A computação em nuvem já deixou de ser uma tecnologia associada apenas a grandes empresas de tecnologia. Hoje, servidores, bancos de dados, aplicações, sistemas de armazenamento e inúmeras outras operações podem ser executados em ambientes cloud.
Na prática, quando uma empresa utiliza um aplicativo, armazena dados, disponibiliza um site ou mantém sistemas funcionando sem necessariamente possuir toda a infraestrutura física necessária para isso, existe uma grande possibilidade de que parte dessa operação esteja apoiada em Cloud Computing.
E o avanço dessa tecnologia está longe de desacelerar.
Segundo a Gartner, os gastos mundiais de usuários finais com serviços de nuvem pública devem chegar a US$ 723,4 bilhões em 2025, contra US$ 595,7 bilhões em 2024. A consultoria também projeta crescimento de 21,5% no mercado de cloud pública no período.
Em 2026, a própria Gartner aponta que infraestrutura como serviço (IaaS) e sistemas de data center estão entre os segmentos que mais impulsionam o crescimento dos investimentos em tecnologia, especialmente diante da expansão da inteligência artificial e das plataformas de cloud.
Isso ajuda a explicar por que Cloud Computing se tornou uma das áreas mais relevantes para profissionais de tecnologia.
Mas afinal, o que é Cloud Computing, como essa tecnologia funciona e o que é preciso aprender para trabalhar com ela?
O que é Cloud Computing?
Cloud Computing, ou computação em nuvem, é um modelo que permite acessar recursos de tecnologia sob demanda pela internet, sem que a empresa precise necessariamente comprar, instalar e manter toda a infraestrutura física utilizada por esses recursos.
A definição do NIST, uma das principais referências técnicas sobre o tema, descreve Cloud Computing como o acesso sob demanda a um conjunto compartilhado de recursos computacionais, como servidores, redes, armazenamento, aplicações e serviços, que podem ser rapidamente disponibilizados ou liberados.
Na prática, isso significa que uma empresa pode contratar capacidade computacional, armazenamento, bancos de dados ou outros serviços conforme sua necessidade, em vez de depender exclusivamente de servidores físicos próprios.
É o que acontece, por exemplo, quando uma empresa:
- hospeda uma aplicação em servidores na nuvem;
- armazena arquivos e bancos de dados remotamente;
- cria máquinas virtuais para executar sistemas;
- utiliza serviços de processamento para aplicações de inteligência artificial;
- disponibiliza sistemas para colaboradores e clientes pela internet;
- aumenta ou reduz sua capacidade computacional conforme a demanda.
AWS, Microsoft Azure e Google Cloud são alguns dos principais provedores desse tipo de serviço.
Mas é importante entender que Cloud Computing não significa simplesmente “guardar arquivos na internet”.
A nuvem envolve uma infraestrutura muito mais ampla, formada por recursos de computação, armazenamento, redes, bancos de dados, segurança, monitoramento, automação e diversas outras tecnologias.
Para André Vasconcelos, Especialista em Cloud Computing e Infraestrutura, esse entendimento dos fundamentos é essencial para quem está começando a estudar a área:
“Um dos maiores erros é começar tentando decorar serviços. AWS, Azure e Google Cloud possuem uma enorme variedade de produtos, recursos e possibilidades. Quando o aluno tenta aprender Cloud simplesmente memorizando nomes e telas, o conhecimento tende a ficar superficial. Antes da ferramenta, é preciso entender os fundamentos.”
Mais do que memorizar serviços ou aprender a navegar por uma plataforma, portanto, o profissional precisa compreender conceitos como redes, DNS, máquinas virtuais, containers, armazenamento, identidade, permissões e logs. É essa base que permite entender como os diferentes componentes de um ambiente cloud se relacionam.
Como funciona a Cloud Computing na prática?
Para entender a nuvem, imagine a infraestrutura tradicional de uma empresa.
