiB (o &#8220;iB&#8221; é opcional, por exemplo, &#8220;K&#8221; tem o mesmo significado que &#8220;KiB&#8221;) ou decimal (10 ^ N) sufixos KB, MB, GB, PB e EB.</span></p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-a</b> , <b>&#8211;all</b></span></td>
<td><span class="notranslate">mostra o status de todos os dispositivos de loop</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-c</b> , <b>&#8211;set-capacity</b> <i>loopdev</i></span></td>
<td><span class="notranslate">forçar o driver de loop a reler o tamanho do arquivo associado ao dispositivo de loop especificado</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-d</b> , <b>&#8211;detach</b> <i>loopdev &#8230;</i></span></td>
<td><span class="notranslate">desanexe o arquivo ou dispositivo associado ao (s) dispositivo (s) de loop especificado</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-e</b> , <b>-E</b> , <b>&#8211;encryption</b> <i>encryption_type</i></span></td>
<td><span class="notranslate">ativar criptografia de dados com nome ou número especificado</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-f</b> , <b>&#8211;find</b></span></td>
<td><span class="notranslate">encontre o primeiro dispositivo de loop não utilizado.</span> <span class="notranslate">Se um argumento de arquivo estiver presente, use este dispositivo.</span> <span class="notranslate">Caso contrário, imprima seu nome.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-h</b> , <b>&#8211;help</b></span></td>
<td><span class="notranslate">imprimir ajuda</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-j</b> , <b>&#8211;</b> <i>arquivo</i> <b>associado</b></span></td>
<td><span class="notranslate">mostra o status de todos os dispositivos de loop associados a um determinado arquivo</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-k</b> , <b>&#8211;keybits</b> <i>num</i></span></td>
<td><span class="notranslate">defina o número de bits a serem usados ​​na tecla para <i>num</i> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-N</b> , <b>&#8211;nohashpass</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Não use a senha com hash.</span> <span class="notranslate">Por padrão, os sistemas Debian executam a senha através de uma função hash, os sistemas não-Debian podem não.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-o</b> , <b>&#8211;</b> <i>offset offset</i></span></td>
<td><span class="notranslate">o início dos dados é movido em bytes de <i>deslocamento</i> para o arquivo ou dispositivo especificado</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;</b> <i>tamanho de tamanho</i> <b>limitado</b></span></td>
<td><span class="notranslate">o final dos dados é definido para não mais que bytes de <i>tamanho</i> após o início dos dados</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-r</b> , <b>&#8211; somente leitura</b></span></td>
<td><span class="notranslate">configurar dispositivo de loop somente leitura</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;mostrar</b></span></td>
<td><span class="notranslate">imprima o nome do dispositivo se a opção <b>-f</b> e um argumento de arquivo estiverem presentes.</span> <span class="notranslate">A forma abreviada desta opção ( <b>-s</b> ) está obsoleta.</span> <span class="notranslate">Esse formato curto pode estar em colisão com a implementação do <b>Loop-</b> AES, onde a mesma opção é usada para <b>&#8211;sizelimit</b> .</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2 id="encryption"><span class="notranslate">Criptografia</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">É possível especificar funções de transferência (para criptografia / descriptografia ou outros fins) usando uma das opções -E e -e.</span> <span class="notranslate">Existem dois mecanismos para especificar a criptografia desejada: por número e por nome.</span> <span class="notranslate">Se uma criptografia é especificada por número, é preciso garantir que o kernel do Linux conheça a criptografia com esse número, provavelmente fazendo o patch do kernel.</span> <span class="notranslate">Os números padrão sempre presentes são 0 (sem criptografia) e 1 (criptografia XOR ).</span> <span class="notranslate">Quando o módulo cryptoloop é carregado (ou compilado), ele usa o número 18. Esse módulo cryptoloop leva o nome de um tipo de criptografia arbitrária e encontra o módulo que sabe como executar essa criptografia.</span></p>
<h2 id="exit-status"><span class="notranslate">Status de saída</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>losetup</b> retorna um status de saída <b>0</b> em caso de sucesso, diferente de zero em caso de falha.</span> <span class="notranslate">Quando <b>losetup</b> exibe o status de um dispositivo de loop, ele retorna <b>1</b> se o dispositivo não estiver configurado e <b>2</b> se ocorreu um erro que impediu o losetup de determinar o status do dispositivo.</span></p>
<h2 id="limitations"><span class="notranslate">Limitações</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">A criptografia DES é dolorosamente lenta.</span> <span class="notranslate">Por outro lado, o método XOR simples é terrivelmente fraco.</span> <span class="notranslate">Ambos são considerados inseguros em comparação com algoritmos mais recentes.</span> <span class="notranslate">Além disso, algumas cifras podem exigir uma licença para você poder usá-las.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">O Cryptoloop foi descontinuado em favor do dm-crypt.</span> <span class="notranslate">Para mais detalhes, consulte <i>cryptsetup</i> .</span></p>
<h2 id="examples"><span class="notranslate">Exemplos</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se você estiver usando o módulo de dispositivo de loop carregável, deverá ter o módulo carregado primeiro com o comando:</span></p>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> loop modprobe</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Módulos de criptografia também podem ser necessários.</span></p>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> modprobe des</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> modprobe cryptoloop</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Os seguintes comandos são um exemplo de uso do dispositivo de loop:</span></p>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> dd se = / dev / zero de = / arquivo bs = contagem de 1k = 100</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup -e des / dev / loop0 / arquivo</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> Senha:</span>
<span class="notranslate"> Init (até 16 dígitos hexadecimais):</span>
</pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> mkfs -t ext2 / dev / loop0 100</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> montagem -t ext2 / dev / loop0 / mnt</span></pre>
<pre class="tab"> <span class="notranslate"> ...</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> umount / dev / loop0</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> losetup -d / dev / loop0</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se você estiver usando o módulo carregável, poderá remover o módulo com o comando:</span></p>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> loop rmmod</span></pre>
<h2 id="related"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-dd/"><b>dd</b></a> &#8211; Copie e converta a codificação de arquivos.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mkfs/"><b>mkfs</b></a> &#8211; Construa um sistema de arquivos Linux, geralmente uma partição do disco rígido.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mount/"><b>mount</b></a> &#8211; Monte um sistema de arquivos para que seus dados possam ser acessados.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comandos Linux &#8211; Comando logout</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-logout/</link>
					<comments>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-logout/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 23:10:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.linuxforce.com.br/?p=2149</guid>

					<description><![CDATA[Comando de saída do Linux Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando exit faz com que o shell saia. Descrição Sintaxe Exemplos Comandos relacionados Descrição Quando você executa exit , se houver trabalhos em execução em segundo plano, o shell lembrará que eles estão sendo executados e retornará você ao prompt de comando. Nesse caso, a saída de saída novamente encerrará esses trabalhos e sairá do shell. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span class="notranslate">Comando de saída do Linux</span></h1>
<div class="updated"></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="floatRight" src="https://www.computerhope.com/cdn/linux/exit.gif" alt="comando de saída" width="300" height="300" /></p>
<p class="intro"><span class="notranslate">Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando <b>exit</b> faz com que o shell saia.</span></p>
<div class="pagenav contents">
<ul>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Descrição</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Sintaxe</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Exemplos</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></a></li>
</ul>
</div>
<h2 id="desc"><span class="notranslate">Descrição</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Quando você executa <b>exit</b> , se houver trabalhos em execução em segundo plano, o shell lembrará que eles estão sendo executados e retornará você ao prompt de comando.</span> <span class="notranslate">Nesse caso, a <b>saída de saída</b> novamente encerrará esses trabalhos e sairá do shell.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Os aliases comuns para a <b>saída</b> incluem &#8221; <b>bye</b> &#8220;, &#8221; <b>logout</b> &#8221; e &#8221; <b>lo</b> &#8220;.</span></p>
<h2 id="syntax"><span class="notranslate">Sintaxe</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> Saída</span></pre>
<h2 id="related"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-login/"><b>login</b></a> &#8211; Inicia uma sessão em um sistema.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-csh/"><b>csh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do shell C.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-ksh/"><b>ksh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do shell Korn.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-sh/"><b>sh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do Bourne shell.</span></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-logout/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Comandos Linux &#8211; Comando logname</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-logname/</link>
					<comments>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-logname/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 23:10:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.linuxforce.com.br/?p=2147</guid>