Ela precisaria comprar servidores, armazená-los em um data center, manter equipamentos de rede, sistemas de armazenamento, energia, refrigeração e uma equipe responsável pela administração de toda essa estrutura.
Na Cloud Computing, boa parte dessa infraestrutura é mantida pelo provedor de nuvem.
O cliente acessa os recursos necessários pela internet e pode provisioná-los conforme sua demanda. É justamente essa capacidade de disponibilizar recursos rapidamente que está entre os principais diferenciais do modelo.
A AWS, por exemplo, descreve cloud como a entrega sob demanda de recursos como processamento, bancos de dados, armazenamento e aplicações, com modelo de pagamento conforme o uso.
O que existe dentro de um ambiente cloud?
Por trás de uma aplicação funcionando na nuvem existe uma combinação de diferentes recursos.
Computação: fornece capacidade de processamento para executar aplicações e serviços. Pode envolver máquinas virtuais, servidores físicos ou outras formas de processamento.
Armazenamento: permite guardar arquivos, backups, bancos de dados e outros tipos de informação.
Redes: conectam servidores, aplicações, usuários e diferentes ambientes, permitindo que os recursos se comuniquem de maneira segura.
Máquinas virtuais: permitem executar sistemas operacionais e aplicações dentro de recursos computacionais provisionados na nuvem.
Bancos de dados: armazenam e organizam as informações utilizadas pelas aplicações.
Containers: empacotam aplicações e suas dependências, facilitando a implantação e a escalabilidade dos sistemas.
Monitoramento e segurança: permitem acompanhar o funcionamento da infraestrutura, controlar acessos, identificar problemas e proteger os ambientes.
É a combinação desses recursos que permite que uma empresa construa e opere aplicações completas na nuvem.

Quais são os principais modelos de Cloud Computing?
Nem toda empresa utiliza a nuvem da mesma maneira. Os serviços cloud podem ser classificados de acordo com o nível de infraestrutura e gerenciamento oferecido pelo provedor.
O NIST estabelece três modelos principais de serviço: IaaS, PaaS e SaaS.
IaaS: Infrastructure as a Service
Infrastructure as a Service, ou Infraestrutura como Serviço, oferece recursos fundamentais de infraestrutura, como processamento, armazenamento e redes.
É como contratar a infraestrutura necessária para montar um ambiente de TI sem precisar comprar fisicamente todos os equipamentos.
Nesse modelo, o cliente possui maior responsabilidade sobre aquilo que executa na infraestrutura, podendo administrar sistemas operacionais, aplicações, armazenamento e determinados componentes de rede.
Exemplo: uma empresa cria uma máquina virtual na AWS, instala Linux, configura seus serviços e utiliza esse servidor para hospedar uma aplicação.
É um modelo especialmente importante para profissionais que trabalham com infraestrutura, Linux, Cloud e DevOps.
PaaS: Platform as a Service
Platform as a Service oferece uma plataforma pronta para que desenvolvedores possam criar, executar e disponibilizar aplicações sem precisar administrar toda a infraestrutura subjacente.
Nesse modelo, o provedor assume uma parte maior da administração da infraestrutura, enquanto o cliente se concentra principalmente na aplicação.
É útil para equipes que querem desenvolver e colocar sistemas em produção sem precisar administrar cada detalhe dos servidores.
SaaS: Software as a Service
Software as a Service é provavelmente o modelo mais conhecido por usuários comuns.
Aqui, o usuário acessa diretamente um software disponibilizado pela internet, sem precisar instalar ou administrar a infraestrutura que o sustenta.
Serviços de e-mail, ferramentas de produtividade e diversos softwares corporativos funcionam nesse modelo.

Esses modelos não são concorrentes. Eles representam diferentes níveis de responsabilidade entre o provedor e o usuário.
AWS, Azure e Google Cloud: qual a diferença?