					<description><![CDATA[Comando Linux logname Atualizado: 05/04/2019 por Computer Hope Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando logname imprime o nome de login do usuário atual. Este documento cobre a versão GNU / Linux do logname . Descrição Sintaxe Exemplos Comandos relacionados Sintaxe nome do log [ OPÇÃO ] Opções &#8211;Socorro Exiba uma mensagem de ajuda e saia. &#8211;versão Exibir informações da versão e sair. Exemplos nome do log Retorna o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span class="notranslate">Comando Linux logname</span></h1>
<div class="updated"><span class="notranslate">Atualizado: 05/04/2019 por Computer Hope</span></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="floatRight" src="https://www.computerhope.com/cdn/linux/logname.gif" alt="comando logname" width="300" height="300" /></p>
<p class="intro"><span class="notranslate">Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando <b>logname</b> imprime o nome de login do usuário atual.</span></p>
<p><span class="notranslate">Este documento cobre a versão GNU / Linux do <b>logname</b> .</span></p>
<div class="pagenav contents">
<ul>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Descrição</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Sintaxe</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Exemplos</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></a></li>
</ul>
</div>
<h2 id="syntax"><span class="notranslate">Sintaxe</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> nome do log [ <i>OPÇÃO</i> ]</span></pre>
<h2><span class="notranslate">Opções</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;Socorro</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Exiba uma mensagem de ajuda e saia.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;versão</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Exibir informações da versão e sair.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2 id="examples"><span class="notranslate">Exemplos</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> nome do log</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Retorna o nome do usuário conectado no momento.</span></p>
<h2 id="related"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-env/"><b>env</b></a> &#8211; Relate o valor das variáveis ​​de ambiente.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-login/"><b>login</b></a> &#8211; Inicia uma sessão em um sistema.</span></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-logname/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comandos Linux &#8211; Comando login</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-login/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 23:10:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.linuxforce.com.br/?p=2145</guid>

					<description><![CDATA[Comando de login do Linux Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando login inicia uma nova sessão de login no sistema. Este documento cobre a versão Linux do login . Descrição Sintaxe Exemplos Comandos relacionados Descrição O programa de login é usado para estabelecer uma nova sessão com o sistema. Normalmente, é invocado automaticamente, respondendo ao prompt &#8220;login:&#8221; no terminal do usuário. o login pode ser especial para o shell e não pode [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span class="notranslate">Comando de login do Linux</span></h1>
<div class="updated"></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="floatRight" src="https://www.computerhope.com/cdn/linux/login.gif" alt="comando de login" width="300" height="300" /></p>
<p class="intro"><span class="notranslate">Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando <b>login</b> inicia uma nova sessão de login no sistema.</span></p>
<p><span class="notranslate">Este documento cobre a versão Linux do <b>login</b> .</span></p>
<div class="pagenav contents">
<ul>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Descrição</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Sintaxe</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Exemplos</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></a></li>
</ul>
</div>
<h2 id="desc"><span class="notranslate">Descrição</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">O programa de <b>login</b> é usado para estabelecer uma nova sessão com o sistema.</span> <span class="notranslate">Normalmente, é invocado automaticamente, respondendo ao prompt &#8220;login:&#8221; no terminal do usuário.</span> <span class="notranslate"><b>o login</b> pode ser especial para o shell e não pode ser chamado como um subprocesso.</span> <span class="notranslate">Quando chamado a partir de um shell, o <b>login</b> deve ser executado como um login exec, o que fará com que o usuário saia do shell atual (e, assim, impedirá que o novo usuário conectado retorne à sessão do chamador).</span> <span class="notranslate">Tentativa de executar o <b>login</b> de qualquer shell, mas o shell de logon produzirá uma mensagem de erro.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">O usuário é solicitado a fornecer uma senha , quando apropriado.</span> <span class="notranslate">O eco está desativado para impedir a revelação da senha.</span> <span class="notranslate">Somente um pequeno número de falhas de senha é permitido antes da saída do logon e o link de comunicação é cortado.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se a validade da senha tiver sido ativada para sua conta, você poderá ser solicitado a fornecer uma nova senha antes de continuar.</span> <span class="notranslate">Você será forçado a fornecer sua senha antiga e a nova senha antes de continuar;</span> <span class="notranslate">consulte nossa senha para obter mais informações.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Seu ID de usuário e grupo será definido de acordo com seus valores no arquivo <b>/ etc / passwd</b> .</span> <span class="notranslate">O valor para <b>$ HOME</b> , <b>$ SHELL</b> , <b>$ PATH</b> , <b>$ LOGNAME</b> e <b>$ MAIL</b> são definidos de acordo com os campos apropriados na entrada da senha.</span> <span class="notranslate"><b>Os valores ulimit</b> , umask e nice também podem ser definidos de acordo com as entradas no campo GECOS.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Em algumas instalações, a variável de ambiente <b>$ TERM</b> será inicializada no tipo de terminal na sua linha tty , conforme especificado em <b>/ etc / ttytype</b> .</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Um script de inicialização também pode ser executado;</span> <span class="notranslate">verifique a documentação do seu interpretador de comandos para obter informações sobre scripts init.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Um logon do subsistema é indicado pela presença de um &#8221; <b>*</b> &#8221; como o primeiro caractere do shell de logon.</span> <span class="notranslate">O diretório inicial fornecido será usado como raiz de um novo sistema de arquivos no qual o usuário está realmente conectado.</span></p>
<h2 id="syntax"><span class="notranslate">Sintaxe</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> login [-p] [-h <i>host</i> ] [ <i>nome de usuário</i> ] [ <i>ENV</i> = <i>VAR</i> ...]</span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> login [-p] [-h <i>host</i> ] -f <i>nome de usuário</i></span></pre>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> <i>host de</i> login [-p] -r</span></pre>
<h2><span class="notranslate">Opções</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-f</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Não execute autenticação ;</span> <span class="notranslate">usuário é pré-autenticado.</span> <span class="notranslate">Nesse caso, o nome de usuário é obrigatório.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-h</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Nome do host remoto para este logon.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-p</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Preservar o meio ambiente.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-r</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Execute o protocolo de registro automático para rlogin .</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Configuração</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">As seguintes variáveis ​​de configuração em <b>/etc/login.defs</b> alteram o comportamento desta ferramenta:</span></p>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcy">
<th><span class="notranslate"><b>nome</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>tipo</b></span></th>
<th><span class="notranslate"><b>descrição</b></span></th>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>CONSOLE_GROUPS</b></span></td>
<td><span class="notranslate">corda</span></td>
<td><span class="notranslate">Lista de grupos a serem adicionados aos grupos suplementares do usuário definidos ao efetuar login no console (conforme determinado pela configuração CONSOLE).</span> <span class="notranslate">O padrão é nenhum.</span></p>
<p><span class="notranslate">Use com cuidado &#8211; é possível que os usuários obtenham acesso permanente a esses grupos, mesmo quando não estiverem conectados ao console.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>DEFAULT_HOME</b></span></td>
<td><span class="notranslate">boleano</span></td>
<td><span class="notranslate">Indique se o <b>login</b> é permitido se não conseguirmos <b>acessar</b> o diretório inicial.</span> <span class="notranslate">O padrão é <b>não</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">Se definido como <b>yes</b> , o usuário fará login no diretório raiz ( <b>/</b> ) se não for possível fazer o cd no diretório inicial do usuário.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>ENV_PATH</b></span></td>
<td><span class="notranslate">corda</span></td>
<td><span class="notranslate">Se definido, será usado para definir a variável de ambiente <b>PATH</b> quando um usuário comum fizer login.</span> <span class="notranslate">O valor é uma lista de caminhos separados por dois pontos (por exemplo <b>/ bin: / usr / bin</b> ) e pode ser precedido por <b>PATH =</b> .</span> <span class="notranslate">O valor padrão é <b>PATH = / bin: / usr / bin</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>ENV_SUPATH</b></span></td>
<td><span class="notranslate">corda</span></td>
<td><span class="notranslate">Se definido, será usado para definir a variável de ambiente <b>PATH</b> quando o superusuário efetuar login. O valor é uma lista de caminhos separados por dois pontos (por exemplo <b>/ sbin: / bin: / usr / sbin: / usr / bin</b> ) e pode ser precedido por <b>PATH =</b> .</span> <span class="notranslate">O valor padrão é <b>PATH = / sbin: / bin: / usr / sbin: / usr / bin</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>ERASECHAR</b></span></td>
<td><span class="notranslate">número</span></td>
<td><span class="notranslate">Caractere de exclusão do terminal ( <b>010</b> = backspace, <b>0177</b> = Del).</span></p>
<p><span class="notranslate">O valor pode ter o prefixo &#8221; <b>0</b> &#8221; para um valor octal ou &#8221; <b>0x</b> &#8221; para um valor hexadecimal .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>FAIL_DELAY</b></span></td>
<td><span class="notranslate">número</span></td>