Quando alguém começa a estudar Cloud Computing, três nomes aparecem rapidamente: AWS, Microsoft Azure e Google Cloud Platform (GCP).
As três são plataformas de computação em nuvem que oferecem serviços de infraestrutura, armazenamento, redes, bancos de dados, segurança, monitoramento e diversas outras funcionalidades.
A diferença está principalmente nos serviços oferecidos, na arquitetura, nas ferramentas, nos nomes utilizados e nas características de cada plataforma.
Por isso, aprender Cloud não significa simplesmente decorar onde fica cada botão de uma plataforma.
Existe uma base comum por trás delas: redes, sistemas operacionais, servidores, armazenamento, segurança, máquinas virtuais, containers e automação.
Essa base é importante porque permite que o profissional compreenda os conceitos de infraestrutura independentemente da plataforma utilizada.
Como explica André Vasconcelos, os nomes dos serviços podem mudar entre os provedores, mas os fundamentos continuam sendo os mesmos:
“Os nomes dos serviços mudam, mas vários princípios permanecem. Redes, endereçamento IP, sub-redes, DNS, máquinas virtuais, armazenamento, bancos de dados, identidade e acesso, balanceamento, alta disponibilidade, observabilidade, segurança, containers, Kubernetes e automação aparecem nos três grandes provedores.”
É por isso que aprender Cloud não deve significar decorar os nomes dos serviços de uma única plataforma. Quando o profissional entende os conceitos por trás da tecnologia, fica mais fácil compreender e administrar diferentes ambientes.
E é justamente por isso que conhecimentos como Linux e redes continuam relevantes mesmo quando o profissional trabalha em ambientes cloud.
A própria Linux Force trabalha com as três principais plataformas em suas formações: AWS, Azure e Google Cloud, além de oferecer uma formação CloudOps Multi-Cloud.
Por que as empresas estão migrando para a Cloud?
A migração para a nuvem não acontece apenas porque a tecnologia é mais moderna. Existem razões práticas relacionadas à operação dos negócios.
Escalabilidade
Uma empresa pode precisar de mais capacidade computacional durante determinados períodos e menos em outros.
Na infraestrutura tradicional, aumentar essa capacidade pode significar comprar e instalar novos equipamentos.
Na nuvem, recursos podem ser provisionados e ajustados de maneira muito mais rápida.
Velocidade
Novos servidores e recursos podem ser disponibilizados em minutos, em vez de depender de processos longos de aquisição, instalação e configuração de equipamentos.
Essa velocidade permite que equipes de tecnologia testem ideias, lancem aplicações e respondam mais rapidamente às necessidades do negócio.
Flexibilidade
A empresa pode escolher diferentes recursos conforme o projeto e ajustar sua infraestrutura conforme a operação muda.
Isso é especialmente importante para empresas que estão crescendo, lançando novos produtos ou lidando com demandas que variam bastante.
Automação
Ambientes cloud também facilitam a automação da infraestrutura.
Em vez de configurar manualmente cada servidor, profissionais podem utilizar ferramentas para provisionar recursos, configurar ambientes e reproduzir estruturas de maneira padronizada.
É nesse ponto que tecnologias como Terraform, Ansible, Docker e Kubernetes começam a aparecer com frequência na rotina de profissionais de Cloud e DevOps.
Para André Vasconcelos, o ganho proporcionado pela Cloud vai além de simplesmente transferir servidores para um ambiente remoto:
“O grande ganho não está simplesmente em ‘ter servidores na nuvem’. Está em conseguir transformar infraestrutura em algo programável, escalável e muito mais integrado ao negócio.”
Redução da dependência de infraestrutura física
A empresa não precisa necessariamente manter toda a infraestrutura computacional dentro de suas próprias instalações.
Isso pode reduzir a necessidade de investimentos iniciais em hardware e transferir parte da responsabilidade pela infraestrutura física para o provedor.