<td><span class="notranslate">Atraso em segundos antes de ser permitida outra tentativa após uma falha de login.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>FAKE_SHELL</b></span></td>
<td><span class="notranslate">corda</span></td>
<td><span class="notranslate">Se definido, o <b>login</b> executará esse shell em vez do shell dos usuários especificado em <b>/ etc / passwd</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>HUSHLOGIN_FILE</b></span></td>
<td><span class="notranslate">corda</span></td>
<td><span class="notranslate">Se definido, esse arquivo pode inibir toda a conversa usual durante a sequência de login.</span> <span class="notranslate">Se um nome de caminho completo for especificado, o modo silencioso será ativado se o nome ou o shell do usuário for encontrado no arquivo.</span> <span class="notranslate">Se não for um nome de caminho completo, o modo silencioso será ativado se o arquivo existir no diretório inicial do usuário.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>KILLCHAR</b></span></td>
<td><span class="notranslate">número</span></td>
<td><span class="notranslate">Caractere KILL do terminal ( <b>025</b> = <b>^ U</b> ).</span></p>
<p><span class="notranslate">O valor pode ter o prefixo &#8221; <b>0</b> &#8221; para um valor octal ou &#8221; <b>0x</b> &#8221; para um valor hexadecimal.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>LOGIN_RETRIES</b></span></td>
<td><span class="notranslate">número</span></td>
<td><span class="notranslate">Número máximo de novas tentativas de login em caso de senha incorreta.</span></p>
<p><span class="notranslate">Provavelmente, isso será substituído pelo PAM, pois o módulo <b>pam_unix</b> padrão possui suas próprias três tentativas.</span> <span class="notranslate">No entanto, este é um substituto seguro caso você esteja usando um módulo de autenticação que não impõe <b>PAM_MAXTRIES</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>LOGIN_TIMEOUT</b></span></td>
<td><span class="notranslate">número</span></td>
<td><span class="notranslate">Tempo máximo em segundos para o <b>login</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>LOG_OK_LOGINS</b></span></td>
<td><span class="notranslate">boleano</span></td>
<td><span class="notranslate">Habilite o log de logons bem-sucedidos.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>LOG_UNKFAIL_ENAB</b></span></td>
<td><span class="notranslate">boleano</span></td>
<td><span class="notranslate">Ative a exibição de nomes de usuário desconhecidos quando falhas de logon são registradas.</span></p>
<p><span class="notranslate">Nota!</span> <span class="notranslate">Registrar nomes de usuário desconhecidos pode ser um problema de segurança se um usuário digitar sua senha em vez de seu nome de login, pois o erro de digitação seria registrado.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>TTYGROUP</b> , <b>TTYPERM</b></span></td>
<td><span class="notranslate">corda</span></td>
<td><span class="notranslate">As permissões do terminal: o login tty será de propriedade do grupo <b>TTYGROUP</b> e as permissões serão definidas como <b>TTYPERM</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate">Por padrão, a propriedade do terminal é definida como o grupo principal do usuário e as permissões são definidas como <b>0600</b> .</span></p>
<p><span class="notranslate"><b>TTYGROUP</b> pode ser o nome de um grupo ou um identificador de grupo numérico.</span></p>
<p><span class="notranslate">Se você possui um programa de gravação &#8220;setgid&#8221; para um grupo especial que possui os terminais, defina <b>TTYGROUP</b> para o número do grupo e <b>TTYPERM</b> para <b>0620</b> .</span> <span class="notranslate">Caso contrário, deixe <b>TTYGROUP</b> comentado e atribua <b>TTYPERM</b> a <b>622</b> ou <b>600</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>TTYTYPE_FILE</b></span></td>
<td><span class="notranslate">corda</span></td>
<td><span class="notranslate">Se definido, arquivo que mapeia a linha tty para o parâmetro do ambiente <b>TERM</b> .</span> <span class="notranslate">Cada linha do arquivo está em um formato como &#8221; <b>vt100 tty01</b> &#8220;.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>USERGROUPS_ENAB</b></span></td>
<td><span class="notranslate">boleano</span></td>
<td><span class="notranslate">Se definido como <b>yes</b> , o userdel removerá o grupo do usuário se ele não contiver mais membros e o useradd criará (por padrão) um grupo com o nome do usuário.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">arquivos</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/ var / run / utmp</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Lista de sessões de login atuais.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/ var / log / wtmp</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Lista de sessões de login anteriores.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/ etc / passwd</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Informações da conta do usuário.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/ etc / shadow</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Proteja as informações da conta do usuário.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/ etc / motd</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Mensagem do sistema do arquivo do dia.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/ etc / nologin</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Impedir que usuários não root façam login.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/ etc / ttytype</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Lista de tipos de terminais.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>$ HOME / .hushlogin</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Suprimir a impressão de mensagens do sistema.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>/etc/login.defs</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Configuração do conjunto de senhas sombra.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="tab"><span class="notranslate">As opções <b>-r</b> , <b>-h</b> e <b>-f</b> são usadas apenas quando o <b>login</b> é chamado pelo root .</span></p>
<h2 id="examples"><span class="notranslate">Exemplos</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> login computerhope.com</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Tenta fazer login no host <b>computerhope.com</b> .</span></p>
<h2 id="related"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-csh/"><b>csh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do shell C.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-exit/"><b>exit</b></a> &#8211; <b>sai</b> do shell de comando.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-init/"><b>init</b></a> &#8211; O pai de todos os processos no sistema.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-ksh/"><b>ksh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do shell Korn.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mail/"><b>correio</b></a> &#8211; Leia, componha e gerencie correio.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mailx/"><b>mailx</b></a> &#8211; processa mensagens de correio.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-newgrp/"><b>newgrp</b></a> &#8211; <b>Entre</b> em um novo grupo.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-passwd/"><b>passwd</b></a> &#8211; <b>altera</b> a senha de um usuário.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-rlogin/"><b>rlogin</b></a> &#8211; inicia uma sessão em um sistema remoto.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-rsh/"><b>rsh</b></a> &#8211; Executa um comando em um shell remoto.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-sh/"><b>sh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do Bourne shell.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-telnet/"><b>telnet</b></a> &#8211; Conecte-se a um sistema remoto usando o protocolo telnet.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-umask/"><b>umask</b></a> &#8211; obtém ou define a máscara de criação do modo de arquivo.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comandos Linux &#8211; Comando locate</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-locate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 23:10:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.linuxforce.com.br/?p=2143</guid>

					<description><![CDATA[Comando de localização do Linux Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando localizar localiza arquivos por nome. Este documento cobre a versão GNU / Linux do localiz . Descrição Sintaxe Exemplos Comandos relacionados Descrição localize lê um ou mais bancos de dados preparados por updatedb e grava nomes de arquivos correspondentes a pelo menos um dos PATTERNs na saída padrão, um por linha. Se &#8211;regex não for especificado, PATTERNs podem conter caracteres brilhantes. Se algum PADRÃO [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span class="notranslate">Comando de localização do Linux</span></h1>
<div class="updated"></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="floatRight" src="https://www.computerhope.com/cdn/linux/locate.gif" alt="comando localizar" width="300" height="300" /></p>
<p class="intro"><span class="notranslate">Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando <b>localizar</b> localiza arquivos por nome.</span></p>
<p><span class="notranslate">Este documento cobre a versão GNU / Linux do <b>localiz</b> .</span></p>
<div class="pagenav contents">
<ul>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Descrição</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Sintaxe</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Exemplos</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></a></li>
</ul>
</div>
<h2 id="desc"><span class="notranslate">Descrição</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>localize</b> lê um ou mais bancos de dados preparados por <b>updatedb</b> e grava nomes de arquivos correspondentes a pelo menos um dos PATTERNs na saída padrão, um por linha.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Se <b>&#8211;regex</b> não for especificado, PATTERNs podem conter caracteres brilhantes.</span> <span class="notranslate">Se algum PADRÃO não contiver caracteres brilhantes, <b>localize-</b> se como se o padrão fosse &#8221; <b>*</b> PADRÃO <b>*</b> &#8220;.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Por padrão, o <b>localizador</b> não verifica se os arquivos encontrados no banco de dados ainda existem (mas exige que todos os diretórios pai existam se o banco de dados foi construído com &#8221; <b>&#8211;require-visible no</b> &#8220;).</span> <span class="notranslate"><b>O localizador</b> nunca pode relatar arquivos criados após a atualização mais recente do banco de dados relevante.</span></p>
<h2 id="syntax"><span class="notranslate">Sintaxe</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> localize [OPÇÃO] ... PADRÃO ...</span></pre>
<h2><span class="notranslate">Opções</span></h2>
<table class="mtable3 tab">