Mas isso não significa que Cloud seja automaticamente mais barata em qualquer cenário. O custo depende da arquitetura, do consumo, da gestão dos recursos e do modelo escolhido.
Como explica André Vasconcelos:
“Cloud pode reduzir custos, mas economia não é automática. Uma arquitetura mal dimensionada pode, inclusive, custar mais do que uma infraestrutura tradicional.”
Por isso, antes de afirmar que a migração para a nuvem necessariamente reduz despesas, é preciso analisar fatores como consumo, armazenamento, tráfego de dados, recursos ociosos, disponibilidade e crescimento esperado.
Essa preocupação também ajuda a explicar a importância cada vez maior do FinOps, abordagem que aproxima tecnologia, operação e gestão financeira para tornar o uso da infraestrutura mais eficiente.
Quais são os desafios da migração para a Cloud?
Migrar para a nuvem não significa simplesmente transferir servidores para outro lugar.
A empresa precisa considerar segurança, arquitetura, custos, disponibilidade, governança, desempenho e capacidade técnica da equipe.
Um ambiente mal configurado pode gerar problemas de segurança ou gastos desnecessários. Além disso, quanto mais complexa fica a infraestrutura, maior é a necessidade de profissionais capazes de administrá-la.
É justamente nesse ponto que a expansão da Cloud Computing se conecta diretamente ao mercado de trabalho.
A tecnologia pode estar na nuvem, mas alguém precisa projetar, configurar, proteger, monitorar e manter esses ambientes funcionando.

Como é a carreira em Cloud Computing?
O crescimento dos ambientes cloud criou espaço para diferentes profissionais especializados em infraestrutura e operações.
Um profissional de Cloud pode atuar, por exemplo, na administração de ambientes, configuração de redes, gerenciamento de máquinas virtuais, segurança, monitoramento, automação e otimização da infraestrutura.
Dependendo da experiência e da especialização, também é possível seguir caminhos como:
- Cloud Administrator: administra recursos e serviços das plataformas de nuvem.
- Cloud Engineer: projeta e implementa ambientes cloud mais complexos.
- DevOps Engineer: trabalha com automação, infraestrutura, pipelines e integração entre desenvolvimento e operações.
- DevSecOps: incorpora segurança aos processos de desenvolvimento e infraestrutura.
- Site Reliability Engineer (SRE): trabalha com disponibilidade, desempenho, confiabilidade e automação.
- Platform Engineer: desenvolve e mantém plataformas internas para facilitar o trabalho das equipes de desenvolvimento.
Ou seja, trabalhar com Cloud não significa apenas “saber AWS” ou “saber Azure”, é preciso compreender como a infraestrutura funciona.
O que estudar para trabalhar com Cloud Computing?
Para quem está começando, pode parecer que o primeiro passo é escolher entre AWS, Azure e Google Cloud.
Na realidade, construir uma boa base técnica pode tornar essa escolha muito mais fácil.
Para André Vasconcelos, o caminho mais consistente é começar pelos fundamentos e avançar gradualmente para conhecimentos mais específicos:
“Uma sequência bastante consistente seria: Linux → Redes → Fundamentos de Cloud → uma plataforma Cloud → Segurança e IAM → Containers → Automação e Infrastructure as Code → DevOps/CloudOps → Multi-Cloud.”
A sequência não significa que o profissional precise dominar completamente uma área antes de avançar para a próxima. A ideia é construir as camadas de conhecimento de forma progressiva, entendendo como cada uma se conecta à seguinte.
1. Linux
Linux está presente em grande parte das infraestruturas modernas e é uma base importante para administração de servidores, Cloud, containers e DevOps.
Conhecer o sistema operacional ajuda o profissional a trabalhar com terminal, processos, serviços, permissões, arquivos, redes e troubleshooting.
André Vasconcelos resume a relação entre Linux e Cloud de forma direta:
“A Cloud abstrai parte da infraestrutura. Ela não elimina a necessidade de entendê-la.”