<tbody>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-b</b> , <b>&#8211;basename</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Corresponda apenas o nome da base aos padrões especificados, que é o oposto de <b>&#8211;wholename</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-c</b> , <b>&#8211;count</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Em vez de escrever nomes de arquivos na saída padrão, escreva apenas o número de entradas correspondentes.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-d</b> , <b>&#8211;database</b> <i>DBPATH</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Substitua o banco de dados padrão por DBPATH.</span> <span class="notranslate">DBPATH é uma lista separada por (dois pontos) de nomes de arquivos de banco de dados.</span> <span class="notranslate">Se mais de uma opção <b>&#8211;database</b> for especificada, o caminho resultante será uma concatenação dos caminhos separados.</span></p>
<p><span class="notranslate">Um nome de arquivo de banco de dados vazio é substituído pelo banco de dados padrão.</span> <span class="notranslate">Um nome de arquivo de banco de dados <b>&#8211;</b> refere-se à entrada padrão .</span> <span class="notranslate">Observe que um banco de dados pode ser lido a partir da entrada padrão apenas uma vez.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-e</b> , &#8211; <b>existente</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Imprima apenas as entradas que se referem aos arquivos existentes no momento em que a <b>localização</b> é executada.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-L</b> , &#8211; <b>siga</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Ao verificar se os arquivos existem (se a opção <b>&#8211;existing</b> estiver especificada), siga os links simbólicos à direita.</span> <span class="notranslate">Isso faz com que os links simbólicos do bro ken sejam omitidos da saída.</span></p>
<p><span class="notranslate">Esta opção é o comportamento padrão.</span> <span class="notranslate">O oposto pode ser especificado usando <b>&#8211;nofollow</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-h</b> , <b>&#8211;help</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Escreva um resumo das opções disponíveis na saída padrão e saia com sucesso.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-i</b> , <b>&#8211;ignore-case</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Ignore distinções entre maiúsculas e minúsculas ao fazer a correspondência de padrões.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-l</b> , <b>&#8211;limit</b> ,</span><br />
<span class="notranslate"><b>-n</b> <i>LIMIT</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Saia com sucesso depois de localizar LIMIT entradas.</span> <span class="notranslate">Se a opção <b>&#8211;count</b> for especificada, a contagem resultante também será limitada a LIMIT.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-m</b> , <b>&#8211;mmap</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Ignorado, mas incluído para compatibilidade com <b>localização</b> BSD e GNU .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-P</b> , <b>&#8211;nofollow</b> , <b>-H</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Ao verificar se os arquivos existem (se a opção <b>&#8211;existing</b> estiver especificada), não siga os links simbólicos à direita.</span> <span class="notranslate">Isso faz com que links simbólicos quebrados sejam relatados como outros arquivos.</span></p>
<p><span class="notranslate">Esta opção é o oposto de <b>&#8211;follow</b> .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-0,</b> <b>&#8211;null</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Separe as entradas na saída usando o caractere ASCII NUL em vez de gravar cada entrada em uma linha separada.</span> <span class="notranslate">Esta opção foi projetada para interoperabilidade com a opção <b>&#8211;null</b> do GNU xargs .</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-S</b> , <b>&#8211;estatística</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Escreva estatísticas sobre cada banco de dados de leitura na saída padrão em vez de procurar arquivos e saia com sucesso.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-q</b> , <b>&#8211;quiet</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Não escreva mensagens sobre erros encontrados ao ler e processar bancos de dados.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-r</b> , <b>&#8211;regexp</b> <i>REGEXP</i></span></td>
<td><span class="notranslate">Procure um REGEXP básico de regexp .</span> <span class="notranslate">Nenhum padrão é permitido se esta opção for usada, mas essa opção pode ser especificada várias vezes.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>&#8211;regex</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Interprete todos os PADRÕES como regexps estendidos.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-s</b> , <b>&#8211;stdio</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Ignorado, para compatibilidade com <b>localização</b> BSD e GNU.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-V</b> , <b>&#8211;version</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Escreva informações sobre a versão e licença de <b>localização</b> na saída padrão e saia com sucesso.</span></td>
</tr>
<tr class="tcw">
<td><span class="notranslate"><b>-w</b> , <b>&#8211;wholename</b></span></td>
<td><span class="notranslate">Corresponda apenas o nome do caminho inteiro aos padrões especificados.</span></p>
<p><span class="notranslate">Esta opção é o comportamento padrão.</span> <span class="notranslate">O oposto pode ser especificado usando <b>&#8211;basename</b> .</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2><span class="notranslate">Status de saída</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>localize</b> saídas com êxito com status <b>0</b> se:</span></p>
<ul>
<li><span class="notranslate">qualquer correspondência foi encontrada ou</span></li>
<li><span class="notranslate">o comando foi chamado com uma das opções <b>&#8211;limit 0</b> , <b>&#8211;help</b> , <b>&#8211;statistics</b> ou <b>&#8211;version</b> , porque essas opções fazem com que não procure nada.</span> <span class="notranslate">Portanto, mesmo que a localização não tenha encontrado nenhum resultado, o comando é encerrado com êxito.</span></li>
</ul>
<p class="tab"><span class="notranslate"><b>localize</b> saídas sem êxito com o status <b>1</b> se:</span></p>
<ul>
<li><span class="notranslate">nenhuma correspondência foi encontrada ou</span></li>
<li><span class="notranslate">um erro fatal foi encontrado, causando o encerramento do programa.</span></li>
</ul>
<div class="tip">
<p><span class="notranslate"><span class="title">Nota</span></span><span class="notranslate">Erros encontrados durante a leitura de um banco de dados não são fatais;</span> <span class="notranslate">a pesquisa continua em outros bancos de dados especificados, se houver.</span></p>
</div>
<h2 id="examples"><span class="notranslate">Exemplos</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> localizar perl</span></pre>
<p class="tab"><span class="notranslate">Localiza arquivos nomeados <b>perl</b> na máquina local.</span></p>
<h2 id="related"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-find/"><b>find</b></a> &#8211; Encontre arquivos dentro de uma hierarquia de diretórios.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-whereis/"><b>whereis</b></a> &#8211; Localize os arquivos de página binário, de origem e manual de um comando.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-xargs/"><b>xargs</b></a> &#8211; Crie e execute comandos complexos e execute-os em vários arquivos.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comandos Linux &#8211; Comando lo</title>
		<link>https://linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-lo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcio Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 23:10:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comandos Linux]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.linuxforce.com.br/?p=2141</guid>

					<description><![CDATA[Comando de saída do Linux Atualizado: 05/04/2019 por Computer Hope Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando exit faz com que o shell saia. Descrição Sintaxe Exemplos Comandos relacionados Descrição Quando você executa exit , se houver trabalhos em execução em segundo plano, o shell lembrará que eles estão sendo executados e retornará você ao prompt de comando. Nesse caso, a saída de saída novamente encerrará esses trabalhos e sairá [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<article>
<h1><span class="notranslate">Comando de saída do Linux</span></h1>
<div class="updated"><span class="notranslate">Atualizado: 05/04/2019 por Computer Hope</span></div>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="floatRight" src="https://www.computerhope.com/cdn/linux/exit.gif" alt="comando de saída" width="300" height="300" /></p>
<p class="intro"><span class="notranslate">Em sistemas operacionais do tipo Unix, o comando <b>exit</b> faz com que o shell saia.</span></p>
<div class="pagenav contents">
<ul>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Descrição</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Sintaxe</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Exemplos</span></a></li>
<li><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-mach/"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></a></li>
</ul>
</div>
<h2 id="desc"><span class="notranslate">Descrição</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate">Quando você executa <b>exit</b> , se houver trabalhos em execução em segundo plano, o shell lembrará que eles estão sendo executados e retornará você ao prompt de comando.</span> <span class="notranslate">Nesse caso, a <b>saída de saída</b> novamente encerrará esses trabalhos e sairá do shell.</span></p>
<p class="tab"><span class="notranslate">Os aliases comuns para a <b>saída</b> incluem &#8221; <b>bye</b> &#8220;, &#8221; <b>logout</b> &#8221; e &#8221; <b>lo</b> &#8220;.</span></p>
<h2 id="syntax"><span class="notranslate">Sintaxe</span></h2>
<pre class="tcy tab"> <span class="notranslate"> Saída</span></pre>
<h2 id="related"><span class="notranslate">Comandos relacionados</span></h2>
<p class="tab"><span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-login/"><b>login</b></a> &#8211; Inicia uma sessão em um sistema.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-csh/"><b>csh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do shell C.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-ksh/"><b>ksh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do shell Korn.</span><br />
<span class="notranslate"><a href="https://www.linuxforce.com.br/comandos-linux/comandos-linux-comando-sh/"><b>sh</b></a> &#8211; O interpretador de comandos do Bourne shell.</span></p>
</article>
<div class="bottomad"></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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	</channel>
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