Na prática, isso significa que, mesmo quando grande parte da infraestrutura física fica sob responsabilidade do provedor de nuvem, o profissional continua precisando entender sistemas operacionais, processos, permissões, redes, logs e outros componentes que sustentam as aplicações.
2. Redes
Entender como computadores e servidores se comunicam é fundamental para trabalhar com ambientes cloud.
Conceitos como IP, DNS, portas, protocolos, sub-redes, roteamento e segurança de rede aparecem constantemente na rotina de um profissional de Cloud.
3. Infraestrutura
Antes de administrar infraestrutura na nuvem, é importante entender o que existe por trás dela.
Servidores, armazenamento, sistemas operacionais, virtualização e disponibilidade formam a base sobre a qual os ambientes cloud são construídos.
4. Uma plataforma de Cloud
Depois de construir essa base, o profissional pode se especializar em AWS, Azure, Google Cloud ou desenvolver conhecimentos em mais de uma plataforma.
5. Automação e Infrastructure as Code
Conforme a infraestrutura cresce, fazer tudo manualmente deixa de ser eficiente.
Ferramentas de automação e Infrastructure as Code, como Terraform, permitem provisionar e gerenciar ambientes de maneira mais padronizada e reproduzível.
6. Containers e orquestração
Tecnologias como Docker e Kubernetes também fazem parte do ecossistema moderno de Cloud e são especialmente relevantes para profissionais que desejam avançar em DevOps e engenharia de infraestrutura.

Como a Linux Force prepara profissionais para trabalhar com Cloud?
Para quem quer transformar conhecimento em Cloud Computing em uma habilidade profissional, a Linux Force oferece formações focadas nas principais plataformas do mercado.
Atualmente, a escola oferece AWS Cloud Administrator, Azure Administrator, Google Cloud Platform (GCP) Administrator e a Formação CloudOps Multi-Cloud, que reúne AWS, Azure e GCP.
A Formação AWS Cloud Administrator, por exemplo, possui 32 horas de formação, com foco prático em IAM, VPC, EC2, containers, armazenamento, monitoramento, segurança, alta disponibilidade e automação com Terraform. As aulas são 100% ao vivo e a formação é estruturada para aplicação em situações reais de administração de ambientes AWS.
Já a Formação Azure Administrator aborda recursos como Microsoft Entra ID, RBAC, redes virtuais, máquinas virtuais, containers, armazenamento, monitoramento, segurança e automação com Terraform.
Para quem quer uma visão mais ampla, a Formação CloudOps Multi-Cloud reúne AWS, Azure e GCP em uma formação de 96 horas, com 70% de prática e 30% de teoria. O conteúdo inclui IAM, redes, máquinas virtuais, containers, armazenamento, bancos de dados, segurança, monitoramento e Infrastructure as Code com Terraform.
Além disso, as formações são realizadas 100% ao vivo, permitindo interação com os professores durante o aprendizado.
Isso é especialmente importante em Cloud porque aprender a clicar em uma plataforma é diferente de aprender a administrar uma infraestrutura.
Como explica André Vasconcelos:
“A teoria explica como um serviço deveria funcionar. A prática mostra o que acontece quando você precisa configurá-lo, integrá-lo, protegê-lo e descobrir por que ele não está funcionando.”
É justamente essa diferença entre conhecer um serviço e saber trabalhar com ele que orienta a proposta das formações Cloud da Linux Force.
O objetivo não é apenas ensinar onde encontrar determinado recurso em uma plataforma, mas desenvolver a capacidade de compreender a infraestrutura, configurar seus componentes e solucionar problemas na prática.
Linux, redes, infraestrutura, automação e Cloud formam uma base que pode levar o profissional a diferentes caminhos dentro da tecnologia.
Se você quer desenvolver essas competências com uma formação prática e orientação profissional, conheça as formações de Cloud da Linux Force Security.